segunda-feira, 3 de junho de 2013
Crocodilo - Origem do nome - A mordida do crocodilo - Digestão poderosa - Distribuição geográfica - Estado de conservação - Características - Taxonomia - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Crocodilo
Crocodilo-do-nilo
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Crocodylia
Família: Crocodylidae
Géneros
Crocodylus
Osteolaemus
Tomistoma
Crocodilo é o nome comum a catorze espécies dos répteis da família crocodylidae. O termo também é usado às vezes para incluir todos os membros da ordem crocodylia: isto é, os crocodilos verdadeiros, o gavial (família Gavialidae) e os caimões,os aligatores e jacarés (família Alligatoridae).
Os crocodilos vivem nas Américas, África, Ásia e Austrália. Os crocodilos habitam geralmente as margens de rios, enquanto os da Austrália e ilhas do Pacífico também frequentam o mar. O único predador natural do crocodilo é o tigre que raramente alimenta-se dele em determinadas áreas da Ásia.
O maior réptil hoje na face da terra é o crocodilo-de-água-salgada encontrado no norte da Austrália e ilhas do sudeste da Ásia.
Os crocodilos, depois das aves, são os parentes mais próximos dos dinossauros atualmente. Tanto dinossauros quanto crocodilos evoluíram dos tecodontes, assim como as aves podem ter evoluído dos dinossauros. Isso faz com que os crocodilos sejam mais aparentados com as aves do que com todos os outros répteis atuais. Surgiram a 248 milhões de anos aproximadamente, tendo convivido com dinossauros. Apesar de não terem a mesma mobilidade que seus antepassados, já foram registradas crocodilos que podem correr nas margens de rios a uma velocidade de até 16 km/h.
Origem do nome
Na Europa medieval, o crocodilo era um animal pouco menos que mitológico, conhecido apenas pelas referências de gregos e latinos que o haviam visto no Egito. Os romanos o chamaram crocodilus, palavra que tomaram do grego krokodeilos. Em textos de língua ibérica, a palavra aparece registrada pela primeira vez em 1251, como cocodrillus.
Os gregos cunharam esse nome tomando-lhe de kroké (pedra) e drilos (gusano, verme) depois de haver observado os crocodilos sobre bancos de areia e na margem dos rios desfrutando do calor do sol, imóveis como pedras.
Desde a antiguidade clássica, difundiu-se o mito de que o crocodilo emite um som semelhante a um soluço humano, quando atraem as pessoas até sua caverna. E depois de devorá-las, deixa cair amargas lágrimas, talvez de compaixão pelo triste destino de suas vítimas. Esta é a origem da expressão "derramar lágrimas de crocodilo", usada para referir-se a quem chora para fingir um sentimento que não é verdadeiro. De acordo com o professor Ari Riboldi, em seu livro O Bode Expiatório, a origem da expressão é biológica. Mas não tem a ver com fingimento.
Quando o crocodilo está digerindo um animal, a passagem deste pode pressionar com força o céu da boca do réptil, o que comprime suas glândulas lacrimais. Assim, enquanto ele devora a vítima, caem lágrimas de seus olhos.
São lágrimas naturais mas obviamente não significam que o animal se emocione ou sinta pena da sua presa. Daí vem a expressão "lágrimas de crocodilo", querendo dizer que, embora a pessoa chore, suas lágrimas não significam que ela esteja sofrendo, e muitas vezes são mesmo apenas um fingimento.
A mordida do crocodilo
A principal arma do crocodilo é sua poderosa mandíbula recheada de dentes (podem chegar a 80). Segundo estudos de Gregory Erickson e Kent Vliet, da Universidade Estadual da Flórida, e de Brady Barr, do canal National Geographic, uma bocada de um destes animais pode chegar à incrível marca de 1.5 toneladas. Para se ter uma ideia da força da mordida, seria o mesmo que colocar um objeto de uma tonelada sobre o seu braço com algo afiado entre a pele e o objeto.
Essa impressionante explosão de energia pode perfurar o casco de tartarugas, uma das presas favoritas dos crocodilos. Apesar de ter muitos dentes este réptil não mastiga seu alimento. Seus dentes não são alinhados adequadamente para a mastigação. Assim ele arranca pedaços das vítimas girando o corpo e rasgando a pele do outro animal. Com a carne na boca ele apenas engole ossos, pêlos e cascos inteiros.
Outro fator que impede que o crocodilo mastigue seu alimento é que o músculo que abre a boca é bem mais fraco do que o músculo que a fecha. Essa composição favorece mordidas rápidas e enérgicas. Por isso é comum observar pesquisadores lidando com animais enormes controlados com somente uma fita adesiva enrolada na boca. Quando não está servindo aos interesses de cientistas, o crocodilo pode abrir sua boca em um ângulo superior a 75º. Isso auxilia tanto na obtenção de calor em seus “banhos de Sol” quanto na maior facilidade em abocanhar animais de grande porte, como zebras,búfalos, gnus e até elefantes.1 2 3 4 5
Digestão poderosa
Como esse réptil engole suas presas em pedaços, às vezes até membros inteiros, sua digestão tem de ser extremamente eficaz e rápida. Por muito tempo os cientistas não entendiam como o crocodilo e os jacarés conseguiam destruir esse alimento em seu estômago, proporcionalmente pequeno para um animal de centenas de quilos. Durante uma autópsia, liderada pelo biólogo Richard Dawkins, exibida semanalmente no canal pago "National Geographic Channel", descobriu-se que há uma artéria a mais no coração destes animais.
A veia passa por trás do músculo cardíaco e chega ao estômago. Assim, com essa estrutura incomum, o aparelho digestivo do crocodilo recebe mais irrigação sanguínea e consegue produzir muito mais suco gástrico para triturar a pesada alimentação do bicho.
Distribuição geográfica
Distrição geográfica dos crocodilos.
Estado de conservação
Características
Taxonomia
Ordem Crocodylia
Família Crocodylidae
Crocodilo-americano, Crocodylus acutus
Crocodilo-de-focinho-delgado, Crocodylus cataphractus
Crocodilo-do-orinoco, Crocodylus intermedius
Crocodilo-de-água-doce, Crocodylus johnstoni
Crocodilo-filipino, Crocodylus mindorensis
Crocodilo-de-morelet, Crocodylus moreletii
Crocodilo-do-nilo, Crocodylus niloticus
Crocodilo-da-nova-guiné, Crocodylus novaeguineae
Crocodilo-persa Crocodylus palustris
Crocodilo-de-água-salgada, Crocodylus porosus
Crocodilo-cubano, Crocodylus rhombifer
Crocodilo-siamês, Crocodylus siamensis
Crocodilo-anão, Osteolaemus tetraspis
Gavial-falso, Tomistoma schlegelii
Família Alligatoridae: aligatores e jacarés
Família Gavialidae: Gavial
Marcadores:
Biologia,
Trabalho Escolar,
Trabalhos Escolares,
ZOOLOGIA
Dinossauros - Etimologia - Definição - Evolução dos dinossauros - Dinossauros mais antigos - Biologia - Tamanho - Grupos de dinossauros - Saurópodes - Anquilossauros - Estegossauros - Ceratopsídeos - Ornitópodes - Paquicefalossauros - Taxonomia - Ordem Saurischia - †Ordem Ornithischia - Extinção - Evento de Impacto - Basaltos de Deccan - Incapacidade de se Adaptar - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Dinossauros
Ocorrência: Triássico-Jurássico-Cretáceo
(Era Mesozoica) 231.4–0 Ma
Esqueletos montados de vários dinossauros não-aviários, cada um de um grupo diferente. No sentido horário da parte superior esquerda, os esqueletos de: um predador terópoda (Tiranossauro), um saurópode (Diplodoco), um ornitópode (Parassaurolofo), um Dromaeosauridae (Deinonico), um Ceratopsia (Protocerátopo) e um Thyreophora (Estegossauro).
Classificação científica
Domínio: Eukaryota
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Sauropsida
Subclasse: Diapsida
Superordem: Dinosauria
Ordens e Subordens
Ornitísquios
Stegosauria
Ankylosauria
Ornitópodes
Ceratopsia
Saurísquios
Sauropodomorfos
Terópoda
Os dinossauros (do grego δεινός σαῦρος, que significa "lagarto terrível") constituem um grupo de diversos animais membros do clado e da superordem dos arcossauros, que apareceram há pelo menos duzentos e trinta milhões de anos, e que, durante cento e trinta e cinco milhões de anos, foram a espécie dominante na Terra, num período geológico de tempo que vai desde o início do período jurássico até o final do período cretáceo, cerca de sessenta e cinco milhões de anos atrás, quando um evento catastrófico ocasionou a extinção em massa de quase todos os dinossauros, com exceção das espécies emplumadas.
A teoria mais aceita é de que o meteorito encontrado na Cratera de Chicxulub, no México, foi o responsável pela extinção, ao colidir com a Terra e originar uma grande explosão que carbonizou bilhões de animais instantaneamente, levantando também uma nuvem de poeira tão espessa que bloqueou o calor do sol e transformou o planeta em um local extremamente frio, eliminando as espécies sobreviventes, com exceção dos dinossauros emplumados e dos seres mamíferos, que tinham a capacidade de sobreviver em climas de baixas temperaturas devido a seu sangue quente, podendo assim se adaptar ao novo ambiente.1 2 O registro fóssil indica que os dinossauros emplumados evoluíram dos terópodas durante o período jurássico, e, após o evento da extinção em massa, deram origem as aves modernas, e os mamíferos sobreviventes evoluíram até dar origem ao ser humano atual.3 4 5
Usando evidências fósseis, os paleontólogos identificaram mais de quinhentos diferentes gêneros e mais de mil diferentes espécies de dinossauros, alguns sendo herbívoros, outros carnívoros, assim como havia também espécies bípedes e quadrúpedes. Muitas espécies possuíam estruturas como chifres ou cristas (Triceratopo, e alguns grupos chegarem a desenvolver modificações esqueléticas, como armaduras ósseas (Anquilossauro) e espinhas (Espinossauro). Estes animais variavam muito em tamanho e peso, com dinossauros terópodas adultos medindo menos de cinquenta centímetros (Compsognato), enquanto as maiores saurópodes podiam chegar a uma altura de cerca de vinte metros (Argentinossauro).6
Embora a palavra dinossauro signifique "lagarto terrível", esses animais não eram lagartos, e sim répteis, com uma postura ereta distinta não encontrada em lagartos. Durante a primeira metade do século 20, a maior parte da comunidade científica acreditava que os dinossauros eram lentos e sem inteligência, no entanto, a maioria das pesquisas realizadas desde a década de 70 indicaram que estes animais eram ágeis, com elevado metabolismo e com numerosas adaptações para a interação social, com certos grupos, principalmente os terópodas, sendo considerados os animais mais inteligentes de todos os tempos.
Desde que os primeiros fósseis de dinossauros foram remontados no início do século XIX, os esqueletos reais ou meras réplicas destes animais tornaram-se as principais atrações em museus ao redor do mundo, e algumas espécies, como o tiranossauro, são personagens importantes da cultura popular contemporânea.
Etimologia
Reprodução artística mostrando Richard Owen, criador do termo Dinossauro.
O termo Dinosauria foi proposto em 1842 por Richard Owen para classificar os grandes esqueletos de répteis extintos que haviam sido recém-descobertos no Reino Unido. A palavra, em latim, deriva do grego δεινός σαῦρος, que significa lagarto terrível, apesar desses animais serem répteis, e não lagartos. O termo Dinosauria, em português, é adaptado como Dinossauro.
Esses animais, assim como todos os demais seres vivos, existentes ou extintos, foram batizados de acordo com a nomenclatura binomial, promulgada por Carlos Linneo no século XVIII, que estabelecia que todos os animais deviam ser nomeados usando termos das línguas grega ou latina, como foi o caso do primeiro dinossauro catalogado, o Megalossauro (que vem do grego μεγάλο σαύρος), que significa lagarto grande. No entanto, no decorrer dos anos, muitos dinossauros foram classificados com termos vindos de outros idiomas, como o Dilong, que vêm da língua chinesa, significando Dragão Imperador, e também o Mapussauro, que vem da língua indígena mapuche, significando lagarto da terra.
Definição
Na taxonomia filogenética, dinossauros são geralmente definidos como o grupo consistindo em Triceratopos, Neornithes (aves modernas), seu ancestral comum mais recente, e todos os seus descendentes. Esses animais estão divididos em dois grupos: os Ornitísquios (quadril de pássaro) e os Saurísquios (quadril de lagarto), dependendo da estrutura da pélvis; os ornitísquios são caracterizados pelo focinho em forma de bico e pela estrutura da pélvica semelhante à das aves, enquanto que os saurísquios tem o a pélvis apontanda para trás, em paralelo com o ísquio, muitas vezes também apontando para frente, dando uma estrutura de quatro pontas. E, enquanto os ornitísquios possuem parentesco com os tricerátopo, os saurísquios são os antecessores das aves.
Morfologicamente, os dinossauros são definidos como descendentes dos arcossauros, tendo a pélvis evoluída permitindo uma postura ereta. De fato, a postura ereta é o único fator que difere os dinossauros de outros grupos descendentes dos arcossauros, como os crocodilos, que são considerados animais de postura semi-ereta. Essa característica também difere os dinossauros terrestres de espécies marinhas, como os plessiossauros, e de espécies voadoras, como os pterossauros, que, apesar dos nomes, não são considerados dinossauros, e sim classificados como grupos distintos.
Espécies de dinossauro encontradas no sítio paleontológico Egg Mountain (Montanha dos Ovos), estado de Montana, Estados Unidos.
Muitos paleontológos apontam que o ponto no qual saurópodes e terópodes divergiram pode excluir os saurópodes da definição tanto dos saurischia quanto dos dinossauros. Para evitar esta instabilidade, Dinosauria pode ser definido em relação a quatro pontos de ancoragem: Triceratops horridus, Saltasaurus loricatus, Passer domesticus, seu ancestral comum mais recente e todos os descendentes. Esta definição mais "firme" pode ser expressa como "Dinosauria = Ornithischia + Sauropodomorpha + Theropoda".
O Pardal-doméstico é usado com frequência para representar aves modernas em definições do grupo Dinosauria
Há um consenso quase universal entre os paleontólogos de que as aves são descendentes de dinossauros terópodes. Na taxonomia tradicional, as aves foram considerados uma "classe" separada, que evoluiu a partir dos dinossauros. No entanto, a maioria dos paleontólogos modernos rejeita o estilo tradicional de classificação em favor da nomenclatura filogenética, que exige que todos os descendentes de um único ancestral comum devam ser incluídos em um grupo para que este grupo seja natural. As aves são, portanto, consideradas pela maioria dos cientistas modernos como dinossauros e os dinossauros, portanto, não se extinguiram. As aves são classificadas pela maioria dos paleontólogos como pertencendo ao subgrupo Maniraptora, que são celurossauros, que são terópodes, que são saurísquios, que são dinossauros.
Evolução dos dinossauros
O Eoraptor foi um dos primeiros dinossauros conhecidos.
Os dinossauros divergiram dos seus antepassados arcossauros há aproximadamente 230 milhões de anos durante o período Triássico, rudemente 20 milhões de anos depois que o evento de extinção Permo-Triássica apagou aproximadamente 95 % de toda a vida na Terra. A datação de fósseis do primeiro gênero de dinossauro conhecido, o Eoraptor estabelece a sua presença no registro de fóssil de 235 milhões de anos. Os paleontólogos acreditam que Eoraptor se parece com o antepassado comum de todos os dinossauros; se isto for verdadeiro, os seus traços sugerem que os primeiros dinossauros fossem predadores pequenos, provavelmente bípedes. A descoberta de ornitodiros primitivos, parecido a um dinossauro foram animais como Marasuchus e Lagerpeton em camadas de rochas triássicas da Argentina apoia esta visão; a análise de fósseis recuperados sugere que esses animais fossem predadores.
As poucas primeiras linhas de dinossauros primitivos diversificados rapidamente pelo resto do período Triássico; as espécies de dinossauro rapidamente desenvolveram as características especializadas e a variedade de tamanhos. Durante o período da predominância dos dinossauros, que abrangeu os seguintes períodos Jurássico e Cretáceo, quase cada animal da terra conhecido eram maiores do que 1 metro de comprimento.
O Evento K-T, que ocorreu há aproximadamente 65 milhões de anos no fim do período Cretáceo, causou a extinção de todos os dinossauros, exceto da linhagem que já tinha constituído a origem dos primeiros pássaros. Outras espécies de diapsídeos relacionadas aos dinossauros também sobreviveram ao evento K-T.
Dinossauros mais antigos
Atualmente, os dinossauros mais antigos de que se tem conhecimento são dos gêneros Eoraptor, Staurikosaurus, Herrerasaurus e Pampadromaeus, que viveram há aproximadamente 230 milhões de anos, na América do Sul.[carece de fontes?]
Biologia
O conhecimento sobre os dinossauros é derivado de uma variedade de registros fósseis e não fósseis, incluindo ossos, fezes e pegadas fossilizadas, Gastrólito e penas, impressões de pele, órgãos internos e tecidos moles7 8 . Muitos campos de estudo contribuem para nossa compreensão sobre dinossauros, incluindo a física (especialmente a biomecânica), a química e a biologia, bem como as ciências da terra (da qual a paleontologia é uma sub-disciplina). Dois temas em particular têm sido de interesse nos estudo sobre os dinossauro: seu tamanho e seu comportamento.
Tamanho
Escala comparando os maiores dinossauros conhecidos, em cinco subtipos com um ser humano.
A evidência atual sugere que o tamanho médio dos dinossauros variou no Triássico, Jurássico inferior, Jurássico Superior e no Cretáceo9 . Os terópodes, quando classificadas por peso estimado em categorias baseadas na ordem de magnitude, têm na maioria das vezes kg 100-1000 ( 220-2200 lb), enquanto predadores carnívoros do Holoceno tinham no máximo kg 10-100 (22 a 220 lb)10 . O modo de massas do corpo de dinossauro era entre uma e dez toneladas11 . Isso contrasta fortemente com o tamanho do mamíferos no período Cenozóico, estimados pelo Museu Nacional de História Natural em cerca de 2 a 5 kg (5 a 10 lb)12 .
Os saurópodes eram os maiores e mais pesados dos dinossauros. Durante grande parte da era dos dinossauros, os menores saurópodes eram maiores do que qualquer outra espécie em seu habitat. Em termos de ordem de magnitude, estes animais são maiores do que qualquer outra coisa que, desde então, caminhou pela Terra. Os mamíferos gigantes pré-históricos, como o Paraceratherium e a mamute colombiana foram ínfimos diante dos saurópodes gigantes. Apenas um punhado de animais aquáticos modernos podem aproximar-se ou superá-los em tamanho - mais notavelmente a baleia azul, que atinge até 173 000 kg (381 000 lb) e mais de 30 metros (98 pés) de comprimento13 . Existem várias vantagens seletivas propostas para o grande tamanho dos saurópodes, incluindo a proteção, a redução de predadores em potencial, o uso de energia e a longevidade, mas pode ser que a vantagem mais importante era dietética. Animais de grande porte são mais eficientes na digestão de pequenos animais, porque a comida passa mais tempo em seus sistemas digestivos. Isso também lhes permite subsistir com alimentos com menor valor nutritivo do que os animais menores. Restos de saurópodes são encontrados principalmente em formações rochosas, interpretadas como seca ou na época seca, e a capacidade de comer grandes quantidades de nutrientes de baixa procura teria sido vantajoso em tais ambientes.
Grupos de dinossauros
Os Dinossauros eram divididos em seis grupos: Terópodes, que consistiam nos maiores predadores da Terra, Saurópodes, os maiores animais que já habitaram a terra, Ceratopsídeos, que tinham adornos na cabeça, Estegossauros, dinossauros com placas nas costas, Anquilossauros, os dinossauros "blindados" e com porretes na cauda e os Ornitópodes, também conhecidos como dinossauros-bico-de-pato.
Saurópodes
Dois Braquiossauros.
Os saurópodes foram um dos dois grandes grupos de dinossauros saurísquios ou dinossauros com bacia de réptil. Os seus corpos eram enormes, com um pescoço muito comprido que terminava em uma cabeça muito pequena. A cauda, também muito comprida, junto com uma grande unha que a maioria dos saurópodes possuíam na pata dianteira, eram suas únicas armas de defesa, além de seu tamanho. Eram quadrúpedes, com patas altas, retas como colunas, terminadas em pés dotados de dedos curtos e bastante parecidas com as dos elefantes. A sua dieta alimentar era vegetariana. Muitos deles não dispunham de mandíbulas e dentes apropriados para mastigar, de modo que engoliam grandes quantidades de matéria vegetal que, em seguida, eram "trituradas" no estômago por pedras ingeridas, chamadas gastrólitos, para facilitar a fermentação e a digestão do alimento.
O Plateossauro, viveu no Triássico e é um dos mais antigos Saurópodes.
Não se sabe ainda qual foi o maior mas há quem diga que o Amphicoelias fragillimus foi o maior, podendo atingir 60 metros de comprimento,mas essas estatísticas são muito remotas,pois foram achados pouquíssimos fosséis do Amphicoelias.
Anquilossauros
Edmontonia, um famoso anquilossauro.
Os anquilossauros (ou Ankilosauridae) receberam este nome por causa do anquilossauro e formam um grupo de dinossauros caracterizados por possuírem armaduras corpóreas providas de grossos espinhos e uma bola de fortes ossos fundidos que era usada como arma de defesa (este último e o fato de serem mais baixos e atarracados (baixo e gordo) é o que distinguia os anquilossauros dos nodossauros que eram os seus antepassados, que também eram encouraçados espinhentos). O corpo dos anquilossauros os transformavam em perfeitas armas de combate sendo que em alguns casos até as pálpebras dos olhos eram "blindadas" por uma espécie de persiana óssea, em um combate eles ficariam de lado para o atacante e lhes ameaçariam com a cauda que poderia desferir uma pancada que intimidaria até os maiores predadores da Terra e em caso de fuga eles poderia acertar pancadas com facilidade em quem os tivessem perseguindo. Todos eles viveram durante o período Cretáceo.
Estegossauros
Um kentrosaurus e um monolofosaurus em um duelo.
O grupo Stegosauria recebeu esse nome por causa do Estegossauro e agrupa dinossauros que possuem diversas características em comum, como por exemplo: corpos gigantescos com cabeças minúsculas, fileiras duplas de enormes placas ósseas dispostas de ambos os lados da coluna vertebral, ferrões na cauda entre outros. Cada espécie se destacando pela forma, disposição das placas e ferrões e tamanho. Essas placas podem ter tido diversas funções mas não se sabe com certeza qual era sua função, algumas teorias dizem que elas serviam para aquecer o corpo como painéis solares, outras dizem que serviria para efeitos visuais para o acasalamento e para combates entre machos por hierarquias.
Ceratopsídeos
Dois Centrossauros em uma luta.
Ceratopsia (do latim "lagartos com chifre frontal") é uma micro-ordem de dinossauros ornitópodos marginocefalianos quadrúpedes e herbívoros, característicos do período Cretáceo. Os ceratopsianos, como são chamados os dinossauros pertencentes a essa ordem, viveram principalmente em regiões que actualmente são a Ásia e a América do Norte.
Esses dinossauros variavam muito de tamanho medindo de 75 centímetros até 10 metros de comprimento.
O nome ceratopsia que, como visto anteriormente, vem do latim "lagartos com chifre frontal" se deve ao fato de uma parte desses dinossauros possuírem um ou mais chifres na face, pois apesar do nome alguns como o Protoceratops, encontrado na Mongólia, não possuía chifre.
Ornitópodes
Vários ornitópodes.
Ornitópodes são um grupo de dinossauros ornitísquios que começaram como pequenos herbívoros terrícolas, e cresceram em tamanho e número até tornarem-se os mais bem sucedidos herbívoros do Cretáceo em todo o mundo, dominando totalmente as paisagens da América do Norte.
Sua maior vantagem evolutiva era o desenvolvimento progressivo do aparelho mastigatório que tornou o mais sofisticado já desenvolvido por um réptil, rivalizando o dos modernos mamíferos como a vaca doméstica. Eles alcançaram seu ápice nos bico-de-pato, antes de serem varridos pelo evento de extinção Cretáceo-Terciário junto com todos os outros dinossauros não-avianos.
Na paleorrota no Rio Grande do Sul, em 2001, foi encontrado o Sacissauro, um dos mais antigos Ornitísquios, e viveu no Triássico.
Paquicefalossauros
Paquicefalossauro.
Pachycephalosauria (do grego "lagartos de cabeça espessa") é uma micro-ordem de dinossauros ornitópodos marginocefalianos bípedes e herbívoros que habitaram a Terra durante o período Cretáceo, onde atualmente estão as terras da América do Norte e da Ásia. A característica mais marcante destes animais era o topo do crânio,que possía em alguns animais vários centímetros de espessura, podiam apresentar formato de domo ou ainda era adornada com espinhos (como o Stygmoloch). A função de tal característica incomum é desconhecida. Até recentemente especulava-se que os membros desta micro-ordem utilizavam seus crânios em disputas territoriais ou por um parceiro sexual batendo suas cabeças uma contra as outras (tal qual fazem alguns antílopes). No entanto, estudos recentes apontaram que haveria grandes danos ao cérebro do animal, caso ele chocasse sua cabeça contra a de outro indivíduo, sugerindo que talvez seu crânio fosse utilizado para a defesa contra predadores ou as disputas por parceiros eram realizadas com golpes desferidos contra as laterais do rival (assim como as girafas o fazem).
lagartos com cabeça espessada :
Um estranho dinossauro, que fora até confundido com o Compsognato foi descoberto na década de 1850, em calcários da Formação Solnhofen, no sul da Alemanha, o animal só não foi reconhecido como um Compsognato pois no calcário onde o animal foi achado foram encontradas marcas de penas envolta do animal. Esse animal foi conhecido como Arqueopterix. Tempos depois, na China, foram encontrados diversos dinossauros com penas entre eles o Microraptor,Dilong e Sinosauropterix. Isso gerou várias dúvidas entre cientistas e paleontologos, que até hoje discutem sobre esse assunto. Há uma teoria que diz que pequenos terópodes como o Compsognato evoluíram a dinossauros semelhantes a aves, que estas começaram a aparecer no período cretáceo, como o Baptornis e o Hesperornithiformes. Considera-se hoje que as aves são descendentes diretos dos dinossauros. todos os paquicefalossauros têm uma saliência na parte interiora do crânio.
Taxonomia
A super-ordem Dinosauria subdivide-se em duas ordens, de acordo com a estrutura do pélvis - e algumas outras características anatômicas. Uma vez que os seus representantes são encontrados apenas no estado fóssil - com a provável exceção das aves -, a taxonomia deste grupo é ainda fruto de discussão na comunidade científica.
Ordem Saurischia
Sub-ordem Theropoda
†Infra-ordem Herrerasauria
†Infra-ordem Coelophysoidea
†Infra-ordem Ceratosauria
†Família Ceratosauridae
†Família Abelisauridae
Infra-ordem Tetanurae
†Divisão Carnosauria
†Sub-divisão Spinosauroidea
†Família Megalosauridae
†Família Spinosauridae
†Sub-divisão Allosauroidea
†Família Allosauridae
†Família Carcharodontosauridae
Divisão Coelurosauria
†Família Coeluridae
Sub-divisão Maniraptoriformes
†Família Tyrannosauridae
†Família Ornithomimidae
Infra-divisão Maniraptora
†Família Alvarezsauridae
†Família Therizinosauridae
†Micro-ordem Deinonychosauria
†Família Troodontidae
†Família Dromaeosauridae
Classe Aves
†Sub-ordem Sauropodomorpha
†Thecodontosaurus
†Família Plateosauridae
†Riojasaurus
†Família Massospondylidae
†Infra-ordem Sauropoda
†Família Vulcanodontidae
†Família Omeisauridae
†Divisão Neosauropoda
†Família Cetiosauridae
†Família Diplodocidae
†Sub-divisão Macronaria
†Família Camarasauridae
†Infradivisão Titanosauriformes
†Família Brachiosauridae
†Micro-ordem Somphospondyli
†Família Euhelopodidae
†Família Titanosauridae
†Ordem Ornithischia
†Família Pisanosauridae
†Família Fabrosauridae
†Sub-ordem Thyreophora
†Família Scelidosauridae
†Infra-ordem Stegosauria
†Infra-ordem Ankylosauria
†Família Nodosauridae
†Família Ankylosauridae
†Sub-ordem Cerapoda
†Infra-ordem Pachycephalosauria
†Infra-ordem Ceratopsia
†Família Psittacosauridae
†Família Protoceratopsidae
†Família Ceratopsidae
†Infra-ordem Ornithopoda
†Família Heterodontosauridae
†Família Hypsilophodontidae
†Família Iguanodontidae
†Família Hadrosauridae
Extinção
Muitos supõem que há 65 milhões de anos houve uma extinção em massa de espécies animais e vegetais incluindo os dinossauros.
Diversas teorias tentam explicar esse fato, mas a mais provável de todas,14 15 e até mesmo a mais famosa, é a de que um grande asteróide tenha caído na Terra e levantado poeira suficiente na atmosfera para impedir que a luz do Sol alcançasse a superfície. Como conseqüência disso, muitas espécies vegetais que necessitam fazer fotossíntese para viver teriam morrido e, por fim, os dinossauros herbívoros. Sem os dinossauros herbívoros para comer, todos os carnívoros também acabam morrendo, marcando assim o fim da era dos dinossauros.
Apesar disso, existem pelo menos mais dez teorias que tentam explicar o motivo do desaparecimento dos dinossauros.
Evento de Impacto
A Cratera de Chicxulub na ponta da Península de Yucatán; o corpo celeste que formou esta cratera pode ter causado a extinção dos dinosssauros.
A teoria de colisão de asteróide, que foi trazida a conhecimento mundial em 1980 por Walter Alvarez e colegas, liga a extinção em massa no fim do período Cretáceo a um impacto de bólido aproximadamente 65,5 milhões de anos atrás. Alvarez propôs que um aumento súbito nos níveis de irídio, gravado ao redor do mundo na camada de rochas do período, era uma evidência direta de impacto. A maior parte das evidências sugere agora que um bólido de aproximadamente 5 a 15 km de largura colidiu nas proximidades da península de Yucatán, criando a cratera de Chicxulub, com aproximadamente 180 km de diâmetro, e provocando a extinção em massa. Os cientistas não estão certos se os dinossauros estavam prosperando ou em declínio antes do evento de impacto. Alguns cientistas propõem que o meteorito causou uma queda longa e anormal da temperatura atmosférica da Terra, enquanto outros afirmam que ela teria, ao contrário, criado uma onda de calor incomum.
Embora a velocidade de extinção não possa ser deduzida somente a partir do registro fóssil, vários modelos sugerem que a extinção foi extremamente rápida. O consenso entre os cientistas que defendem esta teoria é que o impacto causou a extinção de forma direta (pelo calor do impacto do meteorito) e indiretamente (através de um resfriamento global mundial provocado pelo material ejetado pelo impacto refletindo a radiação térmica do sol).
Em setembro de 2007, pesquisadores dos Estados Unidos, liderados por William Bottke do Southwest Research Institute em Boulder, Colorado, e cientistas checos usaram simulações de computador para identificar a provável origem do impacto de Chicxulub. Eles calcularam uma probabilidade de 90% de que um asteróide gigante chamado Baptistina, com cerca de 160 km de diâmetro, orbitando no cinturão de asteróides que fica entre Marte e Júpiter, foi atingido por um pequeno asteróide desconhecido com cerca de 55 km de diâmetro, cerca de 160 milhões de anos atrás. O impacto quebrou Baptistina, criando um agrupamento que é conhecido hoje como a família Baptistina. Os cálculos indicam que alguns dos fragmentos foram arremessados em órbitas cruzando a da Terra, um destes fragmentos sendo o meteorito de 10 km de largura que atingiu a península mexicana de Yucatán, há 65 milhões de anos, criando a cratera de Chicxulub.
Uma explicação semelhante, mas mais controversa, propõe que "passagens da [hipotética] estrela companheira do Sol, Nêmesis, através da nuvem de Oort provocaria chuvas de cometas." Um ou mais desses cometas, em seguida, colidiram com a Terra aproximadamente ao mesmo tempo, causando a extinção em todo o mundo. Tal como acontece com o impacto de um asteróide, o resultado final deste bombardeio de cometas teria sido uma queda brusca na temperatura global, seguido por um período frio prolongado.
Basaltos de Deccan
Antes de 2000, os argumentos de que os derrames basálticos de Deccan causaram a extinção eram geralmente ligados à visão de que a extinção foi gradual, já que pensava-se que estes eventos de derrame basáltico começaram cerca de 68 milhões de anos atrás e duraram por mais de 2 milhões de anos. No entanto, há indícios de que dois terços dos basaltos de Deccan foram criados em apenas 1 milhão de anos, cerca de 65,5 milhões de anos atrás, e por isso estas erupções teriam causado uma extinção relativamente rápida, possivelmente em um período de milhares de anos, mas ainda mais longo do que seria esperado de um evento de impacto16 17 .
Os derrames de Deccan poderiam ter causado a extinção através de vários mecanismos, incluindo a liberação atmosférica de poeira e aerossóis sulfúricos, que podem ter bloqueado a luz solar e, consequentemente, reduzido a fotossíntese nas plantas. Além disso, o vulcanismo de Deccan pode ter resultado em emissões de dióxido de carbono, o que teria aumentado o efeito estufa quando a poeira e os aerossóis citados anteriormente fossem eliminados da atmosfera17 . Antes da extinção em massa dos dinossauros, a liberação de gases vulcânicos durante a formação dos basaltos de Deccan "contribuiu para um aquecimento global, aparentemente maciço. Alguns dados apontam para um aumento médio de temperatura de 8 °C, no último meio milhão de anos antes do impacto [em Chicxulub]16 17 .
Nos anos em que a teoria dos basaltos de Deccan estava ligada a uma extinção lenta, Luis Walter Alvarez (que morreu em 1988) respondia que os paleontólogos estavam sendo enganados por dados esparsos. Embora a sua afirmação não tenha sido inicialmente bem recebida, estudos intensivos em locais ricos em fósseis deram peso à sua afirmação. Eventualmente, a maioria dos paleontólogos começou a aceitar a idéia de que as extinções em massa no fim do período cretáceo foram na sua maioria, ou pelo menos em parte, causadas por um grande impacto na Terra. No entanto, mesmo Walter Alvarez reconhecia que houve outras mudanças importantes na Terra, mesmo antes do impacto, como uma queda no nível do mar e erupções vulcânicas maciças que produziram os basaltos de Deccan na Índia, e estes podem ter contribuído para a extinção18 .
Incapacidade de se Adaptar
Lloyd et al. (2008) observou que, em meados do Cretáceo, plantas angiospermas floríferas se tornaram uma parte importante dos ecossistemas terrestres, que antes eram dominados por gimnospermas como as coníferas. Coprólitos — fezes fossilizadas — de dinossauros indicam que, enquanto alguns comiam angiospermas, a maioria dos dinossauros herbívoros comiam principalmente gimnospermas. A análise estatística feita por Lloyd et al. concluiu que, ao contrário de estudos anteriores, os dinossauros não se diversificaram muito no final do Cretáceo. Lloyd et al. sugeriu que o fracasso dos dinossauros em se diversificar, enquanto os ecossistemas estavam mudando, os condenou à extinção19 .
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"Répteis extintos"
Cylindraspis indica
Cylindraspis inepta
Eupodophis
Jiboia-da-ilha-round
Tartaruga-das-galápagos-de-pinta
Eupodophis
Ocorrência: Cretáceo Superior
Estado de conservação
Extinta (fóssil)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Sauropsida
Ordem: Squamata
Subordem: Serpentes
Género: Eupodophis
Espécie: E. descouensi
Nome binomial
Eupodophis descouensi
(Rage & Escuillié, 2000)
Eupodophis é um género extinto de cobra, com apenas uma espécie descrita Eupodophis descouensi. Os fósseis descobertos apresentam pequenas patas traseiras, representando assim um fóssil de transição entre répteis com patas e as cobras sem patas. 1
Referências
↑ Fóssil ajuda a perceber como as cobras deixaram de ter patas - Ciências - PUBLICO.PT. Página visitada em 2011-02-08.
Jibóia-da-ilha-round
Estado de conservação
Extinta
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Família: Bolyeriidae
Género: Bolyeria
Gray, 1842
Espécie: B. multocarinata
Nome binomial
Bolyeria multocarinata
(F. Boie, 1827)
A Jibóia-da-ilha-round Bolyeria multocarinata é uma serpente pertencente à família Bolyeriidae. É endémica da da Ilha Round, uma ilhota a alguns quilómetros a norte da Ilha Maurícia
É a única espécie do género Bolyeria.
Não é avistada desde 1975 e presume-se extinta.
Tartaruga-das-galápagos-de-pinta
Estado de conservação
Extinta (IUCN 2.3) 1
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudines
Família: Testudinidae
Género: Chelonoidis
Espécie: C. nigra
Subespécie: C. n. abingdoni
Nome trinomial
Chelonoidis nigra abingdoni
(Günther, 1877)
A tartaruga-das-galápagos-de-pinta (Chelonoidis nigra abingdoni) foi uma subespécie de tartaruga terrestre endêmica da ilha de Pinta, nas ilhas Galápagos. O último indivíduo conhecido foi um macho denominado "Lonesome George" ("George Solitário", em português) que morreu no dia 24 de junho de 2012. Em seus últimos anos, foi considerado a criatura mais rara do mundo, e é tido como um forte símbolo para os esforços de conservação ambiental nas Galápagos e internacionalmente.2 Recebeu seu nome em homenagem a um personagem interpretado pelo ator americano George Gobel.3
George foi visto pela primeira vez na ilha de Pinta em 1 de dezembro de 1971 pelo biólogo americano Joseph Vagvolgyi. A vegetação da ilha havia sido dizimada por cabras selvagens, e a população indígena de C. n. abingdoni foi reduzida a um único indivíduo. Remanejado, por sua própria segurança, para a Estação Científica Charles Darwin, George compartilhou o mesmo ambiente com duas fêmeas de subespécies diferentes, porém embora o acasalamento tenha ocorrido e ovos tenham sido produzidos, nenhum foi chocado com sucesso.
Estimava-se que George tinha entre 60 e 90 anos de idade, e estava gozando de boa saúde.4 Um esforço mais intenso para exterminar as cabras introduzidas na ilha foi terminado, e a vegetação de Pinta está começando a retornar a seu estado anterior.
A presença de tartarugas descendentes de espécies mistas em torno do Vulcão Lobo, na vizinha ilha Isabela, sugere a presença recente de pelo menos um indivíduo da tartaruga-de-pinta em torno do vulcão. Um possível candidato a "puro-sangue" pinta, do sexo masculino e chamado de "Tony", vive num zoológico de Praga.5
Existe atualmente uma recompensa de 10 000 dólares para a descoberta de uma fêmea de tartaruga-das-galápagos-de-pinta.6 5
Em 24 de junho de 2012, Edwin Naula, diretor do Parque Nacional das Galápagos, anunciou que "George Solitário" tinha sido encontrado morto. Suspeita-se que as causas da morte tenham sido naturais, devido a idade avançada, mas um necropsia para determinar exatamente a causa da morte deverá ser feita.7 8 9
Referências
↑ Tortoise & Freshwater Turtle Specialist Group (1996). Chelonoidis nigra abingdoni (em Inglês). IUCN 2012. Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN de 2012 Versão 1. Página visitada em 24 de junho de 2012.
↑ Henry Nicholls. Lonesome George: The Life and Loves of a Conservation Icon. Londres: Macmillan Science, 2006. ISBN 1403945764
↑ Reinaldo José Lopes. Resta um. Superinteressante. Página visitada em 5 de setembro de 2010.
↑ Joy at giant tortoise eggs (em inglês). BBC News (23 de julho de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2010.
↑ a b Simon Gardner (6 de fevereiro de 2001). Lonesome George faces own Galapagos tortoise curse. Página visitada em 5 de setembro de 2009.
↑ Frank J. Sulloway (28 de julho de 2006). Is Lonesome George Really Lonesome (em inglês). Página visitada em 5 de setembro de 2010.
↑ Last Pinta giant tortoise Lonesome George dies. BBC News (24 de junho de 2012). Página visitada em 25 de junho de 2012.
↑ Morre última tartaruga de subespécie observada por Darwin. Terra Notícias (24 de junho de 2012). Página visitada em 25 de junho de 2012.
↑ Morre ‘George Solitário’, a tartaruga gigante de Galápagos. O Globo (24 de junho de 2012). Página visitada em 25 de junho de 2012.
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Escamados - Répteis - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Escamados
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Squamata
Subordens
Lacertilia ou Sauria - Lagartos
Serpentes - Serpentes
Amphisbaenia - Anfisbena
Os escamados (Squamata) constituem uma das quatro ordens vivas da classe dos répteis. São representados pelos lagartos (incluindo a família Mosasauridae de répteis pré-históricos extintos no Mesozóico), pelas serpentes (serpentes) e pelo grupo Amphisbaenia (anfisbênias). Cerca de 4 000 espécies, possuem tamanhos variados de 3 cm a 3 m (dragão-de-Komodo);
vivem nos mais variados tipos de ambientes, como desertos, florestas, campos, rios, regiões litorâneas, mares, manguezais, montanhas e áreas urbanizadas;
hábitos alimentares: herbívoros, carnívoros, onívoros ou insetívoros;
de modo geral, têm crescimento determinado, com ossificação das cartilagens epifisiais, cessando o crescimento, exceção dos Testudines e Crocodilia, os quais têm crescimento indeterminado;
crânio cinético diápsido;
possuem pálpebras móveis, exceto serpentes, as quais possuem olhos permanentemente abertos, cobertos por placa transparente;
a maioria excreta ácido úrico;
olhos possuem retinas com cones (visão colorida) e bastonetes (lagartixas apresentam apenas bastonetes);
machos possuem hemipênis: órgão copulatório pareado, derivados da parede posterior da cloaca; possuem uma fenda, o sulco espermático, o qual transporta o esperma; muitas vezes são ornamentados, o que os diferencia na taxonomia; evertidos na cópula, apenas um é utilizado;
sexo é determinado pela temperatura de incubação ou geneticamente (cromossomo sexual), como ocorre com as serpentes, as quais têm apenas determinação sexual genética.
alguns são peçonhentos
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IMPORTÂNCIA DAS AVES - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
IMPORTÂNCIA DAS AVES
Alimentando-se de Pragas: Exercem papel no controle biológico. Perdizes
O caracará é o principal predador de lagartas
controlam insetos em lavouras e pastagens. O caracará é o principal predador de lagartas em lavouras.
Controle de ratos e cobras: Os gaviões, corujas são os consumidores habituais de ratos aos quais caçam dia e noite. A seriema e a ema têm fama de grandes comedoras de cobras.
Essa é uma ave de muita importancia pois contribui para a limpeza da natureza.
Na limpeza da Natureza: Os urubus consomem rapidamente carcaças de animais mortos, inclusive em áreas urbanas.
Na polinização das flores: Principalmente os beija-flores têm o papel de perpetuamento de espécies de flores, sendo que a extinção de um acarreta a extinção de outro.
Dispersão de sementes: Muitas espécies de plantas tem suas sementes dispersas por aves como a Araucaria angustifolia (pinheiro-do-Paraná ) e a Myrsine sp (capororoca).
Fornecimento de adubo: As galinhas fornecem o esterco que é usado na agricultura. O andorinhão-de-coleira-falha pernoita no mesmo local acumulando grande quantidade de adubo que é usado por moradores da região. Diminuindo o uso de adubos químicos.
Fornecimento de alimento: Várias aves domésticas, como galinhas, perus, faisões, codornas e pombas são aproveitadas há anos na alimentação humana.
No lazer, Inspiração e beleza: Ao serem observadas transmitem a sensação de bem estar e harmonia, além de possuírem belos cantos. São motivos de inspiração para símbolos, músicas, poesias, trovas, fotografias, filmes, livros.Visando a observação de aves, em 1974, foi criado o COAS, Clube de Observadores de Aves, sendo fundado no Rio Grande do Sul, tendo a observação de aves como um hobby e passa-tempo numa interação com a natureza.
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RAIVA DOS HERBÍVOROS - Sintomas - Transmissão - Como evitar a doença - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
RAIVA DOS HERBÍVOROS
Você já deve ter ouvido falar desta doença. Afinal, todos os anos, aí mesmo na sua cidade, devem existir as Campanhas anti-rábicas - é quando as secretarias de saúde ou de agricultura e as prefeituras, fazem um alerta a toda a população para levar os seus cães e gatos para serem vacinados contra raiva. Aqui na CDA temos preocupação com a Raiva dos herbívoros.
Raiva, que doença é esta?
É uma doença incurável causada por um vírus, que leva o animal ou a pessoa, invariavelmente à morte. Esse vírus é da família Rhabdoviridae, chamado Lyssavirus, e pode ser encontrado na saliva, na urina, nas fezes e órgãos do animal raivoso.
Quais são os sintomas da Raiva nos animais?
Como o vírus da Raiva afeta preferencialmente o sistema nervoso central, os principais sintomas da doença atingem tudo o que se refere a ele. Os sintomas vão desde agressividade , alterações nos seus movimentos (andar cambaleante), até impossibilidade de beber água, que ocorre quando o nervo faríngeo-recorrente, um dos responsáveis pelo ato de beber é afetado e alguns animais, mesmo sentindo sede não conseguem mais beber água. Outros animais ficam completamente paralisados e apáticos . Como podem perceber os sintomas são os mais diversos. Qualquer mudança no comportamento do animal pede maior atenção do criador!
Como a doença é transmitida?
Os morcegos são os principais disseminadores da RAIVA. O morcego que transmite a Raiva se alimenta de sangue; é portanto um morcego hematófago (hemato=sangue; fago=engolir). Ele é chamado vulgarmente de Vampiro, mas seu nome verdadeiro é Desmodus rotundus. Na área rural o Desmodus rotundus é o principal transmissor da Raiva dos herbívoros.
De que forma eles transmitem a raiva?
Os morcegos não precisam estar apresentando sintomas da doença para transmitir a raiva para outros animais, eles precisam apenas estar contaminados com o vírus. Eles transmitem a doença inoculando o vírus através da sua saliva, no momento da mordida. O animal que contrai a doença poderá transmití-la ao homem através de mordidas, principalmente. Na raiva humana o morcego já ocupa o segundo lugar em importância como espécie transmissora , perdendo apenas para os cães que são os principais transmissores da raiva para os seres humanos.
Como evitar a doença nos animais herbívoros?
Vacinando o rebanho, não somente durante as campanhas oficiais coordenadas pela Secretaria de Agricultura, mas também os animais que nunca o foram (a partir dos 3 meses de idade), usando vacina do tipo inativada.
Outra forma, complementar, de prevenir o aparecimento da doença é o controle da população de morcegos hematófagos. Aí entra a CDA, que mantém equipes treinadas para captura e controle de morcegos. Informe-se no Escritório de Defesa Agropecuária mais próximo de você. Para realizar este trabalho a CDA conta com a ajuda das pessoas que conhecem bem cada região e sabem da existência de locais que podem vir a ser abrigos dos morcegos hematófagos.
Dê uma olhada em Morcegos para conhecer seus hábitos. Se você conhece alguém assim, que conhece bem as matas da sua região, pergunte a ela se já viu locais como o que descrevemos (ocos de árvores, cavernas).
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