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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A comunidade humana pré-histórica


A comunidade humana pré-histórica

Trabalho enviado por:
Eder


           Os primeiros humanos viveram em unidades familiares pequenas, muito semelhante com os macacos. Nas planícies de África, à margem das planícies e na floresta, eles evoluíram gradualmente fisicamente e mentalmente de forma que eles poderiam competir prosperamente por comida e abrigo. A capacidade superior deles lhes permitiram espalharem-se para fora da África para uma variedade larga de climas e ambientes.

Coletores e caçadores

                Acredita-se que o primeiro hominídeo tenha sido coletor de frutos e de carcaça animal. Embora eles provavelmente não eram no princípio capazes de caça sofisticada, a habilidade para comer carne e frutos era uma estratégia de sobrevivência importante. Carne era especialmente importante como uma fonte de gordura, disponível apenas em algumas espécies de nozes. Peixes de todos os tipos eram fontes importantes de proteína e gordura para essas pessoas que viviam próximos a água. Os humanos eventualmente aprenderam as tecnologias de fogo e caça e se tornaram caçadores e coletores.
                A habilidade para caçar animais vivos trouxe vantagens importantes. Carne fresca estava mais saudável para se comer que carne podre. Poderiam ser preservadas as peles de uma recém matança para prover roupas.
Roupas mornas permitiram para os humanos penetrar precocemente em climas mais frios. Carne fresca crua era ruim de consumir mas esta através de fogo era assada e poderia ser guardada para consumo posterior. O fogo também permitiu controlar o ambiente até certo ponto. Por exemplo, habitantes primitivos da América do Norte tercem comentários em que os Iroquois (habitantes de uma tribo nos EUA e Canadá) regularmente queimavam as florestas para limpar a terra e cultivar ou criar rebanhos nas pradarias.
Nômades
                Caçadores e coletores não estavam na incerteza de seguir seus caminhos . Sua existência e sobrevivência dependeram de explorar os recursos sistematicamente ao redor deles de acordo com o que foi chamado  ótima estratégia de procura de alimento. Eles se mudavam para a beira-mar para colher ostras na época, próximo às nozeiras pelo outono e em outros lugares estarem presentes quando as frutas estivessem maduras. Eles podem ter seguido certos rebanhos ou podem ter se organizado para interceptar mamíferos, pássaros e peixes migratórios no mesmo lugar a cada época do ano.
                Os vegetais compunham 70 % ou mais da dieta dos caçadores-coletores, mas a maioria destes viviam em áreas muito marginais. Humanos pré-históricos teriam se mantido nas terras mais produtivas e férteis, podendo ter sido até mesmo mais predominante no passado. Este estilo de vida era muito incerto. Os pequenos grupos tiveram que ser flexíveis dentro de seus ambientes, pois podiam mudar-se rapidamente, o que eles comiam e o tamanho de suas populações eram fatores nada seguros. A Interação com outros grupos teria estado limitada porque cada um teria requerido um território grande para ocupar. A curto prazo; secas, incêndios, inundações, invernos ruins e outras condições ambientais poderiam se transformar uma área de comida farta muito depressa em um deserto.
                A longo prazo, as idades do gelo fizeram parte do mundo inabitável e uma pequena parte produtiva. Havia períodos de ociosidade, sem dúvida nenhuma, e este tempo desocupado era usado para a atividade social. Havia épocas para se fazer bonitos artefatos, como também as ferramentas necessárias, armas e roupas. Pinturas de caverna e artefatos sugerem o princípio da arte e da religião.
                O lento processo da evolução humana e de avanço da tecnologia trouxe para nossos antepassados humanos 10,000 anos atrás uma segura passagem pela última idade de gelo. Com o derretimento do gelo, a terra reentrou em um ciclo de fartura vegetal e de vida selvagem. Os humanos até então tinham já se espalhado ao redor do mundo e tinham avançado para começar a cada vez mais a dominar em vez de apenas sobreviver. Animais grandes como o Búfalo Gigante e o Mamute foram extintos um a um, ou pela perda de seus habitats ou então pela cada vez mais eficientes armas de caça. Nestes tempos de abundância, os humanos pré-históricos fizeram o único grande pulo tecnológico antes da revolução agrícola.



Trabalho enviado por:
Eder






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O NEGRO NO BRASIL


   
 Mais da metade da população brasileira é formada de negros ou de mestiços de negros com brancos.
    Como os negros, que são originários da África, chegaram ao Brasil?
    Você já sabe que os colonos portugueses, ao iniciarem a ocupação do Brasil, tentaram escravizar índios para utilizá-los nos trabalhos da lavoura. Mas a utilização do índio não deu certa, Além de não estarem acostumados ao trabalho agrícola, não se adaptaram às tarefas e ao modo de vida imposto pelos colonos. Foi por isso que os portugueses resolveram trazer escravos negros para o Brasil.

    Na época já havia um comércio bastante forte de escravos africanos.
    Esse comércio, praticado, sobretudo por portugueses, dava grandes lucros, de modo que não foi difícil a importação de negros. Esse fato, inclusive, pensou muito mais do que a falta de adaptação do índio ao trabalho escravo. Ou seja, os traficantes de escravos tinham interesse em vendê-los aos colonos do Brasil, mesmo se estes já tivessem escravos índios.


Uma viagem penosa
            No trabalho
    Sem os escravos negros certamente não teria havido produção de açúcar no Brasil colônia. Todo o trabalho era feito por eles, desde o plantio da cana, a limpeza dos canaviais, o corte, até o transporte e a moagem da cana nos engenhos. Mesmo nas casas dos senhores de engenho, todos os serviços eram feitos por escravos. Os senhores não trabalhavam, nem suas esposas e filhos.
    Com a decadência da lavoura canavieira, muito escrava forma transferida para as áreas de extração de ouro. Com o fim do ciclo de ouro, foi à vez das lavouras de café do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais exigirem o trabalho dos escravos.
    Além do trabalho pesado e contínuo, os escravos sofriam muito nas mãos do feitores que deles exigiam sempre o máximo. Eram severamente castigados quando não cumpriam as ordens recebidas ou quando tentavam fugir. Havia instrumentos especiais de tortura e castigo, como a palmatória, o açoite e o tronco. Muitas vezes chegavam mesmo a cortar suas mãos e orelhas, furar seus olhos, quebrar seus dentes etc. Muitos senhores marcavam seus escravos com ferro em brasa.
    Dormiam nas senzalas, barracões simples e sujos. Recebiam apenas comidas e roupa necessárias para sobreviver.

         
As contribuições do negro
    Como vimos, o negro foi o responsável pela maior parte das riquezas produzidas no Brasil. Mas sua participação não foi grande só no trabalho. O negro trouxe para o Brasil sua religião, seus costumes, sua língua, suas danças, sua música, sua comidas, etc. Em outras palavras, ele trouxe sua cultura. E sua cultura se misturou com a dos índios e dos brancos. Por isso, ainda hoje, na cultura brasileira é possível distinguir muitos traços culturais dos escravos africanos.

    Por outro lado as várias fazendas do Estado de São Paulo ainda guardam muita memória da escravidão, que podem nos ajudar a melhor compreender essa intricada relação senhor e escravo em nosso Estado e conseqüentemente em nosso município.
    A sociedade brasileira escolheu uma determinada forma de trabalho para produzir o que precisava: a escravidão.
    Durante séculos a existência da escravidão introjetou na cabeça dos brasileiros livres que os seres humanos de outra cor (negro) eram simples instrumentos de trabalho, comparável a um animal de carga que, quando se desgastava, deveria ser substituído, e quando apresentava qualquer sinal de cansaço e não trabalhava, a única resposta era dada pelo chicote no tronco.

    O negro trabalhava à força até o esgotamento físico, construindo todas as formas possíveis para enganar o feitor, objetivando com isto conseguir algum descanso escondido, algumas vezes inclusive sabotava a produção de forma direta, como uma forma justa e legítima, reagindo assim àquela exploração e violência.
    Na Segunda metade do século XIX, a escravidão tornou-se economicamente errada, alterando profundamente o quadro político, econômico e social do país.

        
"Ocorre" a Abolição.
    O ex-escravo, o negro, a máquina, a coisa, a peça, as mãos e pés, o ser marcado pela estigma de sua cor é agora um homem livre?
    Este é um momento de profunda inflexão na história econômica e social do negro no Brasil



          Como educar os cidadãos do século XXI para respeitar as várias matrizes étnicas que compõem, e formam o belo arco-íris da Nação brasileira?
          A palavra chave é cidadania, repetiu às diferenças étnico-culturais, distribuição justa da riqueza nacional, implementação de políticas públicas que assegurem para a maioria da população excluída, violentada e discriminada, as condições dignas de vida, de saúde, de trabalho e educação.
Invisíveis nas Universidades, dos Partidos Políticos, na Igreja, na Mídia Nacional, dos bancos escolares, nas Câmaras de Vereadores, Assembléias Legislativas, Senado Federal, etc.


APRESENTAÇÃO:

NESTE RESUMO COLOCAMOS INFORMAÇÕES SOBRE ORIGEM, DE ONDE OS NEGROS VÊM QUANDO ELES CHEGARAM AO BRASIL COMO FOI O MODO DE TRATAMENTO DOS NEGROS, AS DIFERENÇAS O RACISMO A SUA MÃO DE OBRA, COMO SERIA SE NÃO TIVESSE O TRABALHO DO NEGRO NO BRASIL COLÔNIA, TALVEZ NÃO EXISTISSE O TEMPO DO AÇÚCAR CAREIRO QUANDO O BRASIL VEIO PERÍODO MINÉRIO OURO, O TRABALHO ESCRAVISTA FOI TRANSFERIDO DO ENGENHO PARA OS GARIMPOS CONTINUANDO AS DIFERENÇAS, DEPOIS CONTINUOU COM A ÉPOCA DO CAFÉ CHAMA DE CAFÉ COM LEITE ENTRE O TRECHO DE MINAS E SÃO PAULO.
O MODO DE PRODUÇÃO ESCRAVISTA



Trabalho enviado por:
Francisco Alexandre





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Guerra do Golfo - Conflitos entre Países


Conflitos entre países

A guerra do golfo

Trabalho enviado por:
Ana Luiza Dias Abdo Agamme


Guerra do Golfo
Ao final do conflito armado que travara durante oito anos com o Irã, o Iraque acumulava uma fortuna em dívidas com credores externos: mais de 80 bilhões de dólares. A economia iraquiana dependia essencialmente do petróleo e, com seus preços em baixa, o país viu-se impossibilitado de saldar ao menos parte do que devia, além de não poder aumentar os recursos que financiavam seu programa armamentista. Em julho de 1990, o governante do país, o ditador Saddam Hussein, acusou o vizinho Kuweit de forçar as baixas internacionais no preço do petróleo para aumentar suas cotas de venda. Além disso, evocando antigas rixas territoriais, o sujeito reivindicava partes do território do Kuweit. Este último declinou de todas as exigências iraquianas e, por isso, foi invadido em agosto. As conseqüências da ação iraquiana foram imediatas. O então presidente norte-americano, George Bush, enviou tropas para o Golfo Pérsico e foi imposto um boicote econômico ao Iraque. Tamanho alvoroço deu-se por causa da grande importância econômica dos países do golfo, que são os maiores produtores e exportadores de petróleo do globo. Uma crise de proporções na região poderia levar a incidentes de conseqüências devastadoras para a economia mundial. Com as sanções ocidentais em resposta às suas ações, Saddam não pestanejou: anexou unilateralmente o Iraque e aprisionou todos os estrangeiros ali presentes para poder barganhar mais tarde sua libertação. Tudo isso levou a acontecimentos interessantes. Como primeira crise internacional de consideráveis proporções do pós-guerra Fria, a Guerra do Golfo promoveu a aproximação dos EUA com a Síria e dos EUA com a União Soviética, sendo que, pela primeira vez, as duas potências encontravam-se lado a lado numa disputa internacional. Além disso, países outrora aliados do Iraque, como a Arábia Saudita, subitamente passaram para o outro lado, condenando veementemente as ações de Hussein. Quanto mais sérios tornavam-se os desdobramentos da crise, mais firmemente a opinião pública internacional exigia o uso de medidas enérgicas para decretar-se uma solução. Inúmeras tentavas diplomáticas não deram em nada e os Estados Unidos lançaram então um ultimato: caso o Iraque não se retirasse do Kuweit até o dia 15 de janeiro de 1991, o uso da força seria autorizado. Em 17 de janeiro, uma coalizão liderada pelos EUA e formada por vinte e oito países iniciou o ataque. A sofisticada tecnologia de que dispunham arrasou as tropas iraquianas e destruíram muitos pontos do país, ainda que Saddam tenha causado alguma devastação na Arábia Saudita e em Israel, países que bombardeou regularmente durante o conflito armado. Em fins de fevereiro, as forças chegaram ao Kuweit e não encontraram resistência iraquiana. Bush anunciou a vitória e o cessar-fogo. Para agravar ainda mais sua situação, após o término das hostilidades o Iraque entrou em processo de guerra civil. Todavia, apesar do aparente sucesso, a guerra deixou um saldo apavorante: mais de cento e cinqüenta mil iraquianos foram mortos (cerca de dez mil civis), a capital Bagdá foi destruída, inúmeros poços de petróleo foram incendiados e a fumaça e os derramamentos oriundos dessas ações constituem-se no pior acidente ambiental da história da humanidade. O número de mortos da coalizão não chegou a cento e cinqüenta.

Países envolvidos
Estados Unidos
Os Estados Unidos da América é um país cujo desenvolvimento é intenso, por isso é chamado um país desenvolvido. É um país de população culta, graças aos seus diferentes tipos de colonização por Ingleses, Espanhóis e Holandeses. Seu território é muito extenso, um dos maiores do Mundo, contendo três diferentes tipos de relevo. Seus tipos de relevo são: O Vasto conjunto Montanhoso, a Cadeia das Cascatas e a Sierra Nevada. As atividades rurais mais praticadas são a Agricultura e a Pecuária. Os Estados Unidos também possuem territórios como o Alaska e o Hawai, que são muito visitados todos os anos por milhares de Turistas. Os setores de Comércio dos Estados Unidos empregam 2/3 da população. Os Estados Unidos têm uma atração que já corre o Mundo inteiro, o Cinema. A Capital do Cinema, Hollywood, é conhecida mundialmente por seus filmes longa e curta-metragem que emocionam os espectadores do mundo inteiro. Seu Presidente é Bill Clinton, que comanda o País de uma forma que ninguém possa copiar, por isso ele é um país desenvolvido. Sua Capital é Washington d.C. e as cidades mais conhecidas são Nova York, Los Angeles, Chicago e San Francisco. O Grand Canyon, é um lugar que possui diversos tipos de relevo, por isso, muito visitado por Turistas e Pesquisadores. Alguns eventos que atraem o público são o Futebol Americano, Basquetebol e Hockey no Gelo. Existem grandes Centros de Concentração de Turistas como a Disneylândia, ou Disney World, que fica em Miami, na Flórida e também a Região das Montanhas, que é vista como uma zona de descanso. A população dos Estados Unidos enfrenta problemas como Terremotos, Furacões, Tufões, Maremotos, Tempestades e Vulcões. Seus maiores triunfos são sua Moeda, o Dólar e suas influências em outras Nações, como o Brasil, que estão sendo globalizados, se utilizando a Cultura norte-americana para subirem a qualquer custo na vida. O FMI, Fundo Monetário Internacional, auxilia países subdesenvolvidos a pagarem suas dívidas, assim fazendo o que eles ordenarem. O FBI, Federal Beraux Information, é uma espécie de Polícia Federal Secreta dos Estados Unidos.
Os EUA ocupam o quarto lugar mundial em extensão territorial e em população, compreendendo 50 estados, 48, (continen acrescidos de Alaska e do Havaí), além de algumas processões no Pacífico e do estado associado de Porto Rico. Os EUA continentais são limitados ao N pelo Canadá, a E pelo oceano Atlântico, ao S pelo estreito da Flórida, golfo do México e México, e ao O pelo oceano pacífico. O Alaska situa-se na extremidade noroeste do continente, e o Havaí, as aproximadamente 3.800Km do litoral norte-americano, no pacífico. Compreendendo de costa a costa, quatro fusos horários, o país estende-se por 4.000Km de O para E, e por mais de 2.500Km no sentido N-S. A economia caracteriza-se pelo volume e pela diversidade de produtos agrícolas e industriais, pela quantidade de serviços (ensino e pesquisas, sistema bancário, transportes e comércio interno) e pela enormidade do mercado nacional (devido ao elevado nível de vida). Além disso, os EUA são o primeiro exportador mundial de mercadorias, o primeiro investidor e o primeiro receptor de capitais, em decorrência, sobretudo do dinamismo de sua economia e do poder do dólar, praticamente a única moeda internacional.

O povoamento do país ocorreu a partir da costa leste, com base na imigração européia (sobretudo britânica). Teve início no séc. XVIII, mas intensificou-se no séc. XIX com os fluxos imigratórios de anglo-saxãos, escandinavos, italianos, eslavos(a imigração foi responsável pelo acréscimo de 50 milhões de habitantes entre 1820 e 1980). O crescimento atual é de 0,7% ao ano, superior ao dos países europeus em razão da fecundidade das minorias (negros e hispânicos), e tem sido mais rápido nos estados do sul e da região sudoeste (Arizona, Novo México, Texas) As maiores densidades demográficas verificam-se no nordeste do país, mais industrializado(na região chamada megalópole*), embora o estado mais populoso seja a Califórnia. Aprox. 75% da população vive nas médias e grandes cidades, como Nova York, Filadélfia, Washington, na costa atlântica: Chicago e Detroit, nos grandes lagos; Los Angeles e San Francisco, na Califórnia. No total, c. 170 cidades tem mais de 100 mil habitantes. Apopulação é predominantemente de origem européia e os brancos representam 84,1%. Os negros constituem o segundo grupo étnico, representando 12,4%, percentagem que tende a aumentar em virtude de seu rápido crescimento demográfico em relação àquele verificado na população branca. Mais da metade da população negra continua concentrada no sul do país. Com um ritmo anual de 600 mil entradas legais (e provavelmente o mesmo número de clandestinas), a imigração cresceu bastante nas décadas de 1970 e 1980. Os imigrantes vêm principalmente da América Latina(c. 45%), da Ásia e do pacífico(que totalizam 42%). Os imigrantes europeus representam apenas 10%, contra os 50% dos anos 50. Para reduzir as entradas clandestinas, desde 1987 vigoram pesadas multas para quem emprega trabalhadores ilegais. Além disso, os estrangeiros que não possuem Green Card (visto de permanência e de trabalho) são deportados.
O relevo dos EUA abrange três grandes sistemas de relevo. A O, um vasto conjunto montanhoso ocupa um terço da superfície do país. Constituído por uma série de cadeias de formação recente, orientadas no sentido N-S, inclui a grande barreira das Montanhas Rochosas, que dominam, pelo lado oriental, elevados planaltos ou Intermontanas (Colorado, Grande Bacia). Mais a O, a cadeia das Cascatas e a Sierra Nevada estão separadas por uma depressão descontínua (vale central da Califórnia), da cadeia Costeira, que margeia estreita planície litorânea. Esse vasto sistema montanhoso constitui uma barreira climática que reduz as precipitações no sentido E, em direção às grandes planícies, que correspondem à bacia do Mississípi-Missouri. Estas se abrem amplamente desde os grandes lagos até o golfo do México. O clima temperado continental torna-se mais úmido a E, onde passa a sofrer a influência oceânica já na região dos Apalaches, conjunto de montanhas e planaltos paleozóicos de médias altitudes. Chuvas abundantes, temperaturas mais elevadas e eventuais ciclones no verão caracterizam o sudeste no país subtropical.

Os EUA dispõem de abundantes recursos minerais e energéticos. O subsolo fornece grandes quantidades de carvão (mais de 800mt) e de hidrocarbonetos (426mtde petróleo e 484Gm3 de gás natural), além de c. 40600t de urânio, base da reprodução de eletricidade nuclear (da ordem de 558 bilhões de kWh); fornece ainda outros minérios, como ferro, cobre e fosfato. Os hidrocarbonetos representam 2/3 do balanço energético (petróleo 42%; gás natural 24%) e as importações são necessárias. Os Estados Unidos consomem Dois bilhões de tep. Por ano, ou seja, oito tep. Por habitante por ano, dias vezes mais que a Europa Ocidental.

A agricultura, que emprega apenas 2% da população ativa do país(2,5 milhões de indivíduos), continua sendo a primeira do mundo: fornece metade da soja e do milho e 18% das frutas cítricas e 10% do trigo mundiais. Caracteriza-se pelo alto índice de mecanização, pelas vastas extensões cultivadas, pela elevada produtividade e diversidade das culturas e pelo zoneamento climático, que permite identificar as áreas em que se concentram determinadas produções, denominadas "cinturões" (belts). A propriedade da terra tende a concentrar-se (5 milhões de estabelecimentos em 1950, 2,9 milhões atualmente, com 185ha de extensão, em média). Nas grandes planícies predomina o trigo, com uma produção de 55,4Mt anuais. As culturas de milho (191Mt) e de soja (52,4Mt) estão localizadas no médio Mississipi. Os EUA estão entre os primeiros produtores mundiais de cítricos (12,1Mt), algodão (7Mt), tabaco e madeira. O rebanho bovino (99,2 milhões de cabeças) faz do país um dos maiores produtores de carne e de leite.

Excetuando-se o setor extrativista a indústria emprega cerca de 27% da população ativa norte-americana mesmo sofrendo concorrência no mercado externo e até no interno (apesar do protecionismo), e estando sujeita a crises de superprodução, ela continua excepcionalmente poderosa tanto pelo volume e diversidade dos produtos, quanto pela importância de suas grandes empresas com interesses transnacionais. No entanto, desde fins da década de 1980 os EUA são responsáveis apenas por 20% da produção industrial mundial, contra 60% em 1945-1950. Os EUA produzem 88Mt de aço nas usinas das regiões de Pitts Burgh e dos grandes lagos, o que corresponde a 1/10 da produção mundial. Na indústria automobilística, que era o símbolo da potência industrial dos EUA, hoje residem suas maiores dificuldades: garante apenas 1/5 da produção mundial e perdeu nos anos 80 o primeiro lugar para o Japão. O total de empregos no setor caiu de um milhão em 1982 para 660 mil em 1990. As firmas japonesas detêm 25% do mercado interno. Os EUA, porém, continuam entre os primeiros na indústria aeronáutica, em metalurgia do alumínio e do cobre, em refinarias de petróleo, em indústrias químicas (farmacêutica, têxteis sintéticos, plásticos, borracha), eletroeletrônicas e agroalimentícias, além da informática.

COMÉRCIO E SERVIÇOS:

O setor terciário norte-americano é bastante desenvolvido e emprega mais de 2/3 da população ativa. Abrange os setores de transportes e das telecomunicações. Engloba também a infra-estrutura comercial (enormes redes distribuidoras), financeira e tecnológica (laboratório e centros de pesquisas muitas vezes ligados a poderosas universidades). O Canadá e o Japão são os principais países com os quais os EUA Estabelecem relações tanto de importação quanto de exportação. A balança comercial, que por muito tempo apresentou superávit, hoje é deficitária, em parte devido aos conflitos relativos ao petróleo. O país enfrenta também um enorme déficit orçamentário. A renda dos capitais investidos no exterior pelas multinacionais, característica da economia norte-americana, é importante, mas não suficiente para equilibrar o balanço de pagamentos. O papel internacional exercido pelo dólar permite aos EUA serem simultaneamente banqueiros e clientes do resto do mundo, situação que favorece ou não os diversos setores da economia, conforme o período. Tal situação afeta igualmente o equilíbrio mundial, em razão do impacto econômico e político que os EUA exercem sobre numerosos outros países. O déficit comercial aprofundou-se: 150 bilhões de dólares no final dos anos 80, sendo que, com o Japão, chega a 50 bilhões de dólares. Os déficits orçamentários e da balança de pagamentos fizeram a dívida federal passar de 800 bilhões de dólares em 1980 para 2,5 trilhões em 1990. Os EUA fecharam 1995 com a taxa de inflação de 2,5% ao ano, menor índice registrado desde 1986. Em fevereiro de 1996, o presidente Bill Clinton entregou ao congresso nacional um informe econômico prevendo para 1996 baixa da inflação, controle do desemprego e crescimento da economia em torno de 2,2%. Candidato à reeleição, Clinton já havia cumprido parte de sua meta no primeiro semestre de 1996 com a queda dos índices de desemprego em março esse índice já havia caído de 5,8% para 5,5%.

Na maioria de católicos, também judeus.
A língua oficial deste país é o inglês.




O Iraque
A antiga Mesopotâmia abriga várias civilizações a partir de 3000 a.C.: os sumérios, os acádios, os babilônios e os assírios. Conquistada por persas, gregos e romanos, torna-se o centro do Império Árabe nos séculos VIII e IX. Os árabes fundam Bagdá em 762 e introduzem a religião

O Iraque moderno nasce em 1920, após a I Guerra Mundial, quando o Império Turco-Otomano é desmembrado. Uma decisão da Liga das Nações põe o novo país sob a tutela do Reino Unido, que instala no trono, em 1921, um monarca árabe da dinastia hachemita, Faisal Hussein. Um irmão de Faisal, Abdullah, torna-se mesma época o emir da Transjordânia (atual Jordânia), também sob controle britânico. Em 1932, o Iraque é admitido na Liga das Nações como Estado independente, mas os britânicos controlam seu governo e obtêm, com isso, direitos exclusivos de exploração do petróleo. Nacionalismo - Tropas britânicas intervêm em 1941, durante a II Guerra Mundial, para reprimir uma tentativa de golpe pró-nazista. Em 1948, o país participa da primeira guerra árabe-israelense. Dez anos depois, a monarquia iraquiana é derrubada por um golpe militar liderado pelo general 'Abd al-Karim Q asim, que instala um regime nacionalista. O novo governo é instável e enfrenta várias tentativas de golpe, lideradas principalmente pelo Partido Socialista Árabe Baath (renascimento, em árabe), que defende a união de todos os árabes numa única nação. Em 1961 é aprovada uma lei que limita os direitos das empresas petrolíferas estrangeiras. Qasim é derrubado e fuzilado em 1963, num golpe militar com participação do Baath, que se torna partido único em 1968. Em 1972, o petróleo é nacionalizado. Uma rebelião da minoria curda no norte do país é reprimida, deixando milhares de mortos entre 1974 e 1975. Guerra Irã-Iraque - O vice-presidente, Saddam Hussein, amplia sua influência nos anos 70, até assumir a Presidência, em 1979, por meio de um golpe. Em 1980, o Iraque invade o Irã, iniciando uma guerra que dura até 1988. O país recebe o apoio de potências ocidentais, como EUA, de Israel, da União Soviética (URSS) e de regimes árabes conservadores, entre eles Arábia Saudita e Egito, temerosos de que a Revolução Islâmica iraniana se expandisse a outras nações do Oriente Médio e às repúblicas soviéticas da Ásia Central. O conflito mata 300 mil iraquianos e 400 mil iranianos, devasta os dois países e termina sem vencedor. Em junho de 1981, a aviação israelense destrói o reator nuclear de Osirak, alegando que ele seria usado para a fabricação de armas atômicas. Guerrilheiros separatistas curdos atacam os militares iraquianos a partir de 1985. Três anos depois, as Forças Armadas do Iraque usam armas químicas - proibidas por convenção internacional - contra a aldeia curda de Halabja, matando cinco mil civis. Guerra do Golfo - O Iraque provoca um conflito internacional ao invadir o Kuweit, em agosto de 1990. Saddam Hussein responsabiliza o país vizinho pela baixa no preço do petróleo ao vender mais do que a cota estipulada pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). A ONU condena o ataque contra o Kuweit - aliado do Ocidente - e decreta embargo comercial ao Iraque. Saddam Hussein anexa o Kuweit como sua 19ª província. Fracassam as tentativas de solução diplomática e, em 16 de janeiro de 1991, forças coligadas de cerca de 30 nações, lideradas pelos EUA, iniciam os bombardeios contra o Iraque, na Operação Tempestade no Deserto. Em 24 de fevereiro, a coalizão lança um ataque por terra que destrói boa parte do Exército iraquiano e põe fim à ocupação do Kuweit. Em 28 de fevereiro é assinado o cessar-fogo. O número estimado de mortos na guerra é de 100 mil soldados e 7 mil civis iraquianos, 30 mil kuweitianos e 510 homens da coalizão. Rebeliões - No fim da guerra eclodem revoltas contra o regime de Saddam Hussein. No sul, a comunidade xiita toma várias cidades. No norte, separatistas curdos ocupam territórios. O governo reprime as insurreições com violência. Pressionado pela ONU, Hussein suspende as ações militares, e uma zona de exclusão para os vôos iraquianos é imposta no norte e no sul do país. O presidente iraquiano começa a negociar com dirigentes curdos um projeto de autonomia para o Curdistão. Nos últimos anos, guerrilheiros do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) têm usado o território iraquiano como base para ataques à Turquia. Embargo comercial - Os problemas com os EUA e seus aliados prosseguem, por cauda das violações ao acordo de cessar-fogo, pelo qual o Iraque se comprometeu a reconhecer as fronteiras do Kuweit, a suspender a perseguição aos xiitas e curdos e a permitir a inspeção e destruição de suas armas químicas, biológicas e nucleares. As forças norte-americanas respondem com bombardeios ao Iraque. O primeiro acontece em 1993, depois que inspetores de armamentos da Comissão Especial das Nações Unidas (Unscom) são impedidos de entrar no país. Sob risco de nova ação militar, o Iraque retira tropas estacionadas perto da fronteira do Kuweit em 1994 e reconhece a soberania do vizinho. Inspeção internacional - Em 1996, o Iraque entra em acordo com a ONU para voltar a vender petróleo, o que acontece no ano seguinte. A operação "petróleo por comida" prevê que, a cada seis meses, o país pode exportar uma cota e adquirir gêneros básicos para a população, duramente castigados pelo boicote econômico. Segundo a ONU, as sanções econômicas serão mantidas até que os inspetores da Unscom concluam que todas as armas biológicas e químicas do país foram destruídas. Em outubro de 1997, Saddam expulsa do país os integrantes norte-americanos da Unscom, alegando que a equipe tem excessiva participação dos EUA. A tensão eleva-se até a assinatura de outro acordo, em fevereiro de 1998, que inclui na Unscom diplomatas de vários países. Raposa do Deserto - O Iraque suspende novamente a cooperação com a comissão. Em reação, os EUA e o Reino Unido lançam a maior ofensiva militar contra o Iraque desde a Guerra do Golfo, em dezembro de 1998, com o objetivo de "debilitar a capacidade iraquiana de produzir e usar armas de destruição em massa". Durante 70 horas, o país é alvo de bombardeios e mísseis que destroem instalações militares e civis. Setenta pessoas morrem, de acordo com o governo iraquiano.

O país fica situado no sudoeste da Ásia.A área é 434.128 Km2.As principais cidades são: Bagdá, Mosul, Irbil, kirkuk e Basra.
A capital é Bagdá A população é de 23.1 no ano de 2000. 80% árabes, 15% curdos, turcomanos, sabeus, iezites e marchetes, 5%.

O idioma é árabe (oficial) e curdo.A nacionalidade é iraquiana, a moeda é o dinar iraquiano.O tipo de governo é a republica presidencialista. A população é de 23.1 no ano de 2000.
A mortalidade infantil é 22.3, a expectativa de vida é de 61/64 H/M.
A religião é: islamismo (97 %), cristianismo (2.7)%.

Conclusão
E para concluir meu trabalho gostaria de citar os motivos e as conseqüências da guerra do Golfo, tema escolhido para realizar meu trabalho de geografia sobre os conflitos entre dois ou mais países.
A guerra do Golfo ocorreu porque o Iraque acumulava dívidas externas, a economia do país dependia do petróleo e com os preços em baixa, o país não poderia saldar nem parte dessa dívida, então, o governador acusou o vizinho Kuweit de forçar as baixas internacionais no preço do petróleo e também reivindicava parte do território do Kuweit.O Kuweit se recusou, por isso foi invadido, então, o presidente dos EUA enviou tropas para o golfo e impôs um boicote econômico ao Iraque, essa guerra durou oito anos, a capital Bagdá foi destruída e foram encontrados mais de cento e cinqüenta mil iraquianos mortos e houve o maior acidente ambiental de todos os tempos.
O Iraque foi o prejudicado nessa guerra.



Trabalho enviado por:
Ana Luiza Dias Abdo Agamme





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PEDAGOGIA


PEDAGOGIA:  A  Ciência do Educador


Trabalho enviado por:
Ederson Luiz Vieira


    Em  estudos  ao livro de MARIO OSÓRIO MARQUES, pude fichar as idéias que mais se destacaram e que foram mais importantes nos meus estudos.
    O homem qualifica-se pelo grau de saber e  autodeterminação com que produz e assume suas condições de existência. Fundamentar-se a vida humana no conhecimento, é uma exigência que vai além daquilo que a intuição prática dos fatos prescreve. A noção do conhecimento, deve reconhecer outras formas de racionalidade e com elas conviver, sem a elas sobrepor-se ou subordinar-se.
    O processo de conhecimento não consiste em mero registro de fatos, mas na operação de diferenciações/identificações no estabelecimento de relações que implicam a operação de distinções e referenciamentos. Daí o fato de se constituírem, na história do pensamento humano bem como na elaboração mental da criança, antes de experiências biológica, etc.
    No humanismo renascentista das cidades italianas do norte, casavam-se o recurso ao instrumental matemático, e o estudo das humanidades na volta de Platão, significando a valorização das disciplinas lógico-linguísticas. O pensamento renascentista imprime o novo direcionamento à relação enter o conteúdo impírico e a forma matemática. O empírico encontra na experiência sua verdadeira valorização, verificação e justificativa.
    Em Galileu Galilei culmina esse processo de vinculação  dinâmica das ciências empíricas às ciências lógico-matemáticos.
Da lógica da descoberta o modelo é a matemática, e nesse sentido DESCARTE postula uma matemática nova, que contenha os rudimentos da razão humana, apta a extrair de qualquer assunto, as verdades que encerre, embora reconhecendo os avanços trazidos pela Álgebra e pela Geometria Analítica, Descarte busca reconstruir os mecanismos dedutivos nesse espaço interno onde não existe a distinção entre aparência e realidade.
    Em sua teoria da ciência, August Comte exige como sujeito de conhecimento o progresso técnico-científico que determina nossas reais necessidades captadas pela observação sistemática.
    Na correlação entre o histórico e o lógico, o histórico atua como processo de mudança do objeto do conhecimento, enquanto o lógico é o meio através do qual o pensamento realiza, em forma teórica, a reprodução do processo histórico-real em toda sua objetividade, complexidade e contrariedade.
    O conhecimento apóia-se na experiência, a experiência sempre se fundamenta num conhecimento anterior. Sem a experiência não existe conhecimento.
    No ponto de vista dos atos de fala, ou da ação comunicativa, percebe-se a linguagem. A linguagem é a operação fundamental de nosso ser no mundo, a forma abrangente de constituição do mundo. Ela é a memória coletiva das comunidades humanas, donde emergem as categorias fundamentais de interpretação do mundo.
    Vemos a educação como fenômeno primordial e básico da vida humana. A ação educativa constitui-se em prática social; prática exigente de uma teoria que a constitua e oriente, da mesma forma que a teoria é teoria prática específica.
    A primeira forma de educação proposital, já no Antigo Egito, é a educação política, a educação para o poder, especificamente o poder da fala como arte política de comando.
    Sócrates retoma o valor da educação, como desenvolvimento da capacidade de pensar através de conceitos de validade universal, arte do diálogo entre os homens no cumprimento do dever ser sábios. Com Platão, a Filosofia passa a iluminar e decidir sobre os fins e as modalidades da educação. Aristóteles postula uma educação progressiva na evolução natural do ser humano, ser psicobiológico em que se desenvolvem sucessivamente as vidas físicas, o instinto, a razão.
    A educação do homem livre torna-se enciclopédica, compreendendo a educação também na língua estrangeira, e a educação nas disciplinas reais: Geografia, Aritmética, Geometria, Astronomia, Teoria Musical. Acrescentava-se, assim, à escola rudimentar, o ensino secundário.Com a sistematização geral e a classificação do saber novo das ciências na Enciclopédia, propunha também a universalização da escola estatizada para sustentáculo dos sonhos revolucionários.
    Rousseau propõe à educação uma revolução copernicana ao colocar a criança no centro e como objetivo último de uma educação natural de duplo sentido. Com o direito à felicidade e à ignorância das coisas inadequadas à infância e com a educação dos sentidos, advoga Rousseau a valorização do jogo, do trabalho manual, do exercício físico e da higiene, a experiência direta das coisas, a construção pessoal dos subsídios didáticos e não aceitação dos já prontos.
    O positivismo advoga o ensino livre na lógica do pensamento liberal, a redução da Pedagogia às metodologias e do ensino à descrição, um lugar de análise, dos fatos e teoria. A reflexão propriamente pedagógica toma vulto, nos países de capitalismo tardio, ante as possibilidades de ainda poder sonhar e a necessidade de definir o perfil de uma nova sociedade.
    A tendência de embasar-se a Pedagogia moderna na pesquisa psicológica é mais bem alicerçada nos estudos de Piaget e de Vygotsky. Sustenta Piaget eu a inteligência não é pré-formada nos objetos nem no sujeito, mas é construída pelo sujeito em interação com a realidade. Vygotsky acentua, a existência na criança de uma "zona de desenvolvimento potencial", por onde se dão diferenças entre o nível das tarefas desenvolvidas autonomamente pela criança e o nível da realização das tarefas executadas sob orientação e ajuda dos adultos. Conclui-se daí que o compromisso fundamental da instrução é a criação de uma área de desenvolvimento potencial, obra coletiva, sob a direção dos adultos.
    Como nunca, são atuais e decisivos os desafios postos à educação. O trabalho especializa-se, intelectualiza-se e se diversifica. Na realidade, a Pedagogia nunca chegou a constituir-se em ciência que desse conta dos problemas da educação de cada época. Nunca se esperou tanto da educação, nunca tantos recursos nela se investiram, mas nunca, também, foram maiores as dúvidas, incertezas, contestações.
    No paradigma das ciências complexas há de situar-se, de forma relevante, a Pedagogia. A pedagogia necessita estabelecer permanente comunicação com as demais ciências.
    Não basta vincular a educação ao universo do entendimento para torna-la inteligível e conduzi-la à clara luz dos caminhos iluminados por objetivos explicitados. Importa também vincula-la ao universo da ação histórica, em círculos organizativos que se expandem desde a auto-organização dos educadores, dos educandos, dos servidores da educação, das famílias, no interior e ao redor das instituições educativas, até as organizações da sociedade civil, as organizações políticas, as organizações e movimentos de classes aí incluindo o descortino das lutas estratégicas, das negociações e das alianças.
    Na Pedagogia, as relações entre prática e teoria tornam-se fundantes, constitutivas. O objetivo da Pedagogia não está na referência a dado prévio, mas em ser ela uma prática reflexiva inserida no acontecer mesmo da educação como inserção atenta e ativa vida social, inserção original, direta, radical, é ela mesma, mediação fundamental.
    A linguagem meramente cognitiva reduz-se à sua relação a uma realidade exterior, com o objetivo de chegarem a compreensão comum, de processarem a experiência de uma comunidade histórica.
    A educação necessita ser visualizada, organizada e conduzida em sua historicidade por formas de racionalidade mais ampla e abrangente, para que capte o sentido de viver humano no mundo e as intencionalidades da emancipação de todo e de todos os indivíduos.
    Busca-se superar o individualismo da filosofia da consciência, mediante uma teoria de interação. Para Hannah Arendt, a ação corresponde à condição humana da pluralidade, ao fato de que homens, e não o Homem, vivem na terra e habitam o mundo. Na conceituação de Habermas, a ação comunicativa é um processo interativo, lingüisticamente mediatizado, pelo qual os indivíduos em seus grupos coordenam seus projetos de ação e organizam suas relações de reciprocidade.
    A Pedagogia, em sua qualidade de prática voltada à prática, não parte dos dados da experiência estabelecida, nem pode ser derivada de posturas teóricas prévias. Ela, no entanto, não pode reduzir-se a mera leitura hermenêutica da prática, necessita  assumir um caráter ativo, produtivamente atuante no sentido da renovação e transformação.
    Na  expressão de Makarenko, a Pedagogia "é uma ciência dialética que não permite dogmas de modo absoluto..." O planejamento e a condução conscientes deste processo educacional coletivo constituem a tarefa responsável da Pedagogia, a própria Pedagogia se insere na experiência permanente da educação.
    Mediante medidas organizacionais de ordem geral e medidas educacionais especificas, a pedagogia inicia e dirige o processo educativo e lhe controla os resultados, conforme sucesso e insucesso.
    A Pedagogia ganha vida, constrói-se e se faz efetiva como teoria da prática para a prática. Denominamos método ao momento da explicitação da prática pedagógica, ao discurso em que se articulam a experiência e a condução teórica no seio dos coletivos fundados na comunicação das realizações práticas e das intencionalidades/razões em que assentam. O método constrói-se como discurso em que se articula a lógica interna. É a presença ativa dos sujeitos do conhecimento, a vigilância, a disciplina interior e coletiva, a concriatividade, aplicadas constantemente ao desenvolvimento da atividade cognitiva explícita, de maneira que nela não se reifique ou degenere a concepção teórico-crítica da produtividade da história como ruptura de sentido.
    O método constrói-se como discurso em que se articula a lógica interna, o travamento da prática discursiva orientada pela anteposição de seus pressupostos teóricos.
    O método, gerado pela teoria e capaz de regenerá-la a cada passo, significa reflexibilidade nas e pelas práticas sociais, iniciativa, invenção, arte, estratégia, como capacidade de os sujeitos pensantes transformarem-se e transformarem as condições de sua ação em novos níveis, por onde se especifiquem e determinem os procedimentos táticos e o emprego de determinadas técnicas de trabalho.
    As coordenadas teórico-metodológico  da pedagogia definem-se de forma articulada do pressuposto da ciência da educação em suas dimensões constitutivas e operacionalizadas.
São, assim, três os cenários em que se devem atualizar, ou em que devem atuar, as dimensões constitutivas da     Pedagogia: a) o nível das práticas educativas diretas; b) o nível das práticas instituintes da organização como institucionalização de uma proposta pedagógica consensualmente validada e mantida no espaço das estratégias de ação; c) o nível das práticas coletivas como movimentos de direção.
    O portador das ciências e o sujeito das práticas são sempre o homem e é no próprio homem que se encontram as possibilidades de se humanizar. É pela mediação dos sujeitos da educação, que a Pedagogia se pode realizar em sua qualidade de ciência submetida ao primado da prática por sua referência às práticas concretas de educadores/educandos na face-a-face  da imediatez.
    Enquanto promotores/ destinatários da prática e da teoria atuam na realidade educacional concreta, a pedagogia passa efetivar-se mediante decisões e práticas individuais.
Ponto de partida e ponto de chegada da Pedagogia são as relações educativas em que se defrontam educadores e educandos na imediatez de práticas concretas/determinadas. Tarefa inicial da Pedagogia, no que se refere à historicidade dos conteúdos do ensino, é a compreensão crítica deles. Tanto os saberes práticos dispersos e difusos, como as ciências e as artes, trazem consigo as intencionalidades com que são produzidas e manipuladas.
    Desde Aristóteles, a Retórica tem desempenhado essa função de traduzir as propostas teóricas para o nível das convicções e ações práticas, uma função que hoje exerce a propaganda, nos interesses dos que a promovem.
    À Pedagogia, cabe presidir a análise e proposição dos procedimentos didáticos, das metodologias e técnicas exigidas pelo processo do ensino-aprendizagem. Cabe indagar se os materiais didáticos empregados para subsídio do ensino-aprendizagem são adequados, quer aos objetivos a que devem seguir, quer às características e exigências dos que deles se irão utilizar.
    As práticas educativas, por sua própria exigência de continuidade, materializam-se em conjuntos práticos, que são as instituições. Desta forma, os meios e a contextualização da educação dão-se concretamente organizados e conduzidos em instituições situadas na esfera política da sociedade ampla diferenciada.
    Os processos da educação não podem prescindir dos suportes institucionais, que os condicionam, que os limitam, que lhe oferecem os meios e instrumentos.
    A escola é elemento de um processo mais amplo no seio da sociedade abrangente e das comunidades concretas, que a fazem vinculada ao mundo da vida e, ao mesmo tempo, distanciada para a reflexão e a crítica. Em abordagem hermenêutica, ela deve ser vista como um texto escrito por muitas mãos, as de quantas as instâncias sociais nela atuantes, e exigente de uma leitura criativa, em que se coloquem entre parênteses aquilo que parece natural, para que nela possam ativa e energicamente reposicionar-se aos educadores/educandos.
    As escolas dependem da  organização, a condução e o seu funcionamento. Dessa forma a escola defronta-se com instituição e organização que a condicionam, limitam  e oferecem meios e instrumentos mais ou menos marcados por ideologias, objetivos e normas.  
    A ação educativa constitui-se em prática social, porque, distinta de comportamento natural, espontâneo, constrói-se e orienta-se com intencionalidade manifesta. Essa tomada de consciência e esse direcionamento explícito são o que denominamos projeto pedagógico. A substituição das interações espontâneas por interações pedagógicas faz com que as práticas concretas da educação escolar sejam organizadas e conduzidas, inseparáveis, portanto, de um projeto pedagógico. "Valem as instituições educativas pela proposta pedagógica que veiculam e a que fornecem as condições de realização".
    O projeto pedagógico consensual não é dado por algo  ou alguém na escola, mas pressupõe  um contexto livre de violências, em que todos os membros do universo escolar possam participar em pé de igualdade.
    A Pedagogia não pode limitar-se ao entendimento de como se dão as relações educativas de fato e ao estabelecimento de diretrizes gerais para a educação nos horizontes ampliados da emancipação humana e da maioridade dos sujeitos. A ela incube presidir à organização e condução da instituição educativa, no sentido de como se vão dar as relações internas do poder, e de como se vão relacionar a gestão institucional. À     Pedagogia compete também estabelecer os mecanismos com que se expressem as novas relações de poder e controle que a proposta pedagógica da escola supõe exerçam os educadores/educandos sobre as condições e instrumentos de sua atuação.
    O plano curricular abrange os procedimentos didáticos pela necessária articulação social do processo educativo no interior da escola. A didática, opera-se no campo da racionalidade instrumental estratégica, busca diretamente a interação educativa, atenta às dimensões das relações sociais e às dimensões dos conteúdos de ensino.
     Por fim, é dos princípios fundamentais  da Pedagogia e da Didática  a ela subordinada que derivam os critérios de embasamento teórico das metodologias específicas, da construção e desenvolvimento das tecnologias educacionais apropriadas e dos materiais instrucionais.
    Se a Pedagogia é a revelação das intencionalidades da educação, torna-se princípio reitor dela a educação que queremos. Não a educação referida à Pedagogia, mas a Pedagogia referida da prática social dos educadores/educandos. E, se a educação é processo dialogal, em que os homens constroem-se em reciprocidade, o mundo do convívio e da comunhão, que consideramos como relação face-a-face, necessita ser percebido como relação ouvido-a-ouvido. É no diálogo dos educadores/educandos que se constrói a Pedagogia.

     PAPER
    PEDAGOGIA:  A  Ciência do Educador
    Conforme o conhecimento que o homem tem, e dependendo da forma como ele vive no meio e com o meio, ele estará qualificando-se. Mas esse conhecimento baseia-se justamente nessas relações, pois a convivência, as vezes nos ensina mais do que aqueles fatos que devemos "guardar". Em suma, sem experiência não há conhecimento. Em nossa relação com o mundo, o elemento fundamental para que possamos nos relacionar, é a linguagem.
    O princípio da vida humana é a educação, e conforma Sócrates, ela é vista como desenvolvimento da capacidade de pensar. Mas os desafios que são colocados à educação, nunca são decisivos, sempre tem algo para acrescentar, algo por fazer, e a educação deve estar no universo da ação histórica, onde todos possam usufruir dela.
    Com relação a pedagogia, ela deve ser um prática reflexiva sobre tudo o que possa acontecer, desde na educação até na vida social. E ela ganha vida e se efetiva como teoria da prática para a prática. Podemos dizer, que é através do diálogo, da interação entre educadores e educandos, que constróem-se a pedagogia, pois é a educação um processo dialogal entre os seres, e nessa perspectiva não devemos dissociar pedagogia e educação.

Trabalho enviado por:
Ederson Luiz Vieira





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VOLTA À CENA E PROTESTA CONTRA POLÍTICA DO GOVERNO

Trabalho enviado por:
Stela Mary

    Recentemente teve início uma greve de professores e servidores nas Universidades Federais brasileiras que mobilizou a princípio alguns grupos, mas logo recebeu a adesão de toda a categoria, inclusive com o respaldo estudantil. Os estudantes ficaram do lado dos professores que estão sem aumento há mais de três anos e apoiaram a greve, incluindo na pauta de reivindicações  a defesa do ensino público contra a privatização.

    Desde o Impeachement do presidente Fernando Collor, os estudantes parecem ter perdido a motivação. Eles já não são tantos nas ruas a protestarem contra os descaminhos da política brasileira. A mobilização hoje é bem menor do que durante o episódio do impeachement e muito inferior às multidões da década de 60. Por que não há uma postura mais combativa em relação à política de Fernando Henrique Cardoso, já que os próprios integrantes do movimento estudantil afirmam ser a continuação da política do outro Fernando? Quais as razões para os jovens em geral estarem desmotivados a lutar pelas causas sociais?

    Na opinião dos críticos do movimento não há um posicionamento firme e organizado por parte do setor estudantil e isso implica dizer que a categoria possa estar passando por uma fase de estagnação. Mas essa fase nunca foi tão longa, pois se observarmos a história do movimento estudantil, em outros tempos houve períodos de relativa paralisia dos jovens em relação à política mas, apenas, relativa.

    Líderes do movimento rebatem às críticas afirmando que apesar de haver uma desarticulação em alguns grupos, os estudantes não estão em estado de paralisia. "Estamos nos reorganizando aos poucos. Aqui em Recife, por exemplo, estamos realizando atividades visando o engajamento dos jovens em campanhas como a do voto aos 16, e a campanha pelo primeiro emprego, sem contar com a nossa principal bandeira que é a luta pelo ensino público de qualidade nas escolas e universidades", assegura o presidente da União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas (UMES), Isaac Araújo. Estudante do curso de biblioteconomia da UFPE, Isaac vem acumulando desde abril as presidências da UMES e União da Juventude Socialista (UJS) do Recife.

    Na Campanha pelo Voto aos 16, representantes do movimento incentivam os estudantes entre 16 e 18 anos a tirarem seus títulos de eleitores, visto que nessa idade o voto é facultativo. Esta iniciativa é considerada pelos líderes do movimento como um exercício de cidadania necessário para que haja maior engajamento da juventude no processo político-social do país. E a Campanha pelo Primeiro Emprego vai colocar os jovens (principalmente entre 15 e 25 anos) a par  da realidade brasileira em relação à política de exclusão social que resulta em milhões de desempregados, de acordo com a visão de lideranças jovens. O objetivo é pressionar as autoridades competentes a elaborarem programas, apresentando soluções para o problema. "A maioria dos jovens, principalmente os que pertencem à comunidade de baixa renda da população, se encontra sem perspectivas diante da realidade que vivemos, em que conseguir um emprego está cada vez mais difícil, e mais ainda para quem não tem experiência anterior", lamenta Isaac Araújo. Além destas campanhas, o Movimento Estudantil no Recife está organizando o próximo congresso da UMES a ser realizado ainda este ano. O Congresso da UJS aconteceu no início do mês de maio e contou com a presença de lideranças da  esquerda pernambucana.

    Ditadura é culpada - O  distanciamento da política, em que se mantém a maioria dos jovens brasileiros, encontra explicação nos mais de 20 anos de ditadura militar vivida no Brasil. Pelo menos é o que acredita líderes do movimento, como o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Ricardo Cappelli, 26 anos. "A geração de hoje vive sob a influência da ditadura, por isso não está acostumada ao debate. Muitos são guiados pela lógica neoliberal do individualismo. Cada um na sua, e se possível, com alguma coisa em comum. E não poderia deixar de ser assim por causa do longo período de ditadura vivido no país", justifica. Cappelli acredita na candidatura de Lula (PT) como oposição à Fernando Henrique Cardoso por ainda ser o petista a maior liderança de esquerda no país, mas afirma que a entidade não irá apoiar, oficialmente, nenhum candidato. Ele afirma que a função da UNE é lutar por uma política educacional que não discrimine os cidadãos, que leve oportunidade a todos de ter acesso ao ensino público e de qualidade. O resto é conseqüência. "Mas é claro que se a sociedade estiver vivendo uma situação crítica, um momento ímpar como foi o impeachement de Collor, temos que aderir às manifestações", diz ele.Cappelli admite que falta debate, mas nega que os jovens estejam despolitizados.

    Há quem discorde do presidente da UNE. O ex-militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), Carlos Eugênio Paz, 48, recorda que os jovens de sua época(décadas de 60 e 70) eram mais determinados, mais politizados. "Naquela época garotos de 14, 15 anos, já pegavam em armas para lutar contra a ditadura. E hoje o que fazem? São jovens consumistas e cada vez mais individualistas. É a geração shopping center. Vivem vidrados na Xuxa e no Ratinho. Não generalizo, mas a maioria dos jovens de hoje não está nem aí para a política". Carlos Eugênio entrou na luta armada com apenas 16 anos e, recentemente, escreveu dois livros contando suas experiências: Viagem à Luta Armada e Nas Trilhas da ALN.

    Na opinião da deputada estadual e ex-dirigente da UNE Luciana Santos (PCdoB), o desinteresse dos jovens em relação à política se deve ao esfriamento e, em alguns casos, ao fim das grandes organizações de esquerda no mundo. "A juventude perdeu os seus referenciais e está sem perspectivas", analisa a deputada.


        Entidades Estão Desorganizadas

    Como exemplo da desarticulação em que se encontra o movimento no estado, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) estão há algum tempo sem Diretório Central, a entidade máxima dos estudantes dentro da universidade. Na Católica a antiga diretoria causou um rombo de cerca de 20 mil reais nos cofres daquele D.C.E. e entre os credores está a Antarctica. São dívidas referentes à gastos com calouradas, desvios de dinheiro das carteiras estudantis e não pagamento de funcionários.

    A Unicap tem 40 cursos e apenas 11 Diretórios Acadêmicos, o que demonstra um grande desinteresse da estudantada em relação aos problemas não apenas da universidade mas da educação em geral. E como que por falta de alternativas, integrantes da antiga diretoria do DCE manifestam interesse em reassumir o diretório. Contra eles uniram-se outros estudantes, fundando o Grupo Despertar, mesmo grupo responsável atualmente pelo D.A de Direito que já está com mais de um ano de gestão.

    O presidente do Diretório Acadêmico de Direito da Unicap, Samuel Vitalino diz que a preocupação agora é negociar o débito do Diretório Central para então, reabrí-lo. E segundo ele, vai ser possível liqüidar uma parte considerável da dívida com os fundos arrecadados com a confecção das carteiras de estudante deste ano. E no que diz respeito às manifestações sociais Samuel Vitalino é incisivo ao opinar que as entidades estudantis não devem se envolver tanto com política. "Por que os estudantes devem levantar a bandeira dos Sem Terra? Quando foi que eles se manifestaram a favor por exemplo da continuidade do crédito estudantil na universidade particular ou pela melhoria do ensino"?

    De qualquer forma, o estudante de Direito Breno Luz explica que "até onde vai o direito do cidadão possuir seu pedaço de terra, os estudantes do curso apoiam os Sem Terra com base no artigo V da Constituição de 1988. Mas, de acordo com Samuel "não é interessante para os líderes do movimento que a Reforma Agrária seja feita, por que se isso acontecer, encerra-se a atividade deles, e eles vivem disso". Segundo Samuel é por isso que às vezes eles recusam terra quando o governo tenta fazer alguns assentamentos, alegando não ser fértil para o cultivo. "Como é que eles sabem se nem chegaram a plantar?", critica o estudante.

    É por esse e outros motivos que ele não concorda que os estudantes devam participar intensamente da política, afinal eles já têm seus próprios problemas para resolver. "Devemos levantar a bandeira da classe estudantil, dos problemas que afligem a educação no país e de cada curso especificamente, pedir mais incentivo à pesquisa entre outras coisas", defende.

    O presidente regional da UNE, Luiz Henrique, 23, não gosta de comparar o movimento de hoje com o de décadas passadas. Para ele, o contexto social na época do Regime Militar, por exemplo, era muito diferente do atual. Ele até concorda que a maioria dos jovens está despolitizada, mas isso se deve "ao desestímulo geral criado na sociedade e nas universidades em se participar da vida política. Antigamente, os professores se envolviam mais e incentivavam os alunos a defenderem certas posições políticas", arrisca.

    O desinteresse dos jovens também é creditado a um certo receio quanto a ameaça de um retorno da repressão caso as coisas tomem um rumo que fuja ao controle dos governantes. "Não acredito que o Brasil sofra um retrocesso tão grande, mas muita gente guarda um receio em relação a isso". Estudante de economia da UFPE e filiado ao PCdoB, Luiz Henrique conta que quando começou a militância, sua mãe tentou convencê-lo de que essa atividade poderia ser perigosa. A preocupação da mãe do estudante pode ter fundamento quando se confirmam fatos como o que aconteceu na Bolívia: há uns três meses estudantes bolivianos sofreram repressão da polícia devido a manifestações e houve denúncias de torturas. No último mês de maio seis estudantes foram mortos em manifestações contra o governo do presidente Suharto, na Indonésia. Motivo: aumento da inflação e do desemprego e desvalorização da rúpia, moeda local.

    Quanto ao DCE da Federal, Luiz Henrique foi o último presidente e explica que houve um problema político interno. Nas últimas eleições para a diretoria, em 1995, houve uma pequena diferença no resultado, entre 50 e 60 votos. A chapa vencedora ficou pouco tempo na administração, pois a adversária queria novas eleições e criou-se um clima insustentável de divergência. Segundo Luiz Henrique a chapa derrotada começou a prejudicar o andamento da gestão o que resultou no fechamento do DCE. Tentou-se realizar novas eleições, mas vieram as férias e não teve quórum, depois o Congresso da UNE, greve dos professores... Enfim, uma série de fatos que adiaram as novas eleições. Mas o dirigente assegura que há uma mobilização para reabrir estes diretórios em breve.
 
Entre Perdas e Ganhos, os estudantes têm intensa participação na História do Brasil

    Fundada há 61 anos, a União Nacional dos Estudantes (UNE) continua resistindo aos embates e combates travados na cena política brasileira. Mas a participação dos jovens na política diminuiu muito nos últimos anos, dando margem ao que se chama de alienação. Vale lembrar que a participação jovem na política vem de bem antes da UNE. Ainda no Brasil Colônia e no Império eles formavam grupos e sociedades em favor da Abolição da Escravatura e pela implantação da República, só para citar duas bandeiras de destaque erguidas pela juventude brasileira.

    Na primeira década deste século um trágico episódio marcou a vida da sociedade brasileira: José de Araújo Guimarães e Francisco Pedro Ribeiro Junqueira são assassinados, em plena luz do dia, por uma Brigada Policial. Os policiais foram enviados para conter uma manifestação de estudantes durante a Campanha Civilista da oposição, que tinha Rui Barbosa como candidato à Presidência da República, contra o marechal Hermes da Fonseca.

    O Movimento Estudantil no Brasil tem uma trajetória longa de lutas, com perdas e ganhos, erros e acertos. As conquistas foram obtidas  com muito sangue e suor. Jovens, em geral entre 15 e 25 anos, nas escolas, universidades ou sedes de partidos, se reuniam e passavam horas a discutir os problemas do país. Ganhavam as ruas para protestar contra regimes autoritários, a falta de liberdade de expressão e pedir igualdade de oportunidades. Ergueram diversas bandeiras por causas sociais.
Estudantes sofreram forte repressão militar

    Durante sua existência a UNE acumulou muitas lutas. Desde sua criação em 1937, mesmo ano do Estado Novo de Getúlio, começou a sofrer interferência dos governantes sempre que se colocava como força de peso no cenário político. Um exemplo dessa intervenção aconteceu em 1951, quando o Ministério da Educação cuidou junto com uma organização norte-americana, a United States Agency for International Development (Usaid) de deter as ações comunistas no meio universitário. Agentes norte-americanos, disfarçados de estudantes, se infiltraram em universidades brasileiras com o fim de combater as idéias comunistas.

    Essa ação se estendeu a vários estados. Na época de Getúlio, cujo governo tinha cunho nacionalista, encontrou uma certa resistência. E já nos anos 60 Pernambuco foi um dos poucos estados a denunciar a farsa publicamente. Uma comissão criada pelo então governador Miguel Arraes definiu os acordos educacionais feitos com os Estados Unidos como perniciosos ao Estado.

    Outro exemplo da forte repressão ao movimento estudantil brasileiro foi a aplicação da Lei nº 4.464, de 9 de novembro de 1964, conhecida como Lei Suplicy de Lacerda (então Ministro da Educação), que extinguia a UNE. No ano do golpe, a entidade era presidida por José Serra, atual Ministro da Saúde de FHC. A partir daí, vários estudantes foram perseguidos. Uns foram mortos, alguns foram para o exílio e outros continuam desaparecidos até hoje.

    1968: o ano que não terminou - Este é o título do livro de Zuenir Ventura. E este ano ficou fortemente marcado na história do Brasil. Há quatro anos, os brasileiros estavam vivendo sob o autoritarismo e violência do Regime Militar. Pessoas haviam sido mortas e outras se encontravam desaparecidas. As manifestações de protesto contra o regime continuavam firmes, mas um fato agravou a situação: o estudante Edson Luiz Lima Souto, 17 anos, foi morto pela Polícia Militar no restaurante universitário Calabouço, no Rio de Janeiro.

    A morte de Edson Luiz despertou diversos setores da sociedade. Uma multidão de pessoas movidas pelo sentimento de indignação e revolta ganharam as ruas para protestar. Entre outros fatos, no dia 26 de junho aconteceu no Rio a Passeata dos Cem Mil. E muitas outraspasseatas se seguiram a esta. No entanto, dia 5 de julho uma nota do Ministro da Justiça proibiu as passeatas. No final do ano, dia 13 de dezembro, o presidente Costa e Silva decretou o Ato Institucional nº 5, que fechou o Congresso Nacional e intensificou a perseguição aos opositores do regime.

    Manifestações populares aconteciam com intensidade também na França dominada pelo marechal De Gaulle. No dia 7 de maio deste ano sete mil estudantes entraram em choque com a polícia, em Paris. Universidades foram fechadas. E ainda no mês de maio, 10 milhões de grevistas pararam a França. Em junho a violência tomou novamente as ruas de Paris, e resultou na morte de um estudante e um operário.

    Além do Brasil e da França, acontecimentos semelhantes foram noticiados nos jornais locais também na Itália, Venezuela, Colômbia e Espanha. Todos envolvendo trabalhadores e/ou estudantes, contra o autoritarismo e a política de seus respectivos governos.


Pouco interesse pela política e um Movimento de pouca dimensão

    É possível, ainda, encontrar grupos de estudantes reunidos, discutindo política ou estudando o manifesto comunista de Marx e Engels, mas, a quantidade de jovens engajados caiu drasticamente nos últimos anos. A redução dessa participação pode ser constatada nas manifestações de rua atualmente. Hoje, ao invés de 100 mil, o movimento mal arrasta algumas centenas, o que o torna quase inexpressivo e sem força para interferir nas grandes questões políticas. No entanto, os líderes rebatem apontando para os números de manifestantes em episódios isolados como o Impeachment de Collor e os protestos contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, no início do ano passado, que arregimentou cerca de 6 mil manifestantes só no Recife. Há quem diga que os meios de comunicação contribuíram muito para o quadro atual da sociedade, de completa alienação política pela maioria da população. Para esses,  a mídia exerce um forte poder de mobilização e a classe dominante se utiliza deste recurso para manipular o comportamento das massas.




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Stela Mary




FONTE: EDMS – Trabalhos Escolares, Educação & Diversão (ANO 2000 - 2003)


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