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sexta-feira, 7 de junho de 2013
Chuva Acida; Efeito Estufa e Inversão Térmica - Biologia, Trabalho Escolar.
Chuva Acida; Efeito Estufa e Inversão Térmica
Ø Chuva Acida
Toda a absorção da radiação terrestre acontecerá próximo à superfície, isto é, nas partes inferiores da atmosfera, onde ela é mais densa, pois em maiores altitudes a densidade da atmosfera é baixa demais para ter um papel importante como absorvedor de radiação (exceto pelo caso do ozono). O vapor de água, que é o mais poderoso dos gases estufa, está presente nas partes inferiores da atmosfera, e desta forma a maior parte da absorção da radiação se dará na sua base. O aumento dos gases estufa na atmosfera, mantida a quantidade de radiação solar que entra no planeta, fará com que a temperatura aumente nas suas partes mais baixas. O resultado deste processo é o aumento da radiação infravermelha da base da atmosfera, tanto para cima como para baixo. Como a parte inferior (maior quantidade de matéria) aumenta mais de temperatura que o topo, a manutenção do balanço energético (o que entra deve ser igual ao que sai) dá-se pela redistribuição de temperaturas da atmosfera terrestre. Os níveis inferiores ficam mais quentes e os superiores mais frios. A irradiação para o espaço exterior se dará em níveis mais altos com uma temperatura equivalente a de um corpo negro irradiante, necessária para manter o balanço energético em equilíbrio.
As avaliações do Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC) são os mais completos resumos do estado da arte nas previsões do futuro do planeta, considerando vários cenários possíveis.
Ø Efeito Estufa
O efeito estufa ou efeito de estufa é um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar refletida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como conseqüência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir. Serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida.
O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenômeno conhecido com o aquecimento global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Organização das Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente diz que a maior parte deste aquecimento,observado durante os últimos 50 anos, se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa.Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2O), CFC´s (CFxClx) absorvem alguma radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30 °C mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa». Inversão TérmicaUm dos piores gases é o metano, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono,é produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases emitidos.Ao contrário do significado literal da expressão «efeito estufa», a atmosfera terrestre não se comporta como uma estufa (ou como um cobertor). Numa estufa, o aquecimento dá-se essencialmente porque a convecção é suprimida. Não há troca de ar entre o interior e o exterior. Ora acontece que a atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: em média, a temperatura da atmosfera é constante e a energia absorvida transforma-se imediatamente na energia cinética e potencial das moléculas que existem na atmosfera. A atmosfera não reflete a energia radiada pela Terra. Os seus gases, principalmente o dióxido de carbono, absorvem-na. E se radia, é apenas porque tem uma temperatura finita e não por ter recebido radiação. A radiação que emite nada tem que ver com a que foi absorvida. Tem um espectro completamente diferente.O efeito estufa, embora seja prejudicial em excesso, é na verdade vital para a vida na Terra, pois é ele que mantém as condições ideais para a manutenção da vida, com temperaturas mais amenas e adequadas. Porém, o excesso dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, ao qual desencadeia um fenómeno conhecido como Aquecimento Global, que é o grande vilão.O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta. São a maioria e presentes na mídia. Do outro lado estão os "céticos", que afirmam que o aquecimento acelerado está muito mais relacionado com causas intrínsecas da dinâmica da Terra, do que com os reclamados desmatamento e poluição que mais rápido causam os efeitos indesejáveis à vida sobre a face terrestre do que propriamente a capacidade de reposição planetária.Ambos os lados apresentam argumentos e são apoiados por forças sociais.A poluição dos últimos duzentos anos tornou mais espessa a camada de gases existentes na atmosfera. Essa camada impede a dispersão da energia luminosa proveniente do Sol, que aquece e ilumina a Terra e também retém a radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície do planeta. O efeito do espessamento da camada gasosa é semelhante ao de uma estufa de vidro para plantas, o que originou seu nome. Muitos desses gases são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Sua existência é indispensável para a existência de vida no planeta, mas a densidade atual da camada gasosa é devida, em grande medida, à atividade humana. Em escala global, o aumento exagerado dos gases responsáveis pelo efeito estufa provoca o aquecimento do global, o que tem consequências catastróficas. O derretimento das calotas polares, dos chamados "gelos eternos" e de geleiras, por exemplo, eleva o nível das águas dos oceanos e dos lagos, submergindo ilhas e amplas áreas litorâneas densamente povoadas. O super aquecimento das regiões tropicais e subtropicais contribui para intensificar o processo de desertificação e de proliferação de insetos nocivos à saúde humana e animal. A destruição de habitats naturais provoca o desaparecimento de espécies vegetais e animais. Multiplicam-se as secas, inundações e furacões, com sua seqüela de destruição e morte.Influência de cada gás estufa no agravamento do efeito estufa.O mecanismo que mantém aquecido o ambiente das estufas de vidro é a restrição das perdas convectivas quando o ar é aquecido pelo contato com solo que por sua vez é aquecido pela radiação solar. No entanto, o chamado «efeito de estufa» na atmosfera não tem que ver com a supressão da convecção. A atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: absorve alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radia por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30 °C mais quente do que estaria sem a presença da atmosfera.Toda a absorção da radiação terrestre acontecerá próximo à superfície, isto é, nas partes inferiores da atmosfera, onde ela é mais densa, pois em maiores altitudes a densidade da atmosfera é baixa demais para ter um papel importante como absorvedor de radiação (exceto pelo caso do ozono). O vapor de água, que é o mais poderoso dos gases estufa, está presente nas partes inferiores da atmosfera, e desta forma a maior parte da absorção da radiação se dará na sua base. O aumento dos gases estufa na atmosfera, mantida a quantidade de radiação solar que entra no planeta, fará com que a temperatura aumente nas suas partes mais baixas. O resultado deste processo é o aumento da radiação infravermelha da base da atmosfera, tanto para cima como para baixo. Como a parte inferior (maior quantidade de matéria) aumenta mais de temperatura que o topo, a manutenção do balanço energético (o que entra deve ser igual ao que sai) dá-se pela redistribuição de temperaturas da atmosfera terrestre. Os níveis inferiores ficam mais quentes e os superiores mais frios. A irradiação para o espaço exterior se dará em níveis mais altos com uma temperatura equivalente a de um corpo negro irradiante, necessária para manter o balanço energético em equilíbrio.As avaliações do Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC) são os mais completos resumos do estado da arte nas previsões do futuro do planeta, considerando vários cenários possíveis.
Ø Inversão Térmica
Inversão térmica é uma camada atmosférica de espessura da ordem de uma centena de metros que ocorre no topo da camada limite planetária (CLP), a uma altitude da ordem de 1 km sobre áreas continentais, e onde o gradiente térmico (gradiente vertical da temperatura do ar) decresce com a altura, numa razão inferior a 10 graus por km (gradiente adiabático).
Princípios da inversão térmica. O fenômeno da inversão térmica, capaz de confinar grandes quantidades de poluentes numa estreita camada da atmosfera, é um fenômeno onde a convecção natural é dificultada pela inversão do gradiente de temperatura em função da altitude necessário para a livre dispersão dos solutos do ar que formam a poluição, confinando-os a uma estreita camada fluida, rica em poluentes. Na inversão térmica, o gradiente da temperatura do ar segue um perfil aproximadamente adiabático, tipicamente de -1°C/100m, até determinada altitude onde há um aumento da temperatura em função da altitude. Essa inversão no gradiente de temperatura inviabiliza a formação da convecção natural entre essas camadas de ar. A partir de uma altitude um pouco maior, a gradiente de temperatura do ar volta a seguir a aproximação adiabática da atmosfera que se estende até altitudes de 10 km. As inversões térmicas podem ocorrer em várias altitudes da atmosfera, contudo as mais preocupantes são as inversões em baixa altitude (100 a 300 metros) por sua capacidade de dificultar a dispersão dos poluentes gerados nos centros urbanos.Enfim inversão térmica é o que a palavra diz, em vez de estar frio em cima da superfície esta quente com os poluentes.
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Distimia - Características / Diagnóstico - Características associadas - Idade - Curso - Tratamento - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Distimia
Características / Diagnóstico
Os traços essenciais da distimia são o estado depressivo leve e prolongado, além de outros sintomas comumente presentes. Pelo critério norte americano são necessários dois anos de período contínuo predominantemente depressivo para os adultos e um ano para as crianças sendo que para elas o humor pode ser irritável ao invés de depressivo. Para o diagnóstico da distimia é necessário antes excluir fases de exaltação do humor como a mania ou a hipomania, assim como a depressão maior. Causas externas também anulam o diagnóstico como as depressões causadas por substâncias exógenas. Durante essa fase de dois anos o paciente não deverá ter passado por um período superior a dois meses sem os sintomas depressivos. Para preencher o diagnóstico de depressão os pacientes além do sentimento de tristeza prolongado precisam apresentar dois dos seguintes sintomas:
Falta de apetite ou apetite em excesso
Insônia ou hipersonia
Falta de energia ou fadiga
Baixa da auto-estima
Dificuldade de concentrar-se ou tomar decisões
Sentimento de falta de esperança
Características associadas
Estudos mostram que o sentimento de inadequação e desconforto é muito comum, a generalizada perda de prazer ou interesse também, e o isolamento social manifestado por querer ficar só em casa, sem receber visitas ou atender ao telefone nas fases piores são constantes. Esses pacientes reconhecem sua inconveniência quanto à rejeição social, mas não conseguem controlar. Geralmente os parentes exigem dos pacientes uma mudança positiva, mas isso não é possível para quem está deprimido, não pelas próprias forças. A irritabilidade com tudo e impaciência são sintomas freqüentes e incomodam ao próprio paciente. A capacidade produtiva fica prejudicada bem como a agilidade mental. Assim como na depressão, na distimia também há alteração do apetite, do sono e menos freqüentemente da psicomotricidade.
O fato de uma pessoa ter distimia não impede que ela desenvolva depressão: nesses casos denominamos a ocorrência de depressão dupla e quando acontece o paciente procura muitas vezes pela primeira vez o psiquiatra. Como a distimia não é suficiente para impedir o rendimento, apenas prejudicando-o, as pessoas não costumam ir ao médico, mas quando não conseguem fazer mais nada direito, vão ao médico e descobrem que têm distimia também.
Os pacientes que sofreram de distimia desde a infância ou adolescência tendem a acreditar que esse estado de humor é natural deles, faz parte do seu jeito de ser e por isso não procuram um médico, afinal, conseguem viver quase normalmente.
Idade
O início da distimia pode ocorrer na infância caracterizando-a por uma fase anormal. O próprio paciente descreve-se como uma criança diferente, brigona, mal humorada e sempre rejeitada pelos coleginhas. Nessa fase a incidência se dá igualmente em ambos os sexos. A distimia é sub-dividida em precoce e tardia, precoce quando iniciada antes dos 21 anos de idade e partia após isso. Os estudos até o momento mostram que o tipo precoce é mais freqüente que o tardio. Por outro lado estudos com pessoas acima de 60 anos de idade mostram que a prevalência da distimia nessa faixa etária é alta, sendo maior nas mulheres. Os homens apresentam uma freqüência de 17,2% de distimia enquanto as mulheres apresentam uma prevalência de 22,9%. Outro estudo também com pessoas acima de 60 anos de idade mostrou que a idade média de início da distimia foi de 55,4 anos de idade e o tempo médio de duração da distimia de 12,5 anos.
A comparação da distimia em pessoas com mais de 60 anos e entre 18 e 59 anos revelou poucas diferenças, os sintomas mais comuns são basicamente os mesmos. Os mais velhos apresentaram mais queixas físicas enquanto os mais novos mais queixas mentais.
Curso
A distimia começa sempre de forma muito gradual, nem um psiquiatra poderá ter certeza se um paciente está ou não adquirindo distimia. O diagnóstico preciso só pode ser feito depois que o problema está instalado. O próprio paciente tem dificuldade para determinar quando seu problema começou, a imprecisão gira em torno de meses a anos. Como na maioria das vezes a distimia começa no início da idade adulta a maioria dos pacientes tende a julgar que seu problema é constitucional, ou seja, faz parte do seu ser e não que possa ser um transtorno mental, tratável. Os estudos e os livros não falam a respeito de remissão espontânea. Isso tanto é devido a poucas pesquisas na área, como a provável não remissão. Por enquanto as informações nos levam a crer que a distimia tenda a permanecer indefinidamente nos pacientes quando não tratada.
Tratamento
Os tratamentos com antidepressivos tricíclicos nunca se mostraram satisfatórios, as novas gerações, no entanto, vem apresentando melhores resultados no uso prolongado. Os relatos mais freqüentes são de sucesso no uso da fluoxetina,sertralina, paroxetina e mirtazapina.
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Caprinocultura - O que é Caprinocultura? - Instalações para caprinos - Currais de manejo - Bretes - Bebedouros e comedouros - Saleiros - Quarentenário Isolamento - Esterqueiras - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Caprinocultura
O que é Caprinocultura?
Caprinocultura é parte da zootecnia especial que trata do estudo e criação de caprinos.
Instalações para caprinos
As instalações compreendem todas as edificações cobertas, saleiros, os bebedouros, as cercas, os pedilúvios, o isolamento, etc. Estas representam uma parcela significativa no investimento para uma criação de caprinos, independente da atividade. As instalações devem estar relacionadas com o sistema produtivo escolhido, como também com o manejo a ser adotada na propriedade. No caso de criações extensivas os animais precisam de instalações mais simples e em menor número, já no semi-intensivo e intensivo, há uma necessidade maior, com instalações mais complexas, bem divididas e trabalhadas,
O principal objetivo das instalações é viabilizar e facilitar o manejo, de uma forma geral, de um rebanho caprino, sem causar estresse aos animais, otimizando o emprego da mão-de-obra, reduzindo os custos e favorecendo a produção e produtividade do empreendimento.
Currais de manejo
Destinam-se ao manejo dos animais durante os procedimentos de pesagem, vacinação, etc. Devem estar localizados na região central do manejo. Os currais devem dar acesso a bretes, são instalações complementares que trazem grande utilidade ao manejo dos animais no que diz respeito a vacinações, vermifugações, pesagens e outras práticas. A balança deve ficar localizada sempre na saída do brete, abrigada por uma cobertura para melhor conservação da mesma e do manuseador. Recomenda-se a instalação de um pedilúvio na entradas dos currais, tendo como finalidade fazer a desinfecção espontânea dos cascos dos animais, o mesmo deverá ser construído com 2 MT de comprimento e 10 cm de altura, sendo a largura equivalente a da porteira.
Bretes
O brete é uma parte complementar ao curral de manejo, sendo destinado as intervenções sanitárias do rebanho, tais como: vacinações, vermifugações, etc.
. Bebedouros e comedouros
Os bebedouros devem preferencialmente ficar do lado de fora das baias, esta medida promoverá a diminuição da umidade no interior do aprisco, reduzindo, desta forma, o desenvolvimento de doenças, principalmente respiratórias e evitando a contaminação fecal da água e alimentos, como também facilitar o acesso e a limpeza pela manejador. Os animais terão acesso aos comedouros e bebedouros através de aberturas que passem a cabeça do animal. Devem estar localizado de forma que todos os animais tenham acesso. Podem ser confeccionados de vários materiais, mas os mais usados são os de alvenaria, madeira e os de borrachas, aproveitando pneus usados para sua confecção. Os bebedouros devem ficar a uma altura de 50 cm do solo ou na altura da garupa do animal em não ser muito grande. Os comedouros devem possuir um tamanho linear de 25 cm para cada animal adulto e deve ficar o sue findo a uma altura de 20 cm do chão.
Saleiros
Os saleiros devem estar distribuídos no centro das baias, de forma que todos os animais tenham acesso fácil, devem ser pequenos e ficar 20 a 30 cm suspensos do solo. As dimensões recomendadas são: 20 cm de profundidade, 30 cm de largura e nunca deve ultrapassa 2 metros de comprimento, vai depender da quantidade de animais no aprisco. Pode ser utilizado também, como forma de diminui os custos, pneus velhos cortados ao meio e colocados no meio das instalações.
Quarentenário
Este local destina-se a abrigar animais recém adquiridos. Tem fundamental importância no ato da introdução de novos animais no rebanho de onde não se conhece a procedência. Deverá ficar isolado das demais instalações. Neste local os animais serão avaliados clinicamente, vacinados e vemifugados antes de serem inseridos no rebanho.
Isolamento
Como o próprio nome já diz, este local deve abrigar os animais enfermos, de maneira que estes animais não entrem em contato com os demais, evitando a transmissão de doenças ou até parasitas externos como piolhos, carrapatos, sarnas etc.
Esterqueiras
É uma construção reservada para o depósito de esterco, sendo de extrema importância, pois além de dar um destino adequado às fezes, evitando contaminação de pastagens, terá por finalidade armazenar o esterco produzido, de forma que seja permitida uma adequada fermentação do material, resultando um produto final de alta qualidade, com higiene e segurança. A esterqueira deverá ficar em um local onde não haja acesso dos animais, no nível mais baixo do terreno. A esterqueira pode ser de alvenaria, medindo quatro metros de largura por dois metros de profundidade e 1,5 metros de altura.
Cercas
Na caprinocultura a confecção de cercas é um procedimento que requer bastante investimento por parte do produtor. Este deve levar em consideração vários fatores para diminuir os gastos em construção e manutenção das cercas. As cercas podem ser confeccionadas com arame liso, arame farpado, cercas elétricas, cercas de varas ou mistas (arame e madeira), cercas de tela, cercas vivas e até cercas de pedras. A escolha do tipo de cerca deverá levar em consideração o tipo de produção e o valor econômico. solo, um segundo fio logo aos 50 cm do solo, ambos eletrificados, e mais dois fios complementares, na parte superior (Sório, 2003). A cerca de tela se apresenta como uma boa alternativa, os custos de implantação são mais altos que a cerca elétrica, mas a manutenção se torna mais barata por serem bem resistentes e, além de tudo promovem melhor contenção dos animais. Os mourões e estacas devem ficar submersos 70 e 50 cm, respectivamente e a distância entre eles vai depender do material utilizado.
Doenças de caprinos
Os caprinos são acometidos por várias doenças, entre as quais, a linfadenite caseosa (mal-do-caroço), o ectima contagioso (boqueira), a pododermatite (frieira), além das doenças causadas por ectoparasitas, como piolhos, miíases (bicheiras) e sarnas e, principalmente, aquelas causadas por endoparasitas (verminose).
Verminose
A verminose é uma doença causada por helmintos ou vermes que vivem, principalmente, no abomaso (coalho) e intestinos dos animais, podendo atacar todo o rebanho. Quando acometidos pelos vermes, os caprinos se tornam fracos, magros, com pêlos arrepiados, apresentando diarréia, edema submandibular (papada) e anemia.
A verminose é a doença que mais mata caprinos, sobretudo, os animais mais jovens. Os seus principais prejuízos são:
· Diminuição dos índices de parição.
· Diminuição do crescimento dos animais.
· Diminuição da produção de leite.
· Aumento do número de mortes no rebanho.
Linfadenite caseosa ou mal-do-caroço
É uma doença contagiosa, causada por uma bactéria que se localiza nos linfonodos ou landras, produzindo abscessos ou caroços. Os caroços podem aparecer em vários locais e sua presença causa desvalorização da pele e também da carne.
É importante evitar que os abscessos se rompam naturalmente. Portanto, quando o caroço estiver mole, ou maduro, o criador deve fazer o seguinte:
· Cortar os pêlos e desinfectar a pele, no local do caroço, com solução de iodo a 10%.
· Abrir o abscesso para a retirada do pus.
· Aplicar a tintura de iodo a 10% dentro do caroço.
· Aplicar o mata-bicheiras para evitar varejeiras.
· Queimar o pus retirado e limpar os instrumentos utilizados.
· Isolar os animais doentes.
Além do corte do caroço, deve-se examinar os animais no momento da compra, tendo o cuidado para não adquirir aqueles que apresentem tal problema. Quando animais do rebanho apresentarem caroço por duas ou três vezes seguidas, devem ser descartados.
Ectima contagioso ou boqueira
É uma doença contagiosa causada por vírus, que ocorre com mais freqüência nos animais jovens podendo, entretanto, atingir também os adultos.
Inicialmente, aparecem pequenos pontos avermelhados nos lábios. Posteriormente, há formação de pústulas que se rompem, secam e se transformam em crostas, semelhantes a verrugas.
Além dos lábios, pode haver formação de pústulas na gengiva, narinas, úbere e em outras partes do corpo. Os lábios ficam engrossados, sensíveis e os cabritos têm dificuldade de se alimentar, vindo a emagrecer rapidamente.
Para evitar que os animais atingidos por essa doença venham a contaminar o rebanho, os seguintes cuidados devem ser tomados:
· Isolamento dos animais doentes.
· Retirada das crostas com cuidado.
· Uso de glicerina iodada:
· Iodo a 10% - 1 parte
· Glicerina - 1 parte
· Uso de pomadas cicatrizantes.
Pododermatite ou frieira
É uma doença contagiosa, causada por bactérias. Provoca uma inflamação na parte inferior do casco e entre as unhas. Ocorre com maior freqüência no período chuvoso, quando os animais são mantidos em áreas encharcadas.
O sinal mais evidente da doença é a malqueira. Os animais têm dificuldade para andar, permanecem quase sempre deitados, se alimentam mal e emagrecem, podendo vir a morrer.
Para o tratamento da frieira, são recomendados os seguintes procedimentos:
· Separação dos animais doentes do restante do rebanho.
· Realização da limpeza dos cascos afetados.
· Tratamento das lesões com alguns desinfetantes.
· Solução de tintura de iodo a 10%.
· Solução de sulfato de cobre a 15%.
· Solução de ácido pícrico (cascofen).
Nos casos graves, recomenda-se a aplicação de antibióticos. Entretanto, existem meios para prevenir a ocorrência de frieiras, tais como:
· Manutenção das criações em lugares secos e limpos.
· Aparação periódica dos cascos deformados.
· Construção de pedilúvio na entrada dos chiqueiros, devendo abastecê-lo uma vez por semana, com desinfetantes específicos. O pedilúvio deve ser construído e localizado de modo a forçar os animais a pisarem nesses materiais quando de sua entrada nos chiqueiros. O volume da solução a ser utilizado com qualquer dos produtos deve ser suficiente para cobrir os cascos dos animais.
O pedilúvio consiste em um tanque feito de tijolos e argamassa de cimento, que deve ser construído na entrada do curral, aprisco ou chiqueiro. Tem a finalidade de fazer a desinfecção dos pés dos animais.
Dimensões do pedilúvio:
· 2,0 m de comprimento.
· 0,10 m de profundidade.
· Largura: correspondente à largura da porteira.
· Proteção lateral com cerca de arame liso ou ripas de madeira de 1,20 a 1,40 m de altura.
Os seguintes desinfetantes podem ser utilizados no pedilúvio:
· Solução de formol comercial a 10%.
· Sulfato de cobre a 10%.
· Cal virgem diluída em água a 40% (alternativo de criação de caprinos).
·
Pediculose (piolhos)
As criações de caprinos que não possuem as condições higiênicas satisfatórias, geralmente apresentam-se infestadas por piolhos. Existem dois tipos de piolhos: mastigador (Malófago) e sugador (Anoplura).
Os piolhos ocorrem durante todos os meses do ano, porém, com maior intensidade na época seca. A presença dos piolhos em um rebanho pode ser facilmente detectada pelo exame dos pêlos dos animais, preferencialmente, na linha dorso lombar e na garupa. No entanto, os piolhos podem se localizar em outras regiões do animal, causando coceira e irritação da pele, inquietação e emagrecimento, podendo levar os animais à morte.
Os piolhos podem ser controlados mediante pulverização ou banho dos animais com produtos a base de piretróides (produtos de baixa toxicidade). Também pode ser utilizada uma calda a base de Melão-de-São-Caetano. Essa calda deve ser bem forte, podendo ser obtida a partir de um quilo de folhas verdes de Melão-de-São-Caetano para cada 10 litros de água. As folhas devem ser maceradas ou trituradas e misturadas à água. Após esse processo, a mistura deve ser filtrada (coada) com pano e utilizada para banhar os animais.
Quando da aplicação de produto químico para controle dos piolhos, os seguintes cuidados devem ser tomados:
· Aplicar o produto de preferência pela manhã.
· Misturar o produto com água, de acordo com a recomendação do fabricante.
· Repetir o tratamento após dez dias.
Para evitar a ocorrência de piolhos nos caprinos, devem ser realizadas inspeções periódicas do rebanho, para detectar a possível ocorrência do parasita. Além disso, deve-se evitar a entrada de animais com piolhos na propriedade.
Miíases ou bicheiras
As miíases ou bicheiras são causadas por larvas de moscas conhecidas como varejeiras. As bicheiras podem causar problemas sérios, como a destruição do úbere e dos testículos, além de causar otites e outras complicações, desvalorizando a pele do animal. A mais importante causadora de miíases é a mosca Cochliomyia hominivorax, de coloração verde-metálica (mosca varejeira). Os animais com bicheiras ficam sem apetite, inquietos e magros. Se não forem tratados podem morrer.
As bicheiras devem ser tratadas com substância larvicida, limpeza da ferida, retirada das larvas e aplicação de repelentes e cicatrizantes no local afetado, diariamente, até a cicatrização. Entretanto, estas podem também ser evitadas pelo tratamento do umbigo dos animais recém-nascidos com tintura de iodo a 10% e mediante o controle das moscas, através da limpeza nas instalações. Devem-se tratar todas as feridas que forem vistas nos animais, principalmente na época chuvosa.
A tintura de iodo a 10% pode ser obtida através dos seguintes ingredientes:
· Iodo em pó 10 g
· Iodeto de Potássio 6 g
· Álcool 95 ml
· Água destilada 5 ml
Caso o criador não disponha dos ingredientes necessários à confecção da tintura, pode adquirir o produto já pronto nas farmácias.
Sarna
A sarna é uma parasitose causada por ácaros, que são parasitas muito pequenos, medindo menos de 1 mm.
Os caprinos, geralmente, são acometidos pela sarna auricular, conhecida como caspa do ouvido, e sarna demodécica, conhecida como bexiga, que danifica o couro do animal.
a) Caspa do ouvido
· Realizar a limpeza do ouvido, retirando as crostas com algodão embebido em uma solução de iodo a 10%.
· Usar sarnicida no local.
· Usar repelentes para evitar bicheiras.
b) Bexiga
· Não comprar animais com bexiga.
· Controlar a superlotação nos apriscos.
· Tratar os animais doentes com ivermectin, aplicado por via subcutânea, a uma dose de 0,2 mg por quilograma de peso vivo, em uma única dose.
Os animais doentes devem ser separados e tratados com sarnicida de uso tópico ou geral. Aqueles animais que, porventura, não melhorarem com a aplicação do remédio devem ser descartados do rebanho.
Criação de caprinos no Brasil
A criação de ovinos e caprinos no Brasil vem se desenvolvendo em larga escala nos últimos anos, comprovando as previsões de especialistas sobre o potencial dessa atividade, especialmente no Estado de São Paulo. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) demonstra que o rebanho nacional de ovinos e caprinos somava 25 milhões de cabeças há apenas três anos (2004). Atualmente, já superam 30 milhões de cabeças. Nesse ritmo, o Brasil já é o 8º maior criador de caprinos e ovinos no mundo. A maior concentração dos rebanhos está nas regiões Nordeste, com cerca de 50% dos ovinos e 90% dos caprinos. De acordo com Arnaldo dos Santos, presidente da ASPACO (Associação Paulista de Criadores de Ovinos), São Paulo é o Estado onde a atividade mais cresce no País, especialmente no segmento de animais de elite, mostrando sua vocação e potencialidade da produção animal. Atualmente, o rebanho de ovinos em São Paulo é estimado em 365 mil cabeças. Parceiros investidores – Os surpreendentes números da atividade despertam cada vez mais o interesse de empresários de fora do agronegócio, atraídos pelo retorno financeiro e pelas opções de investimentos oferecidas. Assim, ganham espaço os chamados ‘parceiros investidores’. “As oportunidades estão aí. A caprino-ovinocultura é um excelente negócio e o retorno vem muito rápido. O Brasil importa grande parte da carne de cordeiro consumida no País. Somente em São Paulo, há déficit de mais de 3 milhões de cabeças para atender a demanda por carne de ovinos, que não chega a 1 kg por habitante/ano. Imagine se esse consumo dobrar? Está aí um investimento seguro e rentável”, ressalta Décio Ribeiro dos Santos, diretor do Agrocentro, empresa promotora da 4ª Feira Internacional de Caprinos e Ovinos (Finco), maior exposição de caprino-ovinocultura da América Latina, realizada entre 13 e 17 de março, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo (SP). O evento, que acompanha o crescimento da atividade no País e trabalha para oferecer ferramentas para os investidores deste mercado em expansão, deve reunir mais de 4 mil animais de criadores vindos de todas as regiões do Brasil, que vêm a capital paulista em busca de informações, troca de experiências e boas oportunidades de negócio. “Uma clara vantagem da criação de caprinos e ovinos, em comparação à pecuária de corte, por exemplo, é o maior retorno de quilos de carne por hectare, em um menor espaço de tempo. Em um mesmo hectare, pode-se produzir, por ano, em torno de 500 kg de peso vivo de cordeiro; se a mesma área receber bovinos, a produção será de apenas 150 kg de peso vivo”, explica o diretor do Agrocentro. Vicente Ribeiro, presidente da Capripaulo (Associação Paulista dos Criadores de Caprinos), faz coro ao potencial da caprino-ovinocultura, particularmente em São Paulo. “Temos tudo para crescer, porém é preciso muito trabalho nos próximos dez anos para profissionalizar a atividade e estruturar melhor o mercado produtivo, além de estimular o consumo”, assinala Vicente Ribeiro. A maior feira do setor – A Feinco 2007 é o ponto de encontro certo para discussão das necessidades da atividade e tem programada mais de 40 atividades paralelas, visando a capacitação e a profissionalização dos criadores e investidores. Em sua primeira edição, em 2004, a Feinco reuniu 30 expositores, 53 criadores, 600 animais e teve público de 10 mil visitantes; já em 2005, foram mais de 100 expositores, 120 criadores, 2 mil animais, 15 mil visitantes e faturamento de mais de R$ 1,4 milhão com o comércio de animais. No ano passado, o evento obteve faturamento de R$ 2,6 milhões somente com venda de animais nos seis leilões realizados e reuniu mais de 120 expositores, 3 mil animais, 150 criadores e cerca de 21 mil visitantes, inclusive estrangeiros, como as comitivas de Canadá, México e Uruguai. Em 2007, a organização da Feinco deve reunir 4 mil animais e receber 20 mil visitantes no evento. “Nossa expectativa é positiva porque teremos 150 empresas expositoras, aumento de 100% em relação à edição anterior, crescimento de 30% do número de leilões, 20 diferentes raças ovinas e caprinas, em uma área coberta, de 22 mil m2”, ressalta Décio Ribeiro dos Santos, diretor do Agrocentro.
Alimentação
Os caprinos são animais capazes de sobreviver em condições de alimentação de baixa qualidade, entretanto, nessas condições, o seu desempenho é pouco satisfatório, ficando comprometido. É necessário, portanto, que os caprinos disponham de alimento de boa qualidade e em quantidades que satisfaçam suas necessidades durante o ano, resultando em aumento da produção e gerando mais lucros à atividade.
Normalmente, a fonte principal de alimentos advém da própria vegetação nativa da região, cujas folhas e ramos são bastante apreciados pelos caprinos. Assim, na escolha de uma propriedade para criação desses animais, deve ser dada preferência àquelas cuja vegetação nativa seja do tipo caatinga, ou matas onde existam Unha-de-Gato, Mororó, Jurema Preta, Camaratuba, Maria Preta, Pau Ferro, etc., que são excelentes fontes de alimento. Já as regiões de chapadas, que possuem capim agreste, não são adequadas para a criação de caprinos.
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CONTRIBUIÇÃO DA CARNE BOVINA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL - Como conhecer o valor nutritivo da carne? - Gordura - Proteína - Ferro - Minerais - Trabalho Escolar - Pesquisa.
A CONTRIBUIÇÃO DA CARNE BOVINA PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Nutrição e alimentação são assuntos cada vez mais abordados
quando o tema é qualidade de vida e adoção de atitudes compatíveis com
a prevenção de doenças. Com esta preocupação, muitos estudiosos, e
alguns curiosos, dedicam-se a decifrar o enigma: como deve ser uma
dieta equilibrada? O que é uma alimentação saudável?
Em saúde e nutrição, a melhor resposta sempre deve ser adotada
considerando-se o conjunto de conhecimentos acumulados sobre dado
assunto, mesmo quando sabemos que ainda temos muito a descobrir, o
que motiva a contínua busca pela ampliação do conhecimento. Isto é
benéfico, e de fato a melhor forma de contribuir para o bem estar da
sociedade.
Apesar de parecer razoável, esta abordagem, contudo, nem sempre
é a adotada, e as opções alimentares podem ser definidas a partir de
“meias-verdades” ou “fragmentos de informação”, o que pode resultar em
prejuízo. Para citar uma situação recente: o papel dos antioxidantes na
dieta, excessivamente valorizado, provocou corridas ao consumo de
pílulas destes nutrientes, nem sempre com orientação profissional. Houve
grande preocupação, posteriormente, quando um importante estudo
europeu 1 comprovou que o consumo de doses de beta-caroteno, um
valorizado antioxidante, ao contrário de todas as expectativas, aumentava
a chance de ocorrência de câncer de pulmão entre fumantes.
O aumento do número de mortes por doenças crônicas, como as
doenças cardio-vasculares – DCV, resultou, como seria razoável, em
intenso debate sobre as formas mais eficazes de combate a este
fenômeno. Numa análise rápida sobre possíveis causas e efeitos, alimentos
com gorduras saturadas e colesterol, diretamente associados
com DCVs, como a carne bovina, assumiram o papel de vilões, e como
tal, foram proscritos.
Lamentavelmente, as coisas não são simples assim. A ocorrência de
uma doença crônica, resulta de uma série de agentes causais, e a retirada
da carne da dieta não só pode não trazer qualquer impacto sobre a chance
de desenvolver um destes terríveis males, como pode trazer outros
prejuízos.
O valor nutritivo de um alimento é o resultado de seu efeito sobre a
saúde de quem o consumiu. Em relação à carne bovina, assim como para
os demais alimentos, é determinado pela combinação de três fatores: sua
composição, o modo de preparo, e o estado de saúde do indivíduo
consumidor. Formas de preparo muito severas, com excesso de calor,
causam modificações na composição da carne, com perdas de nutrientes
e, eventualmente, formação de compostos com potencial ação nociva. A
nova composição modifica o efeito do alimento sobre o indivíduo,
alterando, portanto, seu valor nutritivo. Neste texto, vamos tratar,
exclusivamente, dos temas relacionados ao estudo do valor nutritivo a
partir da composição da carne 2, ou seja, do seu teor em nutrientes e energia.
Como conhecer o valor nutritivo da carne?
O conhecimento do primeiro dos três fatores, ou seja, da
composição da carne, se não permite determinar com rigorosa precisão o
seu valor nutritivo, é suficiente para sua estimativa com relativa
segurança.
Os principais constituintes da carne bovina com interesse nutricional
são a gordura, diversas vitaminas e minerais, e proteínas. Vamos
apresentar a contribuição da carne bovina para o fornecimento destes
nutrientes em um dia alimentar, tomando como base as necessidades de
um adulto do sexo masculino, de 19 a 24 anos de idade
3. A quantidade de calorias – energia - que 100 g de carne bovina
fornece depende muito do seu teor de gordura. Cortes magros, cozidos,
fornecem cerca de 186 calorias em 100 g; já um corte com maior teor de
gordura podem fornecer mais de 300 calorias quando preparados.
As Figuras 1 e 2 mostram a proporção dos principais componentes
da carne bovina e seu valor energético.
Dentre as vitaminas, destacam-se a vitamina B12 (ou cobalamina),
a niacina e a riboflavina (ou vitamina B2); entre os minerais, o ferro e o
zinco. As demais vitaminas e minerais não serão tratadas neste texto por
apresentarem-se em menor concentração e estarem presentes nos demais
alimentos em quantidades apreciáveis.
Gordura
As gorduras da dieta fornecem ácidos graxos, e na carne, estão
presentes boas quantidades dos ácidos palmítico e esteárico, ambos
saturados – ou seja, que apresentam ligações simples entre seus
carbonos, representando cerca de 27 e 13% do total, respectivamente.
Outro tipo de ácido graxo presente na carne em boa concentração é o
ácido oléico, conhecido por ser o monoinsaturado mais abundante no
azeite de oliva: na carne bovina, ele representa cerca de 40 % do total de
ácidos graxos.
As carnes bovinas apresentam diferentes teores de gordura,
variando de 5% a 25% do seu peso. Portanto, para um adulto, o consumo
de 200 g de carne por dia pode contribuir com 12% a 60% das
necessidades diárias de gordura.
Uma das discussões mais acaloradas sobre a fração gordura da
carne refere-se ao seu teor de colesterol, motivada pelo receio do seu
efeito sobre o desenvolvimento ou agravamento de doenças coronarianas,
e ao fornecimento de ácidos saturados. O colesterol é um composto
necessário para o organismo, envolvido com a síntese de hormônios e sais
biliares, de tal forma que há mecanismos para síntese endógena mesmo
em sua ausência da dieta. Ou seja, o metabolismo é capaz de produzir
colesterol. Contudo, a elevação dos níveis de colesterol circulante é
preocupante pois está demonstrada sua associação com doenças crônicas
da circulação, como a aterosclerose, resultado da formação de placas de
colesterol que diminuem o calibre de vasos sangüíneos, com
consequencias graves como o infarto e acidentes vasculares. Em 100 g de
carne bovina estão contidos aproximadamente 53 mg de colesterol
4.Depois do preparo, o mesmo peso fornece aproximadamente 80 a 90 mg.
Recomenda-se que a ingestão diária de colesterol por um adulto seja
próxima a 250 ou 300 mg. Em relação aos ácidos saturados, a
preocupação maior recai sobre o ácido palmítico, uma vez que o esteárico
não demonstra efeitos significativos sobre os níveis de colesterol
circulantes.
Estudo conduzido por Pauline Ippolito e Alan Mathios, economistas
da FEDERAL TRADE COMMISSION dos Estados Unidos, e divulgado em
1996, mostraram evidências substânciais de que o consumo de gordura,
gordura saturada e colesterol caiu significativamente, naquele país, entre
1977 e 1990, ao mesmo tempo em que aumentou o conhecimento do
consumidor sobre os efeitos da dieta sobre a saúde 2. Este talvez seja um
indicador de que as informações sobre dieta devam ser claramente
difundidas, para orientar adequadamente opções alimentares.
Proteína
Proteínas são estruturas constituídas por diferentes combinações de
cerca de 20 aminoácidos, oito dos quais necessariamente devem ser
fornecidos por meio dos alimentos pois não podem ser produzidos pelo
nosso metabolismo, e por esta razão são chamados de essenciais. Uma
proteína de boa qualidade deve fornecer todos os aminoácidos essenciais
em quantidades e proporções adequadas. Esta é uma situação que não
acontece nos alimentos de origem vegetal, e difere bastante, portanto,
nos alimentos de origem animal como a carne, fonte de proteína de bom
valor biológico. Um dos aminoácidos típicos da carne, e por esta razão
conhecido como carnitina, desempenha papel central no metabolismo,
facilitando a produção de energia a partir das reservas de gordura.
Estando preparada para o consumo, 100 g de carne bovina
fornecem cerca de 50% das necessidades de proteína de uma pessoa
adulta de 60 kg.
Minerais
A carne bovina contém boas doses de diversos minerais, como
cobre, selênio, fósforo, potássio e magnésio. Contudo, chama a atenção
o fornecimento de zinco e ferro, de grande importância nutricional, e cujos
valores da dieta estão associados ao volume de consumo de carne.
Zinco
Este mineral contribui para o bom funcionamento de diversos
sistemas, com destaque para o sistema imunológico e, portanto, para a
garantia de mecanismos de resistência a infecções. Além disto, tem papel
central sobre a divisão celular e o crescimento, estando envolvido na
produção de proteínas para a construção de tecidos e órgãos. Nosso
organismo contém cerca de 2,5 g de zinco, amplamente distribuídos, mas
cerca de 60% está nos músculos. Embora não existam órgãos para
estoque, o zinco está particularmente concentrado na próstata e no
sêmen, razão pela qual homens precisam de 33% mais deste mineral do
que mulheres (recomenda-se 9,5 mg/dia para homens e 7,0mg/dia para
mulheres). Sua carência causa perda de sensibilidade gustativa,
diminuição da resistência a infecções, entre outros sintomas
5. Em crianças, deficiências importantes de zinco podem determinar atraso no
crescimento, no desenvolvimento intelectual e na maturação sexual.Carnes
são excelentes fontes de zinco: 100g de carne bovina crua
contém cerca de 3,5mg, ou seja, 1/3 das necessidades diárias de homens
e cerca de 50% das necessidades de mulheres.
Ferro
O ferro é um nutriente essencial para composição da hemoglobina,
que contém 66% dos cerca de 3,5 a 4,5 g de ferro encontrado em um
organismo adulto.
A hemoglobina transporta oxigênio para todas as células e remove o
gás carbônico produzido pela respiração celular, e quando está diminuída
por carência de ferro na dieta, promove o aparecimento de anemia, que é
a mais importante deficiência nutricional do mundo, acometendo entre 10
e 66% da população, dependendo da região do globo e do estrato social.
Entre os sintomas desta doença, estão a palidez, o cansaço, dificuldades
respiratórias, dores de cabeça, baixa resistência a doenças e perda de
apetite. Em crianças, a deficiência de ferro compromete a capacidade de
aprendizado, com conseqüências negativas para a capacitação profissional
na idade adulta 6,7. Cerca de 40% do ferro contido nas carnes está na forma conhecida
como ferro-heme, sendo o restante como ferro não-heme. Esta é também
a forma do ferro encontrado nos alimentos de origem vegetal. O ferroheme é mais eficientemente absorvido do que o ferro não-heme: do total
de consumo, cerca de 30% é aproveitado, sendo que a forma não heme
apresenta uma absorção próxima a 5%. A combinação de alimentos
fontes de vitamina C contribui para melhorar a absorção do ferro nãoheme, que pode chegar a 15%, contudo em nada interfere sobre o
aproveitamento do ferro-heme.
Para um adulto do sexo masculino, a dieta deve fornecer cerca de 8
mg de ferro por dia, e 100 g de carne bovina contém cerca de 20% deste
total. A recomendação de ferro para mulheres é maior, em função das
perdas determinadas pelo ciclo menstrual. Vitaminas
Carne bovina é boa fonte de vitaminas do complexo B. A riboflavina,
também conhecida como Vitamina B2, participa de reações relacionadas
ao metabolismo de energia. A niacina está envolvida com a produção de
diversos compostos necessários para o organismo. A vitamina B12,
presente apenas em alimentos de origem animal, participa da conversão
de nutrientes em energia, mas destaca-se pela sua importância para a
síntese das células vermelhas do sangue e manutenção do Sistema
Nervoso Central. A tabela abaixo traz as quantidades recomendadas por
dia para cada um destes componentes, sempre tendo como referência um
homem adulto, e o percentual fornecido por 100 g de carne bovina. Características de preparo
Evidências apontam para o fato de que tratamentos muito severos
com calor, como a fritura e o assamento excessivo, que chega a deixar os
cortes de carne com aspecto excessivamente tostado, estão associados à
produção de compostos como aminas heterocíclicas - AH, e
hidrocarbonetos aromáticos policíclicos HAP. As AH se mostraram
potencialmente mutagênicas em animais, e carcinogênicas em
camundongos, ratos e primatas, especialmente em fígado, mas também
pele, pulmão, cólon e mama. Os HAP, como o benzopireno, entre outros,
são carcinogênicos e mutagênicos, e acredita-se que contribuem
fortemente para alguns tipos de câncer em humanos. Já os compostos Nnitrosos - CN, podem ser produzidos endogenamente a partir de excesso de proteínas da dieta, e representam comprovada causa de câncer em mais de 30 espécies animais, inclusive no homem.
Todos estes compostos podem ser originados de outros alimentos da
dieta, e mesmo de condições ambientais desfavoráveis, como é o caso dos
HAPs, presentes na fumaça de diversas origens. Alguns vegetais, como a
alface e o espinafre, são fontes importantes de nitratos, que podem
originar CNs no organismo.
As condições ideais de preparo devem, portanto, usar o calor
moderadamente. A cocção úmida (em água, ou sob pressão) é a mais
segura. O uso de calor seco (grelhar, assar, e especialmente, fritar) deve
evitar a “queima” do alimento, ou de partes do corte.
Considerações finais
Pelo exposto, temos segurança em afirmar que o consumo
moderado de carne bovina, preparado adequadamente, é uma medida
não apenas segura, mas recomendável para a dieta de crianças, adultos e
idosos. Estudos comprovam até mesmo que podem ser de algum benefício
para a prevenção de doenças crônicas típicas de idosos, como o mal de
Alzheimer 8.
Mudanças no padrão de consumo de alimentos que incluem o
consumo de pequena ou nenhuma quantidade de carne, podem trazer
implicações importantes para o estado nutricional 9,10, especialmente no
que se refere ao fornecimento de proteína e minerais como o ferro, e
devem ser combatidos.
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Hormônio Vegetal - Giberelinas - Citocininas - Trabalho Escolar - Pesquisa.
Hormônio Vegetal
Giberelinas
Este hormônio foi descoberto no Japão através de estudo de arroz infectado.
Todas as plantas produzem este tipo de hormônio, é produzido nas folhas, nos frutos e nas sementes. Ele age na produção de folhas novas, embriões de sementes, frutos e sementes em germinação. È transportado pelo floema. Este tipo de hormônio ajuda muito na horticultura, pois os vegetais adquirem folhas mais alongadas, ou seja, folhas maiores. Em questão da produção de frutos, ele ajuda na aceleração do crescimento deste, assim os frutos ficam maiores, com a aplicação deste hormônio. A uma contra indicação deste hormônio para vegetais tubérculos, pois ele impede o crescimento deste, assim podemos citar a cenoura, o nabo e o rabanete, que com o assentamento deste hormônio eles podem rachar, assim perdendo o valor comercial. Este hormônio também diminui o ciclo de alguns produtos, como no caso da uva.
Portanto, este hormônio ajuda muito na agricultura, pois se á frutos maiores e folhas maiores o valor do alimento irá aumentar, assim adquirindo valor comercial, o que é muito importante na agricultura moderna.
Citocininas
A citocininas tem origem a partir da adenina, que é uma base nitrogenada. Tem seu transporte pelo xilema. E elas atuam principalmente na regulação da divisão celular, no metabolistmo e na senescência. São produzidas na raiz e sintetizadas em qualquer tecido vegetal. Estimulam a divisão celular e o crescimento das plantas. Inibem o crescimento das raízes laterais. Uma das características mais valorizada na citocininas é o retardamento do envelhecimento das plantas, o que na agricultura é muito importante em questão da alface e do brócolis. Ela também estimula a abertura dos estomas. Portanto, a citocinina ajuda muito nas cultivares foliares. Mas em questão de produção de frutos, pode acarretar a diminuição da produção de sementes, assim contribuindo para a possível extinção da espécie. Este hormônio é de grande ajuda se utilizado corretamente, mais porem, se utilizado errado pode acercar na modificação dos frutos e em percas nutritivas. Assim, sendo classificada como muito boa na utilização da agricultura e nas indústrias. Ela é boa para aumentar o tamanho de alguns frutos, como no caso da uva, também para acelerar o processo de germinação, como na cevada, para o estimulo do alongamento do entrenó da cana-de-açúcar havendo assim uma maior acumulação de sacarose. Portanto, a citocininas é muito importante na agricultura, pois ela ajuda muito no desenvolvimento de algumas plantas, assim sendo usadas corretamente.
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Tipos de câncer - Câncer de pulmão - Câncer de pele - Câncer de próstata - Enfermagem - Medicina - Trabalho Escolar
Tipos de câncer
Câncer de pele
Tipos de câncer de pele
Há três tipos principais de câncer da pele. Os dois mais comuns são o carcinoma basal do carcinoma basocelular (BCC) e o espinocelular (ECC). Esses são os menos agressivos, raramente se difundem para outras partes do corpo e raramente são fatais. Podem ser curados se tratados precocemente.
O melanoma maligno, o terceiro tipo de câncer de pele, comporta-se como um câncer interno. Geralmente se espalha para outras partes do corpo se não for detectado cedo e tratado corretamente.
Como proteger a pele
Troque as camisas coloridas por brancas, de mangas compridas. Utilize chapéu e filtro solar. Cuidados ainda maiores devem ser tomados em relação a bebês e crianças. Crie hábitos de proteção nas crianças enquanto elas ainda são pequenas.
Sintomas
Lesão de pele que não cura em quatro semanas; lesão que cresce, que muda de cor, que sangra ou que apresenta prurido.
Como é diagnosticado
Seu médico examinará a condição anormal de sua pele. Se suspeitar de um BCC ou de um SCC, poderá remover uma amostra pequena e emiti-la a um patologista. Se seu médico suspeitar que pode ser um melanoma, ele deverá encaminhar você a um especialista.
Tratamento
O tratamento depende do tipo e do tamanho do câncer e de onde ele está no corpo. A maioria dos BCCs e dos SCCs são curados facilmente pelos meios simples, frequentemente não uniformes, o que requer uma estada no hospital. O melanoma deve sempre ser tratado por um especialista hábil e, em quase todos os casos, é removido por cirurgia
Câncer de pulmão
O câncer de pulmão abrange um grupo de tumores malignos localizados no pulmão e é causa mais comum de óbitos por câncer. Dos 27 mil novos casos diagnosticados ao ano no Brasil, cerca de 94% estão ligados à prática do tabagismo.
Como é diagnosticado o câncer de pulmão?
O câncer de pulmão pode crescer por muitos anos sem nenhum sintoma específico. No entanto tosse, rouquidão, presença de sangue no catarro, falta de ar e dor torácica podem ser sinais da doença e devem ser avaliados por um médico. Por meio da radiografia de tórax, é possível confirmar ou não a existência da lesão. Já a tomografia de tórax caracteriza com precisão o tamanho, a localização e as características do tumor.
Somente com a biópsia é possível fazer a confirmação diagnóstica do tumor.
Como se trata câncer de pulmão?
Dependendo do estádio da doença, serão indicados tratamentos específicos ou associados. São eles: cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Para pacientes com tumores precoces, as chances de cura com cirurgia podem ultrapassar os 80%, podendo chegar a 90% em alguns casos. Por outro lado, quanto mais avançada for a doença, mais importantes se tornam os tratamentos associados (quimioterapia e radioterapia), a estratégia adotada e a individualização dos pacientes.
Câncer de próstata
O Câncer de Próstata é uma doença que provoca o crescimento anormal e incontrolado das células da próstata.
Próstata é uma glândula que somente os homens possuem, estando localizada abaixo da bexiga, sendo responsável pela produção de parte do sêmen.
O Câncer de Próstata é curável quando detectado no início. Caso contrário, pode se espalhar para outras partes do corpo, tornando-se incurável.
sintomas da doença
A maior parte dos cânceres de próstata cresce lentamente e sem apresentar sintomas. Com o decorrer do tempo podem surgir dificuldade para expelir a urina, jato urinário fraco.
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ZOOLOGIA
ABATE DE AVES - PRÉ-ABATE - CAPTURA - TRANSPORTE - INSENSIBILIZAÇÃO - SANGRIA - ESCALDA - DEPENAGEM - EVISCERAÇÃO - PRÉ-RESFRIAMENTO (Pré-chiller) - RESFRIAMENTO (Chiller) - GOTEJAMENTO - EMBALAGEM - CLASSIFICAÇÃO - TEMPO DE ARMAZENAMENTO - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
ABATE DE AVES
1. INTRODUÇÃO
No Brasil o abate de aves deve ocorrer conforme o estabelecido no RIISPOA:
Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal e no
Regulamento Técnico da Inspeção Tecnológica e Higiênico-Sanitária de Carne de Aves.
Nesses regulamentos são tratadas questões que referem ao: pré-abate, que engloba a
captura e transporte dos animais e o abate que consiste nas seguintes etapas:
insensibilização, sangria, escalda, depenagem, evisceração, pré-resfriamento, resfriamento,
gotejamento, classificação, embalagem, tempo de armazenamento.
2. PRÉ-ABATE
O manuseio pré-abate tem início do jejum das aves e a dieta líquida. O jejum é
praticado com o objetivo de limpar o trato digestivo de tal forma evitar a contaminação da
carcaça e casos de ruptura.
O tempo de jejum é iniciado quando os comedouros são suspensos e termina no
abate. A duração ideal deste tempo está entre 8 a 12 horas. Períodos superiores à doze
horas podem levar a ocorrências fisiológicas indesejáveis que comprometem a qualidade da
carne. Essas ocorrências normalmente causam problemas quando a evisceração. Os
problemas mais comuns são: (1) rompimento do intestino devido o acúmulo de gases e a
redução da espessura; (2) contaminação com bílis - no período de jejum ocorre acúmulo de
bílis na vesícula biliar e está ao romper durante a evisceração causa contaminação da
carcaça; (3) endurecimento do tecido de revestimento das moelas; (4) aderência do papo a
carcaça, em razão da desidratação da ave, entre outros.
2.1 CAPTURA
A captura dos frangos deve ser realizada com rapidez e preferencialmente no
período noturno, sob luz azul, pois as aves não apresentam visibilidade da cor azul. Deve-se
agrupar o lote facilitando a sua captura. Os frangos devem ser capturados individualmente e
levados pelas duas pernas. Deve ser cuidadosamente segura na posição vertical. Se forem
levadas em grupos, nunca levar mais que três aves na mão. Elas devem ser carregadas
sem causar desconforto e ferimento aos animais.
2.2 TRANSPORTE
Recomenda-se realizar o transporte à noite, lembrando que na hora do abate, o
primeiro lote que chegou ao abatedouro será o primeiro a ser abatido. Os animais são
transportados em gaiolas, sendo que em cada m
2
no inverno é possível realizar o transporte
de 45kg e no verão 38kg (10 a 12 aves por gaiola).
Em dias muito quentes é necessário molhar as aves para a realização do transporte
(Figura 1) evitando assim a morte de alguns animais.
Ao chegar ao abatedouro, os caminhões devem ficar em plataforma de descanso
com ventiladores com aspersão de água.
3. ABATE
O processo de abate é dividido em diversas fases que serão comentadas abaixo.
3.1 INSENSIBILIZAÇÃO
Todo animal antes do abate deve passar pela insensibilização (figura 2). Esse
processo dura 7 segundos e é feito para que não ocorra o sofrimento da ave.
Esta técnica pode ser feita através de gás, sendo um processo pouco usual devido
ao alto custo, portanto na maioria das vezes a insensibilização é realizada através da
eletronarcose, que nada mais é a imersão da ave em água com corrente elétrica causando
um choque na mesma. A voltagem do choque é de acordo com o fabricante. A eletronarcose
diminui a eficiência da sangria (principalmente acima de 80 v) e pode, também, inibir
parcialmente as reações bioquímicas post-mortem, atuando na maciez do peito.
3.2 SANGRIA
Dura, em média, 3 minutos, sendo um processo passivo podendo ser acelerada pelo
bombeamento cardíaco. Nos primeiros 40% do tempo desse processo, os animais devem
ter perdido 80% do sangue. Se a sangria ultrapassar o limite de 3 minutos a depenagem
será prejudicada, pois as aves estarão aprisionando as penas pelos folículos devido ao
estado de rigor mortis.
3.3 ESCALDA
O tempo necessário é de 2 minutos com a temperatura de 52ºC para que ocorra o
afrouxamento das penas. É importante ressaltar que não se deve ultrapassar este tempo
pois irá ocorrer o cozimento da carcaça e se ficar um tempo menor que o recomendado não
ocorrerá o afrouxamento das penas dificultando a depenagem.
3.4 DEPENAGEM
É o processo de retirada das penas feita através de um rolo que possui um dedo de
borracha para não machucar a carcaça. Durante esse processo podem ocorrer algumas
lesões na carcaça sendo a mais comum à fratura das asas. É importante ajustar as
depenadeiras para o tamanho do frango.
Depois da depenagem (figura 3) é necessário fazer um acabamento que consiste na
retirada das penas que ficaram na carcaça de forma manual.
3.5 EVISCERAÇÃO
Antes da evisceração as aves são lavadas em chuveiros de aspersão. Inicialmente é
feito o corte da cloaca e a seguir abertura do abdome. As vísceras são expostas,
examinadas e separadas. A retirada das víceras procede na seguinte ordem: glândula
uropígea, traquéia, cloaca, retirada das víceras não comestíveis, retirada das víceras
comestíveis e pulmões. Os pulmões são extraídos através da pistola de compressão de ar,
pois estes são fixos.Terminada a evisceração realiza-se a lavagem interna.
3.6 PRÉ-RESFRIAMENTO (Pré-chiller)
O pré-resfriamento consiste na imersão em tanques de inox a uma temperatura de
10- 18ºC, durante 12 minutos, com 2 litros de água por ave. O pré-chiller serve para dar
início ao resfriamento, limpeza e reidratação da carcaça. O chiller finaliza este processo.
3.7 RESFRIAMENTO (Chiller)
Ocorre com temperatura de 2ºC durante 17 minutos sendo necessário 1,5 litros de
água por ave e para aumentar o resfriamento pode-se acrescentar 2 a 5 ppm de propilenoglicol na água.
3.8 GOTEJAMENTO
Dura 3 minutos, o máximo de água que pode ser absorvida é 8%, porém, no Brasil,
existem carcaças com até 25% de água.
3.9 CLASSIFICAÇÃO
As aves podem ser classificadas em frangos inteiros e frangos em cortes. Aves com
lesões têm aproveitamento parcial para cortes. A tipificação é realizada pelo peso, ou de
acordo com o desejo do comprador.
3.10 EMBALAGEM
Normalmente, as carcaças são embaladas a vácuo (CO2) na presença de atmosfera
modificada ou em polietileno com grampo.
3.11 TEMPO DE ARMAZENAMENTO
A temperatura de -1 a 1ºC e UR 80-85% permite durabilidade de 6 a 8 dias e com
temperatura do túnel de -35 a -40ºC por 4 horas permite o armazenamento a -12ºC com
durabilidade de 8 a 18 meses.
4 BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Ministério da Agricultura. Regulamento da inspeção industrial e sanitária de
produtos de origem animal - RIISPOA. Disponível em:
BRASIL. Ministério da Agricultura e do Abastecimento. Regulamento da inspeção
tecnológica e higiênico-sanitária de carne de aves. Disponível em:
GROSSKLAUS, D., BRÜHANN, W., LEVETZOW, R. Inspección sanitaria de la carne de
ave. Zaragoza: Acribia, 1982.
JORNAL DA CIDADE, São Paulo, 17 de julho de 2007. Disponível em:
http://www.jornaldacidade.net/noticia.php?id=71091&PHPSESSID=1dd37ee2a698e47d323a
d3ecb45b5088 > Acesso em: 30 de julho 2007.
NUNES, F.G. Otimizando o processamento de aves. Catálogo Brasileiro de Produtos e
Serviços, v. 8, 1998.
RIBEIRO, D.F. Influência do manejo de pré-abate e das operações de abate na qualidade e
rendimento das carcaças. Revista Nacional da Carne, São Paulo, v.19, n.223,1995.
ROÇA, R.O., BONASSI, I.A. Temas de tecnologia da carne e produtos derivados. Botucatu:
Faculdade de Ciências Agronômicas. 1981.
ROÇA, R.O., São Paulo. Disponível em:
http://dgta.fca.unesp.br/carnes/Artigos%20Tecnicos/Roca104.pdf > Acesso em: 30 de julho
2007.
SCHNEIDER, I.S. Processamento industrial de aves. São Paulo: Ed. Bras. Agr., 1973,
Marcadores:
Biologia,
Trabalho Escolar,
Trabalhos Escolares,
ZOOLOGIA
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Nomes de aves no Brasil - Biologia, ZOOLOGIA, Trabalho Escolar.
Nomes de aves no Brasil
1 Struthioniformes Latham, 1790
2 Tinamiformes Huxley, 1872
3 Anseriformes Linnaeus, 1758
4 Galliformes Linnaeus, 1758
5 Podicipediformes Fürbringer, 1888
6 Sphenisciformes Sharpe, 1891
7 Procellariiformes Fürbringer, 1888
8 Phaethontiformes Sharpe, 1831
9 Ciconiiformes Bonaparte, 1854
10 Suliformes Sharpe, 1891
11 Pelecaniformes Sharpe, 1891
12 Phoenicopteriformes Fürbringer, 1888
13 Cathartiformes Seebohm, 1890
14 Accipitriformes Bonaparte, 1831
15 Falconiformes Bonaparte, 1831
16 Eurypygiformes Furbringer, 1888
17 Gruiformes Bonaparte, 1854
18 Cariamiformes Furbringer, 1888
19 Charadriiformes Huxley, 1867
20 Columbiformes Latham, 1790
21 Psittaciformes Wagler, 1830
22 Opisthocomiformes Sclater, 1880
23 Cuculiformes Wagler, 1830
24 Strigiformes Wagler, 1830
25 Caprimulgiformes Ridgway, 1881
26 Apodiformes Peters, 1940
27 Trogoniformes A.O.U., 1886
28 Coraciiformes Forbes, 1844
29 Galbuliformes Fürbringer, 1888
30 Piciformes Meyer e Wolf, 1810
31 Passeriformes Linnaeus, 1758
32 Referências
33 Bibliografia adicional
34 Ver também
35 Ligações externas
O Brasil é o segundo país com maior número de espécies de aves conhecidas (cerca de 1.840), segundo Luís Fábio Silveira, curador do setor de ornitologia do Museu de Zoologia da USPsendo superado apenas pela Colômbia, que tem aproximadamente 1.900 espécies. O pesquisador estima que dentro de dez anos haverá 2.000 espécies de aves conhecidas no Brasil. Segundo ele, "há vários exemplares de aves desconhecidas nos museus brasileiros, oriundos de diversos biomas, que serão descritos nos próximos anos."
Esta lista inclui 1832 aves encontradas no Brasil.
Observações:
A lista segue a última versão do Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) 1 (25 de janeiro de 2011);
Um único nome popular, têm caráter meramente instrumental e de restrição do tamanho do anexo, não deve ser levado como tentativa de normatização;
Para outros nomes populares, sinônimos, subespécies e comentários taxonômicos, vide o artigo de cada espécie em particular.
Legenda:
E = Endêmica
I = Introduzida
VA = Vagante
V = Visitante
D = Desconhecido
Ex = Extinto
ExN = Extinto na natureza
PO = Possível ocorrência
Espécies não marcadas constituem R, ou seja, são residentes no território nacional.
Struthioniformes Latham, 1790
Ema
Família Rheidae Bonaparte, 1849
Rhea americana (Linnaeus, 1758) - Ema
Tinamiformes Huxley, 1872
Inhambu-anhangá
Família Tinamidae Gray, 1840
Tinamus tao Temminck, 1815 - Azulona
Tinamus solitarius (Vieillot, 1819) - Macuco
Tinamus major (Gmelin, 1789) - Inhambu-de-cabeça-vermelha
Tinamus guttatus Pelzeln, 1863 - Inhambu-galinha
Crypturellus cinereus (Gmelin, 1789) - Inhambu-pixuna
Crypturellus soui (Hermann, 1783) - Tururim
Crypturellus obsoletus (Temminck, 1815) - Inhambu-guaçu
Crypturellus undulatus (Temminck, 1815) - Jaó
Crypturellus strigulosus (Temminck, 1815) - Inhambu-relógio
Crypturellus duidae Zimmer, 1938 - Inhambu-de-pé-cinza
Crypturellus erythropus (Pelzeln, 1863) - Inhambu-de-perna-vermelha
Crypturellus noctivagus (Wied, 1820) - Jaó-do-sul E
Crypturellus atrocapillus (Tschudi, 1844) - Inhambu-de-coroa-preta
Crypturellus variegatus (Gmelin, 1789) - Inhambu-anhangá
Crypturellus brevirostris (Pelzeln, 1863) - Inhambu-carijó
Crypturellus bartletti (Sclater & Salvin, 1873) - Inhambu-anhangaí
Crypturellus parvirostris (Wagler, 1827) - Inhambu-chororó
Crypturellus tataupa (Temminck, 1815) - Inhambu-chintã
Rhynchotus rufescens (Temminck, 1815) - Perdiz
Nothura boraquira (Spix, 1825) Codorna-do-nordeste
Nothura minor (Spix, 1825) - Codorna-mineira E
Nothura maculosa (Temminck, 1815) - Codorna-amarela
Taoniscus nanus (Temminck, 1815) - Inhambu-carapé
Anseriformes Linnaeus, 1758
Tachã
Irerê
Família Anhimidae Stejneger, 1885
Anhima cornuta (Linnaeus, 1766) - Anhuma
Chauna torquata (Oken, 1816) - Tachã
Família Anatidae Leach, 1820
Subfamília Dendrocygninae Reichenbach, 1850
Dendrocygna bicolor (Vieillot, 1816) - Marreca-caneleira
Dendrocygna viduata (Linnaeus, 1766) - Irerê
Dendrocygna autumnalis (Linnaeus, 1758) - Asa-branca
Subfamília Anserinae Vigors, 1825
Cygnus melanocoryphus (Molina, 1782) - Cisne-de-pescoço-preto
Coscoroba coscoroba (Molina, 1782) - Capororoca
Subfamília Anatinae Leach, 1820
Neochen jubata (Spix, 1825) - Pato-corredor
Cairina moschata (Linnaeus, 1758) - Pato-do-mato
Sarkidiornis sylvicola Ihering e Ihering, 1907 - Pato-de-crista
Callonetta leucophrys (Vieillot, 1816) - Marreca-de-coleira
Amazonetta brasiliensis (Gmelin, 1789) - Pé-vermelho
Anas sibilatrix Poeppig, 1829 - Marreca-oveira V
Anas flavirostris Vieillot, 1816 Marreca-pardinha
Anas acuta Linnaeus, 1758 - Arrabio VA
Anas georgica Gmelin, 1789 - Marreca-parda
Anas bahamensis Linnaeus, 1758 - Marreca-toicinho
Anas versicolor Vieillot, 1816 - Marreca-cricri
Anas discors Linnaeus, 1766 - Marreca-de-asa-azul VA
Anas cyanoptera Vieillot, 1816 - Marreca-colorada VA
Anas platalea Vieillot, 1816 - Marreca-colhereira V
Netta erythrophthalma (Wied, 1832) - Paturi-preta
Netta peposaca (Vieillot, 1816) - Marrecão V
Mergus octosetaceus Vieillot, 1817 - Pato-mergulhão
Heteronetta atricapilla (Merrem, 1841) - Marreca-de-cabeça-preta
Nomonyx dominica (Linnaeus, 1766) - Marreca-de-bico-roxo
Oxyura vittata (Philippi, 1860) - Marreca-pé-na-bunda V
Galliformes Linnaeus, 1758
Família Cracidae Rafinesque, 1815
Jacu-de-spix
Ortalis canicollis (Wagler, 1830) - Aracuã-do-pantanal
Ortalis guttata (Spix, 1825) - Aracuã-comum
Ortalis motmot (Linnaeus, 1766) - Aracuã-pequeno
Ortalis superciliaris (Gray, 1867) - Aracuã-de-sobrancelhas E
Penelope marail (Statius Müller, 1776) - Jacumirim
Penelope superciliaris Temminck, 1815 - Jacupemba
Penelope jacquacu Spix, 1825 - Jacu-de-spix
Penelope obscura Temminck, 1815 - Jacuaçu
Penelope pileata Wagler, 1830 - Jacupiranga E
Penelope ochrogaster Pelzeln, 1870 - Jacu-de-barriga-castanha E
Penelope jacucaca Spix, 1825 - Jacucaca E
Aburria cumanensis (Jacquin, 1784) - Jacutinga-de-garganta-azul
Aburria cujubi (Pelzeln, 1858) - Cujubi
Aburria jacutinga (Spix, 1825) - Jacutinga
Nothocrax urumutum (Spix, 1825) - Urumutum
Pauxi tomentosum (Spix, 1825) Mutum-do-norte
Pauxi tuberosum (Spix, 1825) Mutum-cavalo
Pauxi mitu (Linnaeus, 1766) Mutum-do-nordeste ExN E
Crax alector Linnaeus, 1766 - Mutum-poranga
Crax globulosa Spix, 1825 - Mutum-de-fava
Crax fasciolata Spix, 1825 - Mutum-de-penacho
Crax blumenbachii Spix, 1825 - Mutum-de-bico-vermelho E
Família Odontophoridae Gould, 1844
Colinus cristatus (Linnaeus, 1766) - Uru-do-campo
Odontophorus gujanensis (Gmelin, 1789) - Uru-corcovado
Odontophorus capueira (Spix, 1825) - Uru
Odontophorus stellatus (Gould, 1843) - Uru-de-topete
Mergulhão-caçador
Podicipediformes Fürbringer, 1888
Família Podicipedidae Bonaparte, 1831
Rollandia rolland (Quoy e Gaimard, 1824) - Mergulhão-de-orelha-branca
Tachybaptus dominicus (Linnaeus, 1766) - Mergulhão-pequeno
Podilymbus podiceps (Linnaeus, 1758) - Mergulhão-caçador
Podiceps major (Boddaert, 1783) - Mergulhão-grande
Podiceps occipitalis Garnot, 1826 - Mergulhão-de-orelha-amarela VA
Sphenisciformes Sharpe, 1891
Pinguim-de-magalhães
Albatroz-real
Bobo-grande-de-sobre-branco
Família Spheniscidae Bonaparte, 1831
Aptenodytes patagonicus Miller, 1778 - Pinguim-rei VA
Spheniscus magellanicus (Forster, 1781) - Pinguim-de-magalhães V
Eudyptes chrysolophus (Brandt, 1837) - Pinguim-de-testa-amarela VA
Eudyptes chrysocome (Forster, 1781) - Pinguim-de-penacho-amarelo VA
Procellariiformes Fürbringer, 1888
Família Diomedeidae Gray, 1840
Phoebetria fusca (Hilsenberg, 1822) - Piau-preto VA
Phoebetria palpebrata (Forster, 1785) - Piau-de-costas-claras VA
Thalassarche chlororhynchos (Gmelin, 1789) - Albatroz-de-nariz-amarelo V
Thalassarche melanophris (Temminck, 1828) - Albatroz-de-sobrancelha V
Thalassarche chrysostoma (Forster, 1785) - Albatroz-de-cabeça-cinza VA
Thalassarche cauta (Gould, 1841) - Albatroz-arisco VA
Diomedea epomophora Lesson, 1825 - Albatroz-real V
Diomedea sanfordi Murphy, 1917 - Albatroz-real-do-norte VA
Diomedea exulans Linnaeus, 1758 - Albatroz-gigante V
Diomedea dabbenena Mathews, 1929 - Albatroz-de-tristão V
Família Procellariidae Leach, 1820
Macronectes giganteus (Gmelin, 1789) - Petrel-gigante V
Macronectes halli Mathews, 1912 - Petrel-gigante-do-norte V
Fulmarus glacialoides (Smith, 1840) - Pardelão-prateado V
Daption capense (Linnaeus, 1758) - Pomba-do-cabo V
Lugensa brevirostris (Lesson, 1831) - Grazina-de-bico-curto VA
Pterodroma mollis (Gould, 1844) - Grazina-mole V
Pterodroma hasitata (Kuhl, 1820) - Diablotim PO
Pterodroma incerta (Schlegel, 1863) - Grazina-de-barriga-branca V
Pterodroma lessonii (Garnot, 1826) - Grazina-de-cabeça-branca VA
Pterodroma neglecta (Schlegel, 1863) - Petrel-de-kermadec
Pterodroma macroptera (Smith, 1840) - Fura-bucho-de-cara-cinza VA
Pterodroma arminjoniana (Giglioli e Salvadori, 1869) - Grazina-de-trindade
Halobaena caerulea (Gmelin, 1789) - Petrel-azul V
Pachyptila vittata (Forster, 1777) - Faigão-de-bico-largo VA
Pachyptila desolata (Gmelin, 1789) - Faigão-rola V
Pachyptila belcheri (Mathews, 1912) - Faigão-de-bico-fino V
Bulweria bulwerii (Jardine & Selby, 1828) - Alma-negra PO
Procellaria cinerea Gmelin, 1789 - Pardela-cinza VA
Procellaria aequinoctialis Linnaeus, 1758 - Pardelão-de-queixo-branco V
Procellaria conspicillata Gould, 1844 - Pardela-de-óculos V
Calonectris borealis (Cory, 1881) - Bobo-grande V
Calonectris edwardsii (Oustalet, 1883) - Bobo-de-cabo-verde V
Puffinus griseus (Gmelin, 1789) - Bobo-escuro V
Puffinus tenuirostris (Temminck, 1836) - Bobo-de-cauda-curta VA
Puffinus gravis (O'Reilly, 1818) - Bobo-grande-de-sobre-branco V
Puffinus puffinus (Brunnich, 1764) - Bobo-pequeno V
Puffinus assimilis Gould, 1838 - Pardela-pequena PO
Puffinus lherminieri Lesson, 1839 - Pardela-de-asa-larga
Família Hydrobatidae Mathews, 1912
Painho-de-cauda-furcada
Fregetta grallaria (Vieillot, 1818) - Painho-de-barriga-branca V
Fregetta tropica (Gould, 1844) - Painho-de-barriga-preta VA
Oceanites oceanicus (Kuhl, 1820) - Alma-de-mestre V
Pelagodroma marina (Latham, 1790) - Painho-de-ventre-branco VA
Oceanodroma castro (Harcourt, 1851) - Painho-da-ilha-madeira PO
Oceanodroma leucorhoa (Vieillot, 1818) - Painho-de-cauda-furcada V
Família Pelecanoididae Gray, 1871
Pelecanoides magellani (Mathews, 1912) - Petrel-mergulhador-de-magalhães VA
Phaethontiformes Sharpe, 1831
Rabo-de-palha-de-bico-laranja
Família Phaethontidae Brandt, 1840
Phaethon aethereus Linnaeus, 1758 - Rabo-de-palha-de-bico-vermelho
Phaethon rubricauda Boddaert, 1783 - Rabo-de-palha-de-cauda-vermelha VA
Phaethon lepturus Daudin, 1802 - Rabo-de-palha-de-bico-laranja
Ciconiiformes Bonaparte, 1854
Maguari
Família Ciconiidae Sundevall, 1836
Ciconia maguari (Gmelin, 1789) - Maguari
Jabiru mycteria (Lichtenstein, 1819) - Tuiuiú
Mycteria americana Linnaeus, 1758 - Cabeça-seca
Suliformes Sharpe, 1891
Atobá-pardo
Biguá
Biguatinga
Fragata (macho)
Pelicano-pardo
Garça-roxa
Arapapá
Curicaca
Família Sulidae Reichenbach, 1849
Morus capensis (Lichtenstein, 1823) - Atobá-do-cabo VA
Morus serrator Gray, 1843 - Atobá-australiano VA
Sula dactylatra Lesson, 1831 - Atobá-grande
Sula sula (Linnaeus, 1766) - Atobá-de-pé-vermelho
Sula leucogaster (Boddaert, 1783) - Atobá-pardo
Família Phalacrocoracidae Reichenbach, 1849
Phalacrocorax bransfieldensis Murphy, 1936 - Biguá-das-shetland PO
Phalacrocorax brasilianus (Gmelin, 1789) - Biguá
Família Anhingidae Reichenbach, 1849
Anhinga anhinga (Linnaeus, 1766) - Biguatinga
Família Fregatidae Degland e Gerbe, 1867
Fregata magnificens Mathews, 1914 - Fragata-comum
Fregata minor (Gmelin, 1789) - Tesourão-grande
Fregata ariel (Gray, 1845) - Tesourão-pequeno
Pelecaniformes Sharpe, 1891
Família Pelecanidae Rafinesque, 1815
Pelecanus occidentalis Linnaeus, 1766 - Pelicano-pardo VA
Família Ardeidae Leach, 1820
Tigrisoma lineatum (Boddaert, 1783) - Socó-boi
Tigrisoma fasciatum (Such, 1825) - Socó-boi-escuro
Agamia agami (Gmelin, 1789) - Garça-da-mata
Cochlearius cochlearius (Linnaeus, 1766) - Arapapá
Zebrilus undulatus (Gmelin, 1789) - Socoí-zigue-zague
Botaurus pinnatus (Wagler, 1829) - Socó-boi-baio
Ixobrychus exilis (Gmelin, 1789) - Socoí-vermelho
Ixobrychus involucris (Vieillot, 1823) – Socoí-amarelo
Nycticorax nycticorax (Linnaeus, 1758) - Savacu
Nyctanassa violacea (Linnaeus, 1758) - Savacu-de-coroa
Butorides striata (Linnaeus, 1758) – Socozinho
Ardeola ralloides (Scopoli, 1769) - Garça-caranguejeira VA
Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758) - Garça-vaqueira
Ardea cinerea Linnaeus, 1758 - Garça-real-europeia VA
Ardea herodias Linnaeus, 1758 - Garça-azul-grande PO
Ardea cocoi Linnaeus, 1766) - Garça-moura
Ardea purpurea Linnaeus, 1766 - Garça-roxa PO
Ardea alba (Linnaeus, 1758) - Garça-branca-grande
Syrigma sibilatrix (Temminck, 1824) - Maria-faceira
Pilherodius pileatus (Boddaert, 1783) - Garça-real
Egretta tricolor (Statius Müller, 1776) - Garça-tricolor
Egretta gularis (Bosc, 1792) – Garça-negra VA
Egretta garzetta (Linnaeus, 1766) - Graça-branca-pequena-europeia VA
Egretta thula (Molina, 1782) Garça-branca-pequena
Egretta caerulea (Linnaeus, 1758) Garça-azul
Família Threskiornithidae Poche, 1904
Eudocimus ruber (Linnaeus, 1758) - Guará
Plegadis chihi (Vieillot, 1817) - Caraúna-de-cara-branca
Cercibis oxycerca (Spix, 1825) - Trombeteiro
Mesembrinibis cayennensis (Gmelin, 1789) - Coró-coró
Phimosus infuscatus (Lichtenstein, 1823) - Tapicuru-de-cara-pelada
Theristicus caerulescens (Vieillot, 1817) - Maçarico-real
Theristicus caudatus (Boddaert, 1783) - Curicaca
Platalea leucorodia Linnaeus, 1758 - Colhereiro-europeu PO
Platalea ajaja Linnaeus, 1758 - Colhereiro
Phoenicopteriformes Fürbringer, 1888
Flamingo-comum
Família Phoenicopteridae Bonaparte, 1831
Phoenicopterus ruber Linnaeus, 1758 - Flamingo-comum
Phoenicopterus chilensis Molina, 1782 - Flamingo-chileno S
Phoenicopterus andinus (Philippi, 1854) – Flamingo-grande-dos-andes VA
Phoenicopterus jamesi (Sclater, 1886) - Flamingo-da-puna VA
Cathartiformes Seebohm, 1890
Urubu-rei
Família Cathartidae Lafresnaye, 1839
Cathartes aura (Linnaeus, 1758) - Urubu-de-cabeça-vermelha
Cathartes burrovianus Cassin, 1845 - Urubu-de-cabeça-amarela
Cathartes melambrotus Wetmore, 1964 - Urubu-da-mata
Coragyps atratus (Bechstein, 1793) - Urubu-de-cabeça-preta
Sarcoramphus papa (Linnaeus, 1758) - Urubu-rei
Vultur gryphus Linnaeus, 1758 - Condor-dos-andes PO
Accipitriformes Bonaparte, 1831
Águia-pescadora
Harpia
Família Pandionidae Bonaparte, 1854
Pandion haliaetus (Linnaeus, 1758) - Águia-pescadora V
Família Accipitridae Vigors, 1824
Leptodon cayanensis (Latham, 1790) - Gavião-de-cabeça-cinza
Leptodon forbesi (Swann, 1922) – Gavião-de-pescoço-branco D E
Chondrohierax uncinatus (Temminck, 1822) - Caracoleiro
Elanoides forficatus (Linnaeus, 1758) - Gavião-tesoura
Gampsonyx swainsonii Vigors, 1825 - Gaviãozinho
Elanus leucurus (Vieillot, 1818) - Gavião-peneira
Harpagus bidentatus (Latham, 1790) - Gavião-ripina
Harpagus diodon (Temminck, 1823) - Gavião-bombachinha
Circus cinereus Vieillot, 1816 - Gavião-cinza
Circus buffoni (Gmelin, 1788) - Gavião-do-banhado
Accipiter poliogaster (Temminck, 1824) - Tauató-pintado
Accipiter superciliosus (Linnaeus, 1766) - Gavião-miudinho
Accipiter striatus Vieillot, 1808 - Gavião-miúdo
Accipiter bicolor (Vieillot, 1817) - Gavião-bombachinha-grande
Ictinia mississippiensis (Wilson, 1811) - Sauveiro-do-norte V
Ictinia plumbea (Gmelin, 1788) - Sovi
Busarellus nigricollis (Latham, 1790) - Gavião-belo
Rostrhamus sociabilis (Vieillot, 1817) - Gavião-caramujeiro
Helicolestes hamatus (Temminck, 1821) - Gavião-do-igapó
Geranospiza caerulescens (Vieillot, 1817) - Gavião-pernilongo
Buteogallus schistaceus (Sundevall, 1851) - Gavião-azul
Buteogallus aequinoctialis (Gmelin, 1788) - Caranguejeiro
Buteogallus anthracinus (Deppe, 1830) - Gavião-caranquejeiro-negro PO
Heterospizias meridionalis (Latham, 1790) - Gavião-caboclo
Amadonastur lacernulatus (Temminck, 1827) - Gavião-pombo-pequeno E
Urubutinga urubitinga (Gmelin, 1788) - Gavião-preto
Urubutinga coronata (Vieillot, 1817) - Águia-cinzenta
Rupornis magnirostris (Gmelin, 1788) – Gavião-carijó
Parabuteo unicinctus (Temminck, 1824) - Gavião-asa-de-telha
Parabuteo leucorrhous (Quoy & Gaimard, 1824) - Gavião-de-sobre-branco
Geranoaetus albicaudatus (Vieillot, 1816) - Gavião-de-rabo-branco
Geranoaetus polyosoma (Quoy & Gaimard, 1824) - Gavião-de-costas-vermelhas PO
Geranoaetus melanoleucus (Vieillot, 1819) - Águia-chilena
Pseudastur albicollis (Latham, 1790) - Gavião-branco
Pseudastur polionotus (Kaup, 1847) - Gavião-pombo-grande
Leucopternis melanops (Latham, 1790) - Gavião-de-cara-preta
Leucopternis kuhli Bonaparte, 1850 - Gavião-vaqueiro
Buteo nitidus (Latham, 1790) - Gavião-pedrês
Buteo platypterus (Vieillot, 1823) - Gavião-de-asa-larga V
Buteo brachyurus Vieillot, 1816 - Gavião-de-cauda-curta
Buteo swainsoni Bonaparte, 1838 - Gavião-papa-gafanhoto V
Buteo albonotatus Kaup, 1847 - Gavião-de-rabo-barrado
Morphnus guianensis (Daudin, 1800) - Uiraçu-falso
Harpia harpyja (Linnaeus, 1758) - Harpia
Spizaetus tyrannus (Wied, 1820) - Gavião-pega-macaco
Spizastur melanoleucus (Vieillot, 1816) - Gavião-pato
Spizaetus ornatus (Daudin, 1800) - Gavião-de-penacho
Falconiformes Bonaparte, 1831
Família Falconidae Leach, 1820
Quiriquiri
Daptrius ater Vieillot, 1816 - Gavião-de-anta
Ibycter americanus (Boddaert, 1783) - Gralhão
Caracara cheriway (Jacquin, 1784) - Caracará-do-norte
Caracara plancus (Miller, 1777) - Caracará
Milvago chimachima (Vieillot, 1816) - Carrapateiro
Milvago chimango (Vieillot, 1816) - Chimango
Herpetotheres cachinnans (Linnaeus, 1758) - Acauã
Micrastur ruficollis (Vieillot, 1817) - Falcão-caburé
Micrastur gilvicollis (Vieillot, 1817) - Falcão-mateiro
Micrastur mintoni Whittaker, 2002 - Falcão-críptico
Micrastur mirandollei (Schlegel, 1862) - Tanatau
Micrastur semitorquatus (Vieillot, 1817) - Falcão-relógio
Micrastur buckleyi Swann, 1919 - Falcão-de-buckley
Spiziapteryx circumcincta (Kaup, 1852) - Falcãozinho-cinza PO
Falco tinnunculus Linnaeus, 1758 - Peneireiro-de-dorso-malhado VA
Falco sparverius Linnaeus, 1758 - Quiriquiri
Falco columbarius Linnaeus, 1758 - Esmerilhão VA
Falco rufigularis Daudin, 1800 - Cauré
Falco deiroleucus Temminck, 1825 - Falcão-de-peito-laranja
Falco femoralis Temminck, 1822 - Falcão-de-coleira
Falco peregrinus Tunstall, 1771 - Falcão-peregrino V
Eurypygiformes Furbringer, 1888
Pavãozinho-do-pará
Carão
Jacamim-de-costas-cinzentas
Frango-d'água-azul
Picaparra
Família Eurypygidae Selby, 1840
Eurypyga helias (Pallas, 1781) - Pavãozinho-do-pará
Gruiformes Bonaparte, 1854
Família Aramidae Bonaparte, 1852
Aramus guarauna (Linnaeus, 1766) – Carão
Família Psophiidae Bonaparte, 1831
Psophia crepitans Linnaeus, 1758 - Jacamim-de-costas-cinzentas
Psophia leucoptera Spix, 1825 - Jacamim-de-costas-brancas
Psophia viridis Spix, 1825 - Jacamim-de-costas-verdes E
Psophia dextralis Conover, 1934 - Jacamim-de-costas-marrom E
Psophia obscura Pelzeln, 1854 - Jacamim-de-costas-escuras E
Família Rallidae Rafinesque, 1815
Coturnicops notatus (Gould, 1841) - Pinto-d'água-carijó
Micropygia schomburgkii (Cabanis, 1848) - Maxalalagá
Rallus longirostris Boddaert, 1783 - Saracura-matraca
Aramides ypecaha (Vieillot, 1819) - Saracuruçu
Aramides mangle (Spix, 1825) - Saracura-do-mangue E
Aramides cajanea (Statius Müller, 1776) - Saracura-três-potes
Aramides calopterus Sclater & Salvin, 1878 - Saracura-de-asa-vermelha
Aramides saracura (Spix, 1825) - Saracura-do-mato
Amaurolimnas concolor (Gosse, 1847) - Saracura-lisa
Anurolimnas castaneiceps (Sclater & Salvin, 1869) - Sanã-de-cabeça-castanha
Laterallus viridis (Statius Müller, 1776) - Sanã-castanha
Laterallus fasciatus (Sclater & Salvin, 1868) - Sanã-zebrada
Laterallus melanophaius (Vieillot, 1819) - Sanã-parda
Laterallus exilis (Temminck, 1831) - Sanã-do-capim
Laterallus jamaicensis (Gmelin, 1789) - Açanã-preta VA
Laterallus leucopyrrhus (Vieillot, 1819) - Sanã-vermelha
Laterallus xenopterus Conover, 1934 - Sanã-de-cara-ruiva D
Porzana flaviventer (Boddaert, 1783) Sanã-amarela
Porzana spiloptera Durnford, 1877 - Sanã-cinza
Porzana albicollis (Vieillot, 1819) - Sanã-carijó
Neocrex erythrops (Sclater, 1867) - Turu-turu
Pardirallus maculatus (Boddaert, 1783) - Saracura-carijó
Pardirallus nigricans (Vieillot, 1819) - Saracura-sanã
Pardirallus sanguinolentus (Swainson, 1837) – Saracura-do-banhado
Gallinula galeata (Lichtenstein, 1818) – Frango-d'água-comum
Gallinula angulata Sundevall, 1850 - Frango-d'água-menor VA
Gallinula melanops (Vieillot, 1819) - Frango-d'água-carijó
Porphyrio martinica (Linnaeus, 1766) - Frango-d'água-azul
Porphyrio flavirostris (Gmelin, 1789) - Frango-d'água-pequeno
Fulica armillata Vieillot, 1817 - Carqueja-de-bico-manchado
Fulica rufifrons Philippi & Landbeck, 1861 - Carqueja-de-escudo-vermelho
Fulica leucoptera Vieillot, 1817 - Carqueja-de-bico-amarelo
Família Heliornithidae Gray, 1840
Heliornis fulica (Boddaert, 1783) - Picaparra
Cariamiformes Furbringer, 1888
Seriema
Batuiruçu
Piru-piru
Pernilongo-de-costas-negras
Téu-téu-da-savana
Pomba-antártica
Maçarico-de-perna-amarela
Jaçanã
Perdiz-do-mar-comum
Mandrião-pomarino
Gaivotão
Trinta-réis-boreal
Família Cariamidae Bonaparte, 1850
Cariama cristata (Linnaeus, 1766) - Seriema
Charadriiformes Huxley, 1867
Família Charadriidae Leach, 1820
Vanellus cayanus (Latham, 1790) - Batuíra-de-esporão
Vanellus chilensis (Molina, 1782) – Quero-quero
Pluvialis dominica (Statius Müller, 1776) - Batuiruçu V
Pluvialis squatarola (Linnaeus, 1758) - Batuiruçu-de-axila-preta V
Charadrius semipalmatus Bonaparte, 1825 - Batuíra-de-bando V
Charadrius melodus Ord, 1824 - Batuíra-melodiosa VA
Charadrius wilsonia Ord, 1814 - Batuíra-bicuda
Charadrius collaris Vieillot, 1818 - Batuíra-de-coleira
Charadrius falklandicus Latham, 1790 - Batuíra-de-coleira-dupla V
Charadrius modestus Lichtenstein, 1823 - Batuíra-de-peito-tijolo V
Oreopholus ruficollis (Wagler, 1829) - Batuíra-de-papo-ferrugíneo V
Família Haematopodidae Bonaparte, 1838
Haematopus palliatus Temminck, 1820 - Piru-piru
Família Recurvirostridae Bonaparte, 1831
Himantopus mexicanus (Statius Müller, 1776) - Pernilongo-de-costas-negras
Himantopus melanurus Vieillot, 1817 - Pernilongo-de-costas-brancas
Família Burhinidae Mathews, 1912
Burhinus bistriatus (Wagler, 1829) - Téu-téu-da-savana
Família Chionididae Lesson, 1828
Chionis albus (Gmelin, 1789) - Pomba-antártica VA
Família Scolopacidae Rafinesque, 1815
Gallinago paraguaiae (Vieillot, 1816) - Narceja
Gallinago undulata (Boddaert, 1783) - Narcejão
Limnodromus griseus (Gmelin, 1789) - Maçarico-de-costas-brancas V
Limosa haemastica (Linnaeus, 1758) - Maçarico-de-bico-virado V
Limosa lapponica (Linnaeus, 1758) – Fuselo VA
Limosa fedoa (Linnaeus, 1758) - Maçarico-marmóreo PO
Numenius borealis (Forster, 1772) Maçarico-esquimó V Ex
Numenius phaeopus (Linnaeus, 1758) - Maçarico-galego V
Bartramia longicauda (Bechstein, 1812) - Maçarico-do-campo V
Xenus cinereus (Guldenstadt, 1775) - Maçarico-sovela VA
Actitis macularius (Linnaeus, 1766) – Maçarico-pintado V
Tringa solitaria Wilson, 1813 - Maçarico-solitário V
Tringa melanoleuca (Gmelin, 1789) – Maçarico-grande-de-perna-amarela V
Tringa semipalmata (Gmelin, 1789) - Maçarico-de-asa-branca V
Tringa flavipes (Gmelin, 1789) - Maçarico-de-perna-amarela V
Tringa totanus (Linnaeus, 1758) - Maçarico-de-perna-vermelha PO
Arenaria interpres (Linnaeus, 1758) - Vira-pedras V
Calidris canutus (Linnaeus, 1758) - Maçarico-de-papo-vermelho V
Calidris alba (Pallas, 1764) - Maçarico-branco V
Calidris pusilla (Linnaeus, 1766) - Maçarico-rasteirinho V
Calidris minutilla (Vieillot, 1819) - Maçariquinho V
Calidris fuscicollis (Vieillot, 1819) - Maçarico-de-sobre-branco V
Calidris bairdii (Coues, 1861) - Maçarico-de-bico-fino V
Calidris melanotos (Vieillot, 1819) - Maçarico-de-colete V
Calidris himantopus (Bonaparte, 1826) - Maçarico-pernilongo V
Tryngites subruficollis (Vieillot, 1819) - Maçarico-acanelado V
Philomachus pugnax (Linnaeus, 1758) - Combatente PO
Phalaropus tricolor (Vieillot, 1819) - Pisa-n'água V
Phalaropus fulicarius (Linnaeus, 1758) - Falaropo-de-bico-grosso VA
Família Thinocoridae Sundevall, 1836
Thinocorus rumicivorus (Eschscholtz, 1829) - Agachadeira-mirim PO
Família Jacanidae Chenu e Des Murs, 1854
Jacana jacana (Linnaeus, 1766) – Jaçanã
Família Rostratulidae Mathews, 1914
Nycticryphes semicollaris (Vieillot, 1816) - Narceja-de-bico-torto
Família Glareolidae Brehm, 1831
Glareola pratincola (Linnaeus, 1766) - Perdiz-do-mar-comum VA
Família Stercorariidae Gray, 1870
Stercorarius skua (Brünnich, 1764) - Mandrião-grande V
Stercorarius chilensis Bonaparte, 1857 - Mandrião-chileno V
Stercorarius maccormicki Saunders, 1893 - Mandrião-do-sul V
Stercorarius antarcticus (Lesson, 1831) - Mandrião-antártico V
Stercorarius pomarinus (Temminck, 1815) - Mandrião-pomarino V
Stercorarius parasiticus (Linnaeus, 1758) - Mandrião-parasítico V
Stercorarius longicaudus Vieillot, 1819 - Mandrião-de-cauda-comprida V
Família Laridae Rafinesque, 1815
Xema sabini (Sabine, 1819) - Gaivota-de-sabine
Chroicocephalus maculipennis (Lichtenstein, 1823) - Gaivota-maria-velha
Chroicocephalus cirrocephalus (Vieillot, 1818) - Gaivota-de-cabeça-cinza
Leucophaeus atricilla Linnaeus, 1758 - Gaivota-alegre V
Leucophaeus pipixcan Wagler, 1831 - Gaivota-de-franklin VA
Larus atlanticus Olrog, 1958 - Gaivota-de-rabo-preto V
Larus delawarensis Ord, 1815 - Gaivota-de-bico-manchado VA
Larus dominicanus Lichtenstein, 1823 – Gaivotão
Larus fuscus Linnaeus, 1758 - Gaivota-da-asa-curta VA
Família Sternidae Vigors, 1825
Anous stolidus (Linnaeus, 1758) - Trinta-réis-escuro
Anous minutus Boie, 1844 - Trinta-réis-preto
Gygis alba (Sparmann, 1786) - Grazina
Onychoprion fuscatus (Linnaeus, 1766) - Trinta-réis-das-rocas
Sternula antillarum Lesson, 1847 - Trinta-réis-miúdo
Sternula superciliaris (Vieillot, 1819) - Trinta-réis-anão
Phaetusa simplex (Gmelin, 1789) - Trinta-réis-grande
Gelochelidon nilotica (Gmelin, 1789) - Trinta-réis-de-bico-preto
Chlidonias leucopterus (Temminck, 1815) - Trinta-réis-negro-de-asa-branca
Chlidonias niger (Linnaeus, 1758) - Trinta-réis-negro VA
Sterna hirundo Linnaeus, 1758 - Trinta-réis-boreal V
Sterna dougallii Montagu, 1813 - Trinta-réis-róseo V
Sterna paradisaea Pontoppidan, 1763 - Trinta-réis-ártico V
Sterna hirundinacea Lesson, 1831 - Trinta-réis-de-bico-vermelho
Sterna vittata Gmelin, 1789 - Trinta-réis-antártico VA
Sterna trudeaui Audubon, 1838 - Trinta-réis-de-coroa-branca
Thalasseus acuflavidus (Cabot, 1847) - Trinta-réis-de-bando
Thalasseus maximus (Boddaert, 1783) - Trinta-réis-real
Família Rhynchopidae Bonaparte, 1838
Rynchops niger Linnaeus, 1758 - Talha-mar
Columbiformes Latham, 1790
Pombão/Asa Branca
Família Columbidae Leach, 1820
Columbina passerina (Linnaeus, 1758) - Rolinha-cinzenta
Columbina minuta (Linnaeus, 1766) - Rolinha-de-asa-canela
Columbina talpacoti (Temminck, 1811) - Rolinha-roxa
Columbina squammata (Lesson, 1831) - Fogo-apagou
Columbina picui (Temminck, 1813) - Rolinha-picui
Columbina cyanopis (Pelzeln, 1870) - Rolinha-do-planalto E
Claravis pretiosa (Ferrari-Perez, 1886) - Pararu-azul
Claravis geoffroyi (Temminck, 1811) – Pararu-espelho
Uropelia campestris (Spix, 1825) - Rolinha-vaqueira
Columba livia Gmelin, 1789 - Pombo-doméstico I
Patagioenas speciosa (Gmelin, 1789) - Pomba-trocal
Patagioenas picazuro (Temminck, 1813) - Pombão
Patagioenas maculosa (Temminck, 1813) - Pomba-do-orvalho
Patagioenas fasciata (Say, 1823) - Pomba-de-coleira-branca
Patagioenas cayennensis (Bonnaterre, 1792) - Pomba-galega
Patagioenas plumbea (Vieillot, 1818) - Pomba-amargosa
Patagioenas subvinacea (Lawrence, 1868) - Pomba-botafogo
Zenaida auriculata (Des Murs, 1847) - Pomba-de-bando
Leptotila verreauxi Bonaparte, 1855 - Juriti-pupu
Leptotila rufaxilla (Richard & Bernard, 1792) - Juriti-gemedeira
Geotrygon saphirina Bonaparte, 1855 - Juriti-safira PO
Geotrygon violacea (Temminck, 1809) Juriti-vermelha
Geotrygon montana (Linnaeus, 1758) Pariri
Psittaciformes Wagler, 1830
Arara-azul-grande
Arara-canindé
Maracanã-guaçu
Ararajuba
Papagaio-de-cara-roxa
Anacã
Jandaia-amarela
Família Psittacidae Rafinesque, 1815
Anodorhynchus hyacinthinus (Latham, 1790) - Arara-azul-grande
Anodorhynchus glaucus (Vieillot, 1816) - Arara-azul-pequena Ex
Anodorhynchus leari Bonaparte, 1856 - Arara-azul-de-lear E
Cyanopsitta spixii (Wagler, 1832) - Ararinha-azul ExN E
Ara ararauna (Linnaeus, 1758) - Arara-canindé
Ara macao (Linnaeus, 1758) - Araracanga
Ara chloroptera Gray, 1859 - Arara-vermelha-grande
Ara severus (Linnaeus, 1758) - Maracanã-guaçu
Orthopsittaca manilata (Boddaert, 1783) – Maracanã-do-buriti
Primolius maracana (Vieillot, 1854) - Maracanã-verdadeira
Primolius couloni (Sclater, 1876) - Maracanã-de-cabeça-azul
Primolius auricollis (Cassin, 1853) - Maracanã-de-colar
Diopsittaca nobilis (Linnaeus, 1758) - Maracanã-pequena
Guaruba guarouba (Gmelin, 1788) - Ararajuba E
Aratinga acuticaudata (Vieillot, 1818) - Aratinga-de-testa-azul
Aratinga leucophthalma (Statius Müller, 1776) - Periquitão-maracanã
Aratinga nenday (Vieillot, 1823) - Periquito-de-cabeça-preta
Aratinga auricapillus (Kuhl, 1820) Jandaia-de-testa-vermelha E
Aratinga jandaya (Gmelin, 1788) – Jandaia-verdadeira E
Aratinga solstitialis (Linnaeus, 1766) - Jandaia-amarela
Aratinga maculata (Statius Müller, 1876) - Cacaué E
Aratinga weddellii (Deville, 1851) - Periquito-de-cabeça-suja
Aratinga aurea (Gmelin, 1788) - Periquito-rei
Aratinga pertinax (Linnaeus, 1758) - Periquito-de-bochecha-parda
Aratinga cactorum (Kuhl, 1820) - Periquito-da-caatinga E
Pyrrhura cruentata (Wied, 1820) - Tiriba-grande E
Pyrrhura devillei (Massena & Souancé, 1854) - Tiriba-fogo
Pyrrhura frontalis (Vieillot, 1817) - Tiriba-de-testa-vermelha
Pyrrhura lepida (Wagler, 1832) - Tiriba-pérola E
Pyrrhura perlata (Spix, 1824) - Tiriba-de-barriga-vermelha
Pyrrhura molinae (Massena & Souancé, 1854) Tiriba-de-cara-suja
Pyrrhura leucotis (Kuhl, 1820) - Tiriba-de-orelha-branca E
Pyrrhura griseipectus Salvadori, 1900 - Tiriba-de-peito-cinza E
Pyrrhura pfrimeri Miranda-Ribeiro, 1920 - Tiriba-de-pfrimer E
Pyrrhura picta (Statius Müller, 1776) - Tiriba-de-testa-azul
Pyrrhura lucianii (Deville, 1851) - Tiriba-de-deville E
Pyrrhura roseifrons (Gray, 1859) - Tiriba-de-cabeça-vermelha
Pyrrhura amazonum Hellmayr, 1906 - Tiriba-de-hellmayr E
Pyrrhura snethlageae Joseph & Bates, 2002 - Tiriba-do-madeira
Pyrrhura egregia (Sclater, 1881) - Tiriba-de-cauda-roxa
Pyrrhura melanura (Spix, 1824) - Tiriba-fura-mata
Pyrrhura rupicola (Tschudi, 1844) - Tiriba-rupestre
Myiopsitta monachus (Boddaert, 1783) - Caturrita
Forpus passerinus (Linnaeus, 1758) - Tuim-santo
Forpus xanthopterygius (Spix, 1824) - Tuim
Forpus modestus (Cabanis, 1848) - Tuim-de-bico-escuro
Brotogeris tirica (Gmelin, 1788) - Periquito-rico E
Brotogeris versicolurus (Statius Müller, 1776) - Periquito-de-asa-branca
Brotogeris chiriri (Vieillot, 1818) - Periquito-de-encontro-amarelo
Brotogeris cyanoptera (Pelzeln, 1870) - Periquito-de-asa-azul
Brotogeris chrysoptera (Linnaeus, 1766) - Periquito-de-asa-dourada
Brotogeris sanctithomae (Statius Müller, 1776) Periquito-testinha
Nannopsittaca panychlora (Salvin & Godman, 1883) - Periquito-dos-tepuis
Nannopsittaca dachilleae O'Neill, Munn & Franke, 1991 - Periquito-da-amazônia
Touit purpuratus (Gmelin, 1788) - Apuim-de-costas-azuis
Touit melanonotus (Wied, 1820) - Apuim-de-costas-pretas E
Touit huetii (Temminck, 1830) - Apuim-de-asa-vermelha
Touit surdus (Kuhl, 1820) - Apuim-de-cauda-amarela E
Pionites melanocephalus (Linnaeus, 1758) - Marianinha-de-cabeça-preta
Pionites leucogaster (Kuhl, 1820) - Marianinha-de-cabeça-amarela
Pyrilia vulturina (Kuhl, 1820) - Curica-urubu E
Pyrilia aurantiocephala (Gaban-Lima, Raposo & Höfling, 2002) - Papagaio-de-cabeça-laranja E
Pyrilia barrabandi (Kuhl, 1820) - Curica-de-bochecha-laranja
Pyrilia caica (Latham, 1790) - Curica-caica
Pionopsitta pileata (Scopoli, 1769) - Cuiú-cuiú
Graydidascalus brachyurus (Kuhl, 1820) - Curica-verde
Alipiopsitta xanthops (Spix, 1824) - Papagaio-galego
Pionus menstruus (Linnaeus, 1766) - Maitaca-de-cabeça-azul
Pionus reichenowi Heine, 1844 - Maitaca-de-barriga-azul E
Pionus maximiliani (Kuhl, 1820) - Maitaca-verde
Pionus fuscus (Statius Müller, 1776) - Maitaca-roxa
Amazona festiva (Linnaeus, 1758) - Papagaio-da-várzea
Amazona vinacea (Kuhl, 1820) - Papagaio-de-peito-roxo
Amazona pretrei (Temminck, 1830) - Papagaio-charão
Amazona kawalli Grantsau & Camargo, 1989 - Papagaio-dos-garbes E
Amazona farinosa (Boddaert, 1783) - Papagaio-moleiro
Amazona brasiliensis (Linnaeus, 1758) - Papagaio-de-cara-roxa E
Amazona amazonica (Linnaeus, 1766) - Curica
Amazona autumnalis (Linnaeus, 1758) - Papagaio-diadema
Amazona dufresniana (Shaw, 1812) - Papagaio-de-bochecha-azul PO
Amazona rhodocorytha (Salvadori, 1890) - Chauá E
Amazona ochrocephala (Gmelin, 1788) - Papagaio-campeiro
Amazona aestiva (Linnaeus, 1758) - Papagaio-verdadeiro
Deroptyus accipitrinus (Linnaeus, 1758) - Anacã
Triclaria malachitacea (Spix, 1824) - Sabiá-cica E
Opisthocomiformes Sclater, 1880
Família Opisthocomidae Swainson, 1837
Opisthocomus hoazin (Statius Müller, 1776) - Cigana
Cuculiformes Wagler, 1830
Alma-de-gato
Família Cuculidae Leach, 1820
Subfamília Cuculinae Leach, 1820
Coccycua minuta (Vieillot, 1817) - Chincoã-pequeno
Micrococcyx pumilus (Strickland, 1852) - Papa-lagarta-de-papo-ferrugem PO
Micrococcyx cinereus Vieillot, 1817 - Papa-lagarta-cinzento
Piaya cayana (Linnaeus, 1766) - Alma-de-gato
Piaya melanogaster (Vieillot, 1817) - Chincoã-de-bico-vermelho
Coccyzus melacoryphus Vieillot, 1817 - Papa-lagarta-acanelado
Coccyzus americanus (Linnaeus, 1758) - Papa-lagarta-de-asa-vermelha V
Coccyzus euleri Cabanis, 1873 - Papa-lagarta-de-euler
Coccyzus minor (Gmelin, 1788) - Papa-lagarta-do-mangue
Coccyzus erythropthalmus (Wilson, 1811) - Papa-lagarta-de-bico-preto VA
Subfamília Crotophaginae Swainson, 1837
Crotophaga major Gmelin, 1788 - Anu-coroca
Crotophaga ani Linnaeus, 1758 - Anu-preto
Guira guira (Gmelin, 1788) - Anu-branco
Subfamília Taperinae Verheyen, 1956
Tapera naevia (Linnaeus, 1766) – Saci
Dromococcyx phasianellus (Spix, 1824) - Peixe-frito-verdadeiro
Dromococcyx pavoninus (Pelzeln, 1870) - Peixe-frito-pavonino
Subfamília Neomorphinae Shelley, 1891
Neomorphus geoffroyi (Temminck, 1820) - Jacu-estalo
Neomorphus squamiger Todd, 1925 - Jacu-estalo-escamoso E
Neomorphus rufipennis (Gray, 1849) - Jacu-estalo-de-asa-vermelha
Neomorphus pucheranii (Deville, 1851) - Jacu-estalo-de-bico-vermelho
Strigiformes Wagler, 1830
Coruja-da-igreja
Murucututu
Família Tytonidae Mathews, 1912
Tyto alba (Scopoli, 1769) - Coruja-da-igreja
Família Strigidae Leach, 1820
Megascops choliba (Vieillot, 1817) - Corujinha-do-mato
Megascops watsonii (Cassin, 1849) - Corujinha-orelhuda
Megascops usta (Sclater, 1858) - Corujinha-relógio
Megascops atricapilla (Temminck, 1822) - Corujinha-sapo
Megascops sanctaecatarinae (Salvin, 1897) - Corujinha-do-sul
Megascops guatemalae (Sharpe, 1875) - Corujinha-de-roraima
Lophostrix cristata (Daudin, 1800) - Coruja-de-crista
Pulsatrix perspicillata (Latham, 1790) - Murucututu
Pulsatrix koeniswaldiana (Bertoni & Bertoni, 1901) - Murucututu-de-barriga-amarela
Bubo virginianus (Gmelin, 1788) - Jacurutu
Strix hylophila Temminck, 1825 - Coruja-listrada
Strix virgata (Cassin, 1849) - Coruja-do-mato
Strix huhula Daudin, 1800 - Coruja-preta
Glaucidium hardyi (Vielliard, 1990) - Caburé-da-amazônia
Glaucidium mooreorum (Silva, Coelho & Gonzaga, 2002) - Caburé-de-pernambuco E
Glaucidium minutissimum (Wied, 1830) - Caburé-miudinho
Glaucidium brasilianum (Gmelin, 1788) - Caburé
Athene cunicularia (Molina, 1782) - Coruja-buraqueira
Aegolius harrisii (Cassin, 1849) - Caburé-acanelado
Asio clamator (Vieillot, 1808) – Coruja-orelhuda
Asio stygius (Wagler, 1832) - Mocho-diabo
Asio flammeus (Pontoppidan, 1763) - Mocho-dos-banhados
Caprimulgiformes Ridgway, 1881
Guácharo
Mãe-da-lua
Bacurau-de-asa-fina
Família Steatornithidae Bonaparte, 1842
Steatornis caripensis Humboldt, 1817 – Guácharo
Família Nyctibiidae Chenu & Des Murs, 1851
Nyctibius grandis (Gmelin, 1789) - Mãe-da-lua-gigante
Nyctibius aethereus (Wied, 1820) - Mãe-da-lua-parda
Nyctibius griseus (Gmelin, 1789) – Mãe-da-lua
Nyctibius leucopterus (Wied, 1821) - Urutau-de-asa-branca
Nyctibius bracteatus Gould, 1846 - Urutau-ferrugem
Família Caprimulgidae Vigors, 1825
Nyctiphrynus ocellatus (Tschudi, 1844) - Bacurau-ocelado
Antrostomus rufus Boddaert, 1783 - João-corta-pau
Antrostomus sericocaudatus (Cassin, 1849) - Bacurau-rabo-de-seda
Lurocalis semitorquatus (Gmelin, 1789) - Tuju
Hydropsalis leucopyga (Spix, 1825) - Bacurau-de-cauda-barrada
Hydropsalis vielliardi (Lencioni-Neto, 1994) - Bacurau-do-são-francisco E
Hydropsalis nigrescens (Cabanis, 1848) - Bacurau-de-lajeado
Hydropsalis albicollis (Gmelin, 1789) - Bacurau
Hydropsalis parvulus (Gould, 1837) - Bacurau-chintã
Hydropsalis whitelyi (Salvin, 1885) - Bacurau-dos-tepuis
Hydropsalis hirundinaceus (Spix, 1825) - Bacurauzinho-da-caatinga E
Hydropsalis anomalus (Gould, 1838) - Curiango-do-banhado
Hydropsalis candicans (Pelzeln, 1867) - Bacurau-de-rabo-branco
Hydropsalis longirostris (Bonaparte, 1825) - Bacurau-da-telha
Hydropsalis maculicaudus (Lawrence, 1862) - Bacurau-de-rabo-maculado
Hydropsalis cayennensis (Gmelin, 1789) - Bacurau-de-cauda-branca
Hydropsalis climacocerca (Tschudi, 1844) - Acurana
Hydropsalis torquata (Gmelin, 1789) - Bacurau-tesoura
Hydropsalis forcipata (Nitzsch, 1840) - Bacurau-tesoura-gigante
Chordeiles pusillus Gould, 1861 - Bacurauzinho
Chordeiles nacunda (Vieillot, 1817) - Corucão
Chordeiles minor (Forster, 1771) – Bacurau-norte-americano V
Chordeiles rupestris (Spix, 1825) - Bacurau-da-praia
Chordeiles acutipennis (Hermann, 1783) - Bacurau-de-asa-fina
Apodiformes Peters, 1940
Família Apodidae Olphe-Galliard, 1887
Cypseloides cryptus Zimmer, 1945 - Taperuçu-de-mento-branco PO
Cypseloides lemosi Eisenmann & Lehmann, 1962 - Taperuçu-de-peito-branco PO
Cypseloides cryptus Zimmer, 1945 - Taperuçu-de-mento-branco
Cypseloides fumigatus (Streubel, 1848) - Taperuçu-preto
Cypseloides senex (Temminck, 1826) - Taperuçu-velho
Streptoprocne phelpsi (Collins, 1972) - Taperuçu-dos-tepuis
Streptoprocne zonaris (Shaw, 1796) - Taperuçu-de-coleira-branca
Streptoprocne biscutata (Sclater, 1866) - Taperuçu-de-coleira-falha
Chaetura spinicaudus (Temminck, 1839) - Andorinhão-de-sobre-branco
Chaetura cinereiventris Sclater, 1862 - Andorinhão-de-sobre-cinzento
Chaetura egregia Todd, 1916 - Taperá-de-garganta-branca
Chaetura pelagica (Linnaeus, 1758) - Andorinhão-migrante PO
Chaetura chapmani Hellmayr, 1907 - Andorinhão-de-chapman
Chaetura viridipennis Cherrie, 1916 - Andorinhão-da-amazônia
Chaetura meridionalis Hellmayr, 1907 - Andorinhão-do-temporal
Chaetura brachyura (Jardine, 1846) - Andorinhão-de-rabo-curto
Aeronautes montivagus (d'Orbigny e Lafresnaye, 1837) - Andorinhão-serrano
Tachornis squamata (Cassin, 1853) - Andorinhão-do-buriti
Panyptila cayennensis (Gmelin, 1789) - Andorinhão-estofador
Família Trochilidae Vigors, 1825
Subfamília Phaetornithinae Jardine, 1833
Ramphodon naevius (Dumont, 1818) - Beija-flor-rajado E
Glaucis dohrnii (Bourcier & Mulsant, 1852) - Balança-rabo-canela E
Glaucis hirsutus (Gmelin, 1788) - Balança-rabo-de-bico-torto
Threnetes leucurus (Linnaeus, 1766) - Balança-rabo-de-garganta-preta
Threnetes niger (Linnaeus, 1758) - Balança-rabo-escuro
Anopetia gounellei (Boucard, 1891) - Rabo-branco-de-cauda-larga E
Phaethornis squalidus (Temminck, 1822) - Rabo-branco-pequeno E
Phaethornis maranhaoensis Grantsau, 1968 - Rabo-branco-do-maranhão E
Phaethornis rupurumii Boucard, 1892 - Rabo-branco-do-rupununi
Phaethornis aethopyga Zimmer, 1950 - Rabo-branco-de-garganta-escura E
Phaethornis idaliae (Bourcier & Mulsant, 1856) - Rabo-branco-mirim E
Phaethornis nattereri Berlepsch, 1887 - Besourão-de-sobre-amarelo
Phaethornis griseogularis Gould, 1851 - Rabo-branco-de-garganta-cinza
Phaethornis ruber (Linnaeus, 1758) - Rabo-branco-rubro
Phaethornis subochraceus Todd, 1915 - Rabo-branco-de-barriga-fulva
Phaethornis augusti (Bourcier, 1847) - Rabo-branco-cinza-claro
Phaethornis pretrei (Lesson & Delattre, 1839) - Rabo-branco-acanelado
Phaethornis eurynome (Lesson, 1832) - Rabo-branco-de-garganta-rajada
Phaethornis hispidus (Gould, 1846) - Rabo-branco-cinza
Phaethornis philippii (Bourcier, 1847) - Rabo-branco-amarelo
Phaethornis bourcieri (Lesson, 1832) - Rabo-branco-de-bico-reto
Phaethornis superciliosus (Linnaeus, 1766) - Rabo-branco-de-bigodes
Phaethornis malaris (Nordmann, 1835) - Besourão-de-bico-grande
Phaethornis margarettae Ruschi, 1972 - Rabo-branco-de-margaretta E
Subfamília Trochilinae Vigors, 1825
Beija-flor-marrom
Doryfera johannae (Bourcier, 1847) - Bico-de-lança
Campylopterus largipennis (Boddaert, 1783) - Asa-de-sabre-cinza
Campylopterus hyperythrus Cabanis, 1848 - Asa-de-sabre-canela
Campylopterus duidae Chapman, 1929 - Asa-de-sabre-de-peito-camurça
Eupetomena macroura (Gmelin, 1788) - Beija-flor-tesoura
Aphantochroa cirrochloris (Vieillot, 1818) - Beija-flor-cinza
Florisuga mellivora (Linnaeus, 1758) - Beija-flor-azul-de-rabo-branco
Florisuga fusca (Vieillot, 1817) - Beija-flor-preto
Colibri delphinae (Lesson, 1839) - Beija-flor-marrom
Colibri coruscans (Gould, 1846) - Beija-flor-violeta
Colibri serrirostris (Vieillot, 1816) - Beija-flor-de-orelha-violeta
Anthracothorax nigricollis (Vieillot, 1817) - Beija-flor-de-veste-preta
Anthracothorax viridigula (Boddaert, 1783) - Beija-flor-de-veste-verde
Avocettula recurvirostris (Swainson, 1822) - Beija-flor-de-bico-virado
Topaza pella (Linnaeus, 1758) - Beija-flor-brilho-de-fogo
Topaza pyra (Gould, 1846) - Topázio-de-fogo
Chrysolampis mosquitus (Linnaeus, 1758) - Beija-flor-vermelho
Stephanoxis lalandi (Vieillot, 1818) - Beija-flor-de-topete
Lophornis ornatus (Boddaert, 1783) - Beija-flor-de-leque-canela
Lophornis gouldii (Lesson, 1833) - Topetinho-do-brasil-central
Lophornis magnificus (Vieillot, 1817) - Topetinho-vermelho
Lophornis chalybeus (Vieillot, 1823) - Topetinho-verde
Lophornis pavoninus Salvin & Godman, 1882 - Topetinho-pavão
Discosura langsdorffi (Temminck, 1821) - Rabo-de-espinho
Discosura longicaudus (Gmelin, 1788) - Bandeirinha
Chlorostilbon notata (Reich, 1793) - Beija-flor-de-garganta-azul
Chlorostilbon mellisugus (Linnaeus, 1758) - Esmeralda-de-cauda-azul
Chlorostilbon lucidus (Shaw, 1812) - Besourinho-de-bico-vermelho
Thalurania furcata (Gmelin, 1788) - Beija-flor-tesoura-verde
Thalurania watertonii (Bourcier, 1847) - Beija-flor-de-costas-violeta E
Thalurania glaucopis (Gmelin, 1788) - Beija-flor-de-fronte-violeta
Hylocharis sapphirina (Gmelin, 1788) - Beija-flor-safira
Hylocharis cyanus (Vieillot, 1818) - Beija-flor-roxo
Hylocharis chrysura (Shaw, 1812) - Beija-flor-dourado
Chrysuronia oenone (Lesson, 1832) - Beija-flor-de-cauda-dourada
Leucochloris albicollis (Vieillot, 1818) - Beija-flor-de-papo-branco
Polytmus guainumbi (Pallas, 1764) - Beija-flor-de-bico-curvo PO
Polytmus milleri (Chapmann, 1929) -Beija-flor-do-tepui
Polytmus theresiae (Da Silva Maia, 1843) - Beija-flor-verde
Leucippus chlorocercus Gould, 1866 - Beija-flor-pintado
Amazilia chionogaster (Tschudi, 1845) - Beija-flor-verde-e-branco
Amazilia leucogaster (Gmelin, 1788) - Beija-flor-de-barriga-branca
Amazilia versicolor (Vieillot, 1818) - Beija-flor-de-banda-branca
Amazilia rondoniae Ruschi, 1982 - Beija-flor-de-cabeça-azul E
Amazilia brevirostris (Lesson, 1829) - Beija-flor-de-bico-preto
Amazilia fimbriata (Gmelin, 1788) - Beija-flor-de-garganta-verde
Amazilia lactea (Lesson, 1832) - Beija-flor-de-peito-azul
Amazilia viridigaster (Bourcier, 1843) - Beija-flor-de-barriga-verde
Clytolaema rubricauda (Boddaert, 1783) - Beija-flor-rubi E
Heliodoxa xanthogonys Salvin & Godman, 1882 - Brilhante-veludo
Heliodoxa schreibersii (Bourcier, 1847) - Brilhante-de-garganta-preta
Heliodoxa aurescens (Gould, 1846) - Beija-flor-estrela
Augastes scutatus (Temminck, 1824) - Beija-flor-de-gravata-verde E
Augastes lumachella (Lesson, 1838) - Beija-flor-de-gravata-vermelha E
Heliothryx auritus (Gmelin, 1788) - Beija-flor-de-bochecha-azul
Heliactin bilophus (Temminck, 1820) – Chifre-de-ouro
Heliomaster longirostris (Audebert & Vieillot, 1801) - Bico-reto-cinzento
Heliomaster squamosus (Temminck, 1823) - Bico-reto-de-banda-branca E
Heliomaster furcifer (Shaw, 1812) - Bico-reto-azul
Calliphlox amethystina (Boddaert, 1783) - Estrelinha-ametista
Surucuá-grande-de-barriga-amarela
Trogoniformes A.O.U., 1886
Família Trogonidae Lesson, 1828
Trogon melanurus Swainson, 1838 - Surucuá-de-cauda-preta
Trogon viridis Linnaeus, 1766 - Surucuá-grande-de-barriga-amarela
Trogon ramonianus Deville & DesMurs, 1849 - Surucuá-pequeno
Trogon surrucura Vieillot, 1817 - Surucuá-variado
Trogon violaceus Gmelin, 1788 - Surucuá-pequeno
Trogon curucui Linnaeus, 1766 - Surucuá-de-barriga-vermelha
Trogon rufus Gmelin, 1788 - Surucuá-de-barriga-amarela
Trogon collaris Vieillot, 1817 - Surucuá-de-coleira
Trogon personatus Gould, 1842 - Surucuá-mascarado
Pharomachrus pavoninus (Spix, 1824) - Surucuá-pavão
Coraciiformes Forbes, 1844
Martinho
Udu-de-coroa-azul
Família Alcedinidae Rafinesque, 1815
Megaceryle torquatus (Linnaeus, 1766) - Martim-pescador-grande
Chloroceryle amazona (Latham, 1790) - Martim-pescador-verde
Chloroceryle aenea (Pallas, 1764) - Martinho
Chloroceryle americana (Gmelin, 1788) - Martim-pescador-pequeno
Chloroceryle inda (Linnaeus, 1766) - Martim-pescador-da-mata
Família Momotidae Gray, 1840
Electron platyrhynchum (Leadbeater, 1829) - udu-de-bico-largo
Baryphthengus martii (Spix, 1824) - juruva-ruiva
Baryphthengus ruficapillus (Vieillot, 1818) - juruva-verde
Momotus momota (Linnaeus, 1766) - udu-de-coroa-azul
Galbuliformes Fürbringer, 1888
Ariramba-de-cauda-ruiva
Rapazinho-dos-velhos
Família Galbulidae Vigors, 1825
Galbalcyrhynchus leucotis Des Murs, 1845 - Ariramba-vermelha
Galbalcyrhynchus purusianus Goeldi, 1904 - Sovela-vermelha
Brachygalba albogularis (Spix, 1824) - Agulha-de-garganta-branca
Brachygalba lugubris (Swainson, 1838) - Ariramba-preta
Jacamaralcyon tridactyla (Vieillot, 1817) - Cuitelão E
Galbula albirostris Latham, 1790 - Ariramba-de-bico-amarelo
Galbula cyanicollis Cassin, 1851 - Ariramba-da-mata
Galbula ruficauda Cuvier, 1816 - Ariramba-de-cauda-ruiva
Galbula galbula (Linnaeus, 1766) - Ariramba-de-cauda-verde
Galbula tombacea Spix, 1824 - Ariramba-de-barba-branca
Galbula cyanescens Deville, 1849 - Ariramba-da-capoeira
Galbula chalcothorax Sclater, 1854 - Ariramba-violácea
Galbula leucogastra Vieillot, 1817 - Ariramba-bronzeada
Galbula dea (Linnaeus, 1758) - Ariramba-do-paraíso
Jacamerops aureus (Statius Müller, 1776) - Jacamaraçu
Família Bucconidae Horsfield, 1821
Notharchus macrorhynchos (Gmelin, 1788) - Macuru-de-testa-branca
Notharchus hyperrhynchus (Sclater, 1856) - Macuru-de-pescoço-branco
Notharchus swainsoni (Gray, 1846) - Macuru-de-barriga-castanha
Notharchus ordii (Cassin, 1851) - Macuru-de-peito-marrom
Notharchus tectus (Boddaert, 1783) - Macuru-pintado
Bucco macrodactylus (Spix, 1824) - Rapazinho-de-boné-vermelho
Bucco tamatia Gmelin, 1788 - Rapazinho-carijó
Bucco capensis Linnaeus, 1766 - Rapazinho-de-colar
Nystalus striolatus (Pelzeln, 1856) - Rapazinho-estriado
Nystalus chacuru (Vieilloy, 1816) - João-bobo
Nystalus maculatus (Gmelin, 1788) - Rapazinho-dos-velhos
Nystalus striatipectus (Sclater, 1854) - Rapazinho-do-chaco
Malacoptila fusca (Gmelin, 1788) - Barbudo-pardo
Malacoptila semicincta Todd, 1925 - Barbudo-de-coleira
Malacoptila striata (Spix, 1824) - Barbudo-rajado E
Malacoptila rufa (Spix, 1824) - Barbudo-de-pescoço-ferrugem
Micromonacha lanceolata (Deville, 1849) - Macuru-papa-mosca
Nonnula rubecula (Spix, 1824) - Macuru
Nonnula sclateri Hellmayr, 1907 - Freirinha-amarelada
Nonnula ruficapilla (Tschudi, 1844) - Freirinha-de-coroa-castanha
Nonnula amaurocephala Chapman, 1921 - Freirinha-de-cabeça-castanha E
Monasa atra (Boddaert, 1783) - Chora-chuva-de-asa-branca
Monasa nigrifrons (Spix, 1824) - Chora-chuva-preto
Monasa morphoeus (Hahn & Küster, 1823) - Chora-chuva-de-cara-branca
Monasa flavirostris Strickland, 1850 - Chora-chuva-de-bico-amarelo
Chelidoptera tenebrosa (Pallas, 1782) - Urubuzinho
Piciformes Meyer e Wolf, 1810
Tucanuçu
Tucano-de-bico-preto
Tucano-grande-de-papo-branco
Pica-pau-anão-de-coleira
Pica-pau-branco
Família Capitonidae Bonaparte, 1838
Capito aurovirens (Cuvier, 1829) - Capitão-de-coroa
Capito dayi Cherrie, 1916 - Capitão-de-cinta
Capito brunneipectus Chapman, 1921 - Capitão-de-peito-marrom E
Capito niger (Statius Müller, 1776) - Capitão-de-bigode-carijó
Capito auratus (Dumont, 1816) - Capitão-de-fronte-dourada
Eubucco richardsoni (Gray, 1846) - Capitão-de-bigode-limão
Eubucco tucinkae (Seilern, 1913) - Capitão-de-colar-amarelo
Família Ramphastidae Vigors, 1825
Ramphastos toco Statius Müller, 1776 - Tucanuçu
Ramphastos tucanus Linnaeus, 1778 - Tucano-grande-de-papo-branco
Ramphastos vitellinus Lichtenstein, 1823 - Tucano-de-bico-preto
Ramphastos dicolorus Linnaeus, 1766 - Tucano-de-bico-verde
Aulacorhynchus atrogularis (Sturm & Sturm, 1841) - Tucaninho-de-nariz-amarelo
Aulacorhynchus derbianus Gould, 1835 - Tucaninho-verde
Selenidera piperivora (Linnaeus, 1766) - Araçari-negro
Selenidera reinwardtii (Wagler, 1827) - Saripoca-de-coleira
Selenidera nattereri (Gould, 1836) - Saripoca-de-bico-castanho
Selenidera gouldii (Natterer, 1837) - Saripoca-de-gould
Selenidera maculirostris (Lichtenstein, 1823) - Araçari-poca
Pteroglossus bailloni (Vieillot, 1819) - Araçari-banana
Pteroglossus viridis (Linnaeus, 1766) - Araçari-miudinho
Pteroglossus inscriptus Swainson, 1822 - Araçari-miudinho-de-bico-riscado
Pteroglossus bitorquatus Vigors, 1826 - Araçari-de-pescoço-vermelho
Pteroglossus azara (Vieillot, 1819) - Araçari-de-bico-de-marfim
Pteroglossus mariae Gould, 1854 - Araçari-de-bico-marrom
Pteroglossus aracari (Linnaeus, 1758) - Araçari-de-bico-branco
Pteroglossus castanotis Gould, 1834 - Araçari-castanho
Pteroglossus pluricinctus Gould, 1835 - Araçari-de-cinta-dupla
Pteroglossus beauharnaesii Wagler, 1832 - Araçari-mulato
Família Picidae Leach, 1820
Picumnus aurifrons Pelzeln, 1870 - Pica-pau-anão-dourado
Picumnus pumilus Cabanis e Heine, 1863 - Pica-pau-anão-do-orinoco
Picumnus lafresnayi Malherbe, 1862 - Pica-pau-anão-do-amazonas
Picumnus exilis (Lichtenstein, 1823) - Pica-pau-anão-de-pintas-amarelas
Picumnus spilogaster Sundevall, 1866 - Pica-pau-anão-de-pescoço-branco
Picumnus pygmaeus (Lichtenstein, 1823) - Pica-pau-anão-pintado E
Picumnus varzeae Snethlage, 1912 - Pica-pau-anão-da-várzea E
Picumnus cirratus Temminck, 1825 - Pica-pau-anão-barrado
Picumnus temminckii Lafresnaye, 1845 - Pica-pau-anão-de-coleira
Picumnus albosquamatus d'Orbigny, 1840 - Pica-pau-anão-escamado
Picumnus fuscus Pelzeln, 1870 - Pica-pau-anão-fusco
Picumnus rufiventris Bonaparte, 1838 - Pica-pau-anão-vermelho
Picumnus fulvescens Stager, 1961 - Pica-pau-anão-canela E
Picumnus limae Snethlage, 1924 - Pica-pau-anão-da-caatinga E
Picumnus nebulosus Sundevall, 1866 - Pica-pau-anão-carijó
Picumnus castelnau Malherbe, 1862 - Pica-pau-anão-creme
Picumnus subtilis Stager, 1968 - Pica-pau-anão-de-barras-finas
Melanerpes candidus (Otto, 1796) - Pica-pau-branco
Melanerpes cruentatus (Boddaert, 1783) - Benedito-de-testa-vermelha
Melanerpes flavifrons (Vieillot, 1818) - Benedito-de-testa-amarela
Melanerpes cactorum (d'Orbigny, 1840) - Pica-pau-de-testa-branca
Veniliornis kirkii (Malherbe, 1845) - Pica-pau-de-sobre-vermelho
Veniliornis cassini (Malherbe, 1862) - Pica-pau-de-colar-dourado
Veniliornis affinis (Swainson, 1821) - Picapauzinho-avermelhado
Veniliornis maculifrons (Spix, 1824) - Picapauzinho-de-testa-pintada E
Veniliornis passerinus (Linnaeus, 1766) - Picapauzinho-anão
Veniliornis spilogaster (Wagler, 1827) - Picapauzinho-verde-carijó
Venilornis mixtus (Boddaert, 1783) - Pica-pau-chorão
Piculus leucolaemus (Natterer & Malherbe, 1845) - Pica-pau-de-garganta-branca
Piculus flavigula (Boddaert, 1783) – Pica-pau-bufador
Piculus chrysochloros (Vieillot, 1818) - Pica-pau-dourado-escuro
Piculus aurulentus (Temminck, 1821) - Pica-pau-dourado
Colaptes rubiginosus (Swainson, 1820) - Pica-pau-oliváceo
Colaptes punctigula (Boddaert, 1783) - Pica-pau-de-peito-pontilhado
Colaptes melanochloros (Gmelin, 1788) - Pica-pau-verde-barrado
Colaptes campestris (Vieillot, 1818) - Pica-pau-do-campo
Celeus undatus (Linnaeus, 1766) - Pica-pau-barrado
Celeus grammicus (Natterer & Malherbe, 1845) - Picapauzinho-chocolate
Celeus elegans (Statius Müller, 1776) - Pica-pau-chocolate
Celeus lugubris (Malherbe, 1851) - Pica-pau-louro
Celeus flavescens (Gmelin, 1788) - Pica-pau-de-cabeça-amarela
Celeus flavus (Statius Müller, 1776) - Pica-pau-amarelo
Celeus spectabilis Sclater & Salvin, 1880 - Pica-pau-lindo
Celeus obrieni Short, 1973 - Pica-pau-do-parnaíba E
Celeus torquatus (Boddaert, 1783) - Pica-pau-de-coleira
Dryocopus galeatus (Temminck, 1822) - Pica-pau-de-cara-canela
Dryocopus lineatus (Linnaeus, 1766) - Pica-pau-de-banda-branca
Campephilus rubricollis (Boddaert, 1783) - Pica-pau-de-barriga-vermelha
Campephilus robustus (Lichtenstein, 1818) - Pica-pau-rei
Campephilus melanoleucos (Gmelin, 1788) - Pica-pau-de-topete-vermelho
Campephilus leucopogon (Valenciennes, 1826) - Pica-pau-de-barriga-preta
Passeriformes Linnaeus, 1758
Família Melanopareiidae Irestedt, Fjelsda, Jahanson e Ericson, 2002
Melanopareia torquata (Wied, 1831) – Tapaculo-de-colarinho
Choca-da-mata
Choquinha-de-flanco-branco
Trovoada
Família Thamnophilidae Swainson, 1824
Cymbilaimus lineatus (Leach, 1814) - Papa-formiga-barrado
Cymbilaimus sanctaemariae Gyldenstolpe, 1941 - Choca-do-bambu
Hypoedaleus guttatus (Vieillot, 1816) - Chocão-carijó
Batara cinerea (Vieillot, 1819) - Matracão
Mackenziaena leachii (Such, 1825) - Borralhara-assobiadora
Mackenziaena severa (Lichtenstein, 1823) – Borralhara-preta
Frederickena viridis (Vieillot, 1816) - Borralhara-do-norte
Frederickena unduligera (Pelzeln, 1868) - Borralhara-ondulada
Taraba major (Vieillot, 1816) - Chorá-boi
Sakesphorus canadensis (Linnaeus, 1766) - Choca-de-crista-preta
Sakesphorus cristatus (Wied, 1831) - Choca-do-nordeste E
Sakesphorus luctuosus (Lichtenstein, 1823) - Choca-d'água E
Biatas nigropectus (Lafresnaye, 1850) - Papo-branco
Thamnophilus doliatus (Linnaeus, 1764) - Choca-barrada
Thamnophilus capistratus Lesson, 1840 - Choca-barrada-do-nordeste E
Thamnophilus ruficapillus Vieillot, 1816 - Choca-de-chapéu-vermelho
Thamnophilus torquatus Swainson, 1825 - Choca-de-asa-vermelha
Thamnophilus palliatus (Lichtenstein, 1823) - Choca-listrada
Thamnophilus schistaceus d'Orbigny, 1835 - Choca-de-olho-vermelho
Thamnophilus murinus Sclater & Salvin, 1868 - Choca-murina
Thamnophilus cryptoleucus (Menegaux & Hellmayr, 1906) - Choca-selada
Thamnophilus nigrocinereus Sclater, 1855 - Choca-preta-e-cinza
Thamnophilus punctatus (Shaw, 1809) - Choca-bate-cabo
Thamnophilus stictocephalus Pelzeln, 1868 - Choca-de-natterer
Thamnophilus sticturus Pelzeln, 1868 - Choca-da-bolívia
Thamnophilus pelzelni Hellmayr, 1924 - Choca-do-planalto E
Thamnophilus ambiguus Swainson, 1825 - Choca-de-sooretama E
Thamnophilus caerulescens Vieillot, 1816 - Choca-da-mata
Thamnophilus aethiops Sclater, 1858 - Choca-lisa
Thamnophilus melanothorax (Sclater, 1857) - Choca-de-cauda-pintada
Thamnophilus amazonicus Sclater, 1858 - Choca-canela
Thamnophilus insignis Salvin & Godman, 1884 - Choca-de-roraima
Thamnophilus divisorius Whitney, Oren & Brumfield, 2004 - Choca-do-acre
Megastictus margaritatus (Sclater, 1855) – Choca-pintada
Megastictus niger (Pelzeln, 1859) - Choca-preta
Clytoctantes atrogularis Lanyon, Stotz e Willard, 1991 - Choca-de-garganta-preta E
Dysithamnus stictothorax (Temminck, 1823) - Choquinha-de-peito-pintado E
Dysithamnus mentalis (Temminck, 1823) - Choquinha-lisa
Dysithamnus xanthopterus Burmeister, 1856 - Choquinha-de-asa-ferrugem E
Dysithamnus plumbeus (Wied, 1831) - Choquinha-chumbo E
Thamnomanes ardesiacus (Sclater & Salvin, 1867) - Uirapuru-de-garganta-preta
Thamnomanes saturninus (Pelzeln, 1878) - Uirapuru-selado
Thamnomanes caesius (Temminck, 1820) - Ipecuá
Thamnomanes schistogynus Hellmayr, 1911 - Uirapuru-azul
Pygiptila stellaris (Spix, 1825) - Choca-cantadora
Epinecrophylla gutturalis (Sclater & Salvin, 1881) - Choquinha-de-barriga-parda
Epinecrophylla leucophthalma (Pelzeln, 1868) - Choquinha-de-olho-branco
Epinecrophylla haematonota (Sclater, 1857) - Choquinha-de-garganta-carijó
Epinecrophylla ornata (Sclater, 1853) - Choquinha-ornada
Epinecrophylla erythrura Sclater, 1890 - Choquinha-de-cauda-ruiva
Myrmotherula brachyura (Hermann, 1783) - Choquinha-miúda
Myrmotherula ignota Griscom, 1929 - Choquinha-de-bico-curto
Myrmotherula ambigua Zimmer, 1932 - Choquinha-de-coroa-listrada
Myrmotherula sclateri Snethlage, 1912 - Choquiha-de-garganta-amarela
Myrmotherula surinamensis (Gmelin, 1788) - Choquinha-estriada
Myrmotherula multostriata Sclater, 1858 - Choquinha-estriada-da-amazônia
Myrmotherula cherriei Berlepsch & Hartert, 1902 - Choquinha-de-peito-riscado
Myrmotherula klagesi Todd, 1927 - Choquinha-do-tapajós E
Myrmotherula hauxwelli (Sclater, 1857) - Choquinha-de-garganta-clara
Myrmotherula guttata (Vieillot, 1825) - Choquinha-de-barriga-ruiva
Myrmotherula gularis (Spix, 1825) - Choquinha-de-garganta-pintada E
Myrmotherula axillaris (Vieillot, 1817) - Choquinha-de-flanco-branco
Myrmotherula sunensis Chapman, 1925 - Choquinha-do-oeste
Myrmotherula minor Salvadori, 1864 - Choquinha-pequena E
Myrmotherula longipennis Pelzeln, 1868 - Choquinha-de-asa-comprida
Myrmotherula urosticta (Sclater, 1857) - Choquinha-de-rabo-cintado E
Myrmotherula iheringi Snethlage, 1914 - Choquinha-de-ihering
Myrmotherula fluminensis Gonzaga, 1988 - Choquinha-fluminense E
Myrmotherula unicolor (Menetries, 1835) - Choquinha-cinzenta E
Myrmotherula snowi Teixeira & Gonzaga, 1985 - Choquinha-de-alagoas E
Myrmotherula behni Berlepsch & Leverkuhn, 1890 - Choquinha-de-asa-lisa
Myrmotherula menetriesii (d'Orbigny, 1837) - Choquinha-de-garganta-cinza
Myrmotherula assimilis Pelzeln, 1868 - Choquinha-da-várzea
Herpsilochmus sellowi Whitney & Pacheco, 2000 - Chorozinho-da-caatinga E
Herpsilochmus pileatus (Lichtenstein, 1823) - Corozinho-de-boné E
Herpsilochmus atricapillus Pelzeln, 1868 - Chorozinho-de-chapéu-preto
Herpsilochmus sticturus Salvin, 1885 - Chorozinho-de-cauda-pintada
Herpsilochmus stictocephalus Todd, 1927 - Chorozinho-de-cabeça-pintada
Herpsilochmus dorsimaculatus Pelzeln, 1868 - Chorozinho-de-costas-manchadas
Herpsilochmus roraimae Hellmayr, 1903 - Chorozinho-de-roraima
Herpsilochmus pectoralis Sclater, 1857 - Chorozinho-de-papo-preto E
Herpsilochmus longirostris Pelzeln, 1868 - Chorozinho-de-bico-comprido
Herpsilochmus rufimarginatus (Temminck, 1822) - Chorozinho-de-asa-vermelha
Microrhopias quixensis (Cornalia, 1849) - Papa-formiga-de-bando
Formicivora iheringi Hellmayr, 1909 - Formigueiro-do-nordeste E
Formicivora erythronotos Hartlaub, 1852 - Formigueiro-de-cabeça-negra E
Formicivora grisea (Boddaert, 1783) - Papa-formiga-pardo
Formicivora serrana Hellmayr, 1929 - Formigueiro-da-serra E
Formicivora littoralis Gonzaga & Pacheco, 1990 - Formigueiro-do-litoral E
Formicivora melanogaster Pelzeln, 1868 - Formigueiro-de-barriga-preta
Formicivora rufa (Wied, 1831) - Papa-formiga-vermelho
Formicivora grantsaui Gonzaga, Carvalhaes & Buzzetti, 2007 - Papa-formiga-do-sincorá E
Stymphalornis acutirostris Bornschein, Reinert & Teixeira, 1995 - Bicudinho-do-brejo E
Drymophila ferruginea (Temminck, 1822) - Trovoada E
Drymophila rubricollis (Bertoni, 1901) - Trovoada-de-bertoni
Drymophila genei (Filippi, 1847) - Choquinha-da-serra E
Drymophila ochropyga (Hellmayr, 1906) - Choquinha-de-dorso-vermelho E
Drymophila malura (Temminck, 1825) - Choquinha-carijó
Drymophila squamata (Lichtenstein, 1823) - Pintadinho E
Drymophila devillei (Menegaux & Hellmayr, 1906) - Trovoada-listrada
Terenura sicki Teixeira & Gonzaga, 1983 - Zididê-do-nordeste E
Terenura maculata (Wied, 1831) Zidedê-do-sul
Terenura humeralis Sclater e Salvin, 1880 - Zidedê-de-encontro
Terenura spodioptila Sclater & Salvin, 1881 - Zidedê-de-asa-cinza
Cercomacra cinerascens (Sclater, 1857) - Chororó-pocuá
Cercomacra brasiliana Hellmayr, 1905 - Chororó-cinzento E
Cercomacra tyrannina (Sclater, 1855) - Chororá-escuro
Cercomacra laeta Todd, 1920 - Chororó-didi E
Cercomacra nigrescens (Cabanis & Heine, 1859) - Chororó-negro
Cercomacra serva (Sclater, 1858) - Chororó-preto
Cercomacra carbonaria Sclater & Salvin, 1873 - Chororó-do-rio-branco
Cercomacra melanaria (Menetries, 1835) - Chororó-do-pantanal
Cercomacra manu Fitzpatrick & Willard, 1990 - Chororó-de-manu
Cercomacra ferdinandi Snethlage, 1928 - Chororó-de-goiás E
Pyriglena leuconota (Spix, 1824) - Mãe-de-torá
Pyriglena atra (Swainson, 1825) - Papa-taoca-da-bahia E
Pyriglena leucoptera (Vieillot, 1818) - Papa-taoca-do-sul
Rhopornis ardesiacus (Wied, 1831) - Gravatazeiro E
Myrmoborus leucophrys (Tschudi, 1844) - Papa-formiga-de-sobrancelha
Myrmoborus lugubris (Cabanis, 1847) - Formigueiro-liso
Myrmoborus myotherinus (Spix, 1825) - Formigueiro-de-cara-preta
Myrmoborus melanurus (Sclater & Salvin, 1866) - Formigueiro-de-cauda-preta
Myrmoborus melanurus (Sclater & Salvin, 1866) - Formigueiro-de-rabo-preto PO
Hypocnemis cantator (Boddaert, 1783) - Papa-formiga-cantador
Hypocnemis flavescens Sclater, 1864 - Cantador-sulfúreo
Hypocnemis peruviana Taczanowski, 1884 - Cantador-sinaleiro
Hypocnemis subflava Cabanis, 1873 - Cantador-galego
Hypocnemis ochrogyna Zimmer, 1932 - Cantador-ocráceo
Hypocnemis striata (Spix, 1825) - Cantador-estriado E
Hypocnemis hypoxantha Sclater, 1869 - Cantador-amarelo
Hypocnemoides maculicauda (Pelzeln, 1868) - Solta-asa-do-sul
Hypocnemoides melanopogon (Sclater, 1857) - Solta-asa-do-norte
Myrmochanes hemileucus (Sclater & Salvin, 1866) - Formigueiro-preto-e-branco
Sclateria naevia (Gmelin, 1788) - Papa-formiga-do-igarapé
Percnostola rufifrons (Gmelin, 1789) - Formigueiro-de-cabeça-preta
Percnostola subcristata Hellmayr, 1908 - Formigueiro-de-hellmayr E
Percnostola minor Pelzeln, 1868 - Formigueiro-de-pelzeln
Percnostola lophotes Hellmayr & Seilern, 1914 - Formigueiro-do-bambu
Schistocichla schistacea (Sclater, 1858) - Formigueiro-cinza
Schistocichla leucostigma (Pelzeln, 1868) - Formigueiro-de-asa-pintada
Schistocichla humaythae (Hellmayr, 1907) - Formigueiro-de-cauda-curta
Schistocichla rufifacies (Hellmayr, 1929) - Formigueiro-de-cara-ruiva E
Schistocichla saturata (Salvin, 1885) - Formigueiro-de-roraima
Schistocichla caurensis (Hellmayr, 1906) - Formigueiro-do-caura
Myrmeciza longipes (Swainson, 1825) - Formigueiro-de-barriga-branca
Myrmeciza ferruginea (Statius Müller, 1776) - Formigueiro-ferrugem
Myrmeciza ruficauda (Wied, 1831) - Formigueiro-de-cauda-ruiva E
Myrmeciza loricata (Lichtenstein, 1823) - Formigueiro-assobiador E
Myrmeciza squamosa Pelzeln, 1868 - Papa-formiga-de-grota E
Myrmeciza pelzelni Sclater, 1890 - Formigueiro-de-barriga-cinza
Myrmeciza hemimelaena Sclater, 1857 - Formigueiro-de-cauda-castanha
Myrmeciza atrothorax (Boddaert, 1783) - Formigueiro-de-peito-preto
Myrmeciza melanoceps (Spix, 1825) - Formigueiro-grande
Myrmeciza goeldii (Snethlage, 1908) - Formigueiro-de-goeldi
Myrmeciza hyperythra (Sclater, 1855) - Formigueiro-chumbo
Myrmeciza fortis (Sclater & Salvin, 1868) - Formigueiro-de-taoca
Myrmeciza disjuncta Friedmann, 1945 - Formigueiro-de-yapacana
Pithys albifrons (Linnaeus, 1766) - Papa-formiga-de-topete
Gymnopithys leucaspis (Sclater, 1855) - Mãe-de-taoca-bochechuda
Gymnopithys rufigula (Boddaert, 1783) - Mãe-de-taoca-de-garganta-vermelha
Gymnopithys salvini (Berlepsch, 1901) – Mãe-de-taoca-de-cauda-barrada
Rhegmatorhina gymnops Ridgway, 1888 - Mãe-de-taoca-de-cara-branca E
Rhegmatorhina berlepschi (Snethlage, 1907) - Mãe-de-taoca-arlequim E
Rhegmatorhina hoffmannsi (Hellmayr, 1907) - Mãe-de-taoca-papuda E
Rhegmatorhina cristata (Pelzeln, 1868) - Mãe-de-taoca-cristada
Rhegmatorhina melanosticta (Sclater & Salvin, 1880) - Mãe-de-taoca-cabeçuda
Hylophylax naevius (Gmelin, 1789) - Guarda-floresta
Hylophylax punctulatus (Des Murs, 1856) - Guarda-várzea
Willisornis poecilinotus (Cabanis, 1847) - Rendadinho
Phlegopsis nigromaculata (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Mãe-de-taoca
Phlegopsis borbae Hellmayr, 1907 - Mãe-de-taoca-dourada E
Phlegopsis erythroptera (Gould, 1855) - Mãe-de-taoca-avermelhada
Família Conopophagidae Sclater & Salvin, 1873
Conopophaga lineata (Wied, 1831) - Chupa-dente
Conopophaga aurita (Gmelin, 1789) - Chupa-dente-de-cinta
Conopophaga roberti Hellmayr, 1905 - Chupa-dente-de-capuz E
Conopophaga melanogaster Menetries, 1835 - Chupa-dente-grande
Conopophaga peruviana Des Murs, 1856 - Chupa-dente-do-peru
Conopophaga melanops (Vieillot, 1818) - Cuspidor-de-máscara-preta E
Família Grallariidae Sclater & Salvin, 1873
Grallaria varia (Boddaert, 1783) - Tovacuçu-malhado
Grallaria eludens Lowery & O'Neill, 1969 - Tovacuçu-xodó
Hylopezus macularius (Temminck, 1823) - Torom-carijó
Hylopezus berlepschi (Hellmayr, 1903) - Torom-torom
Hylopezus ochroleucus (Wied, 1831) - Torom-do-nordeste E
Hylopezus nattereri (Pinto, 1937) - Pinto-do-mato
Myrmothera campanisona (Hermann, 1783) - Tovaca-patinho
Myrmothera simplex (Salvin & Godman, 1884) - Torom-de-peito-pardo
Família Rhinocryptidae Wetmore, 1930
Liosceles thoracicus (Sclater, 1865) - Corneteiro-da-mata
Psilorhamphus guttatus (Ménétriès, 1835) - Tapaculo-pintado
Merulaxis ater Lesson, 1830 - Entufado E
Merulaxis stresemanni (Sick, 1960) - Entufado-baiano E
Scytalopus diamantinensis Bornschein, Maurício, Belonte-Lopes, Mata & Bonato, 2007 - Tapaculo-da-chapada-diamantina E
Scytalopus petrophilus Whitney, Vasconcelos, Silveira & Pacheco, 2010 - Tapaculo-serrano E
Scytalopus speluncae (Ménétriès, 1835) - Tapaculo-preto E
Scytalopus iraiensis Bornschein, Reinert & Pichorim, 1998 - Macuquinho-da-várzea E
Scytalopus pachecoi Maurício, 2005 - Tapaculo-ferreirinho
Scytalopus novacapitalis Sick, 1958 - Tapaculo-de-brasília E
Eleoscytalopus indigoticus (Wied, 1831) - Macuquinho E
Eleoscytalopus psychopompus (Teixeira & Carnevalli, 1989) - Macuquinho-baiano E
Família Formicariidae Gray, 1840
Tovaca-estriada
Formicarius colma Boddaert, 1783 - Galinha-do-mato
Formicarius analis (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Pinto-do-mato-de-cara-preta
Formicarius rufifrons Blake, 1957 - Pinto-do-mato-de-fronte-ruiva
Chamaeza campanisona (Lichtenstein, 1823) - Tovaca-campainha
Chamaeza nobilis Gould, 1855 - Tovaca-estriada
Chamaeza meruloides Vigors, 1825 - Tovaca-cantadora E
Chamaeza ruficauda (Cabanis & Heine, 1859) - Tovaca-de-rabo-vermelho E
Família Scleruridae Swainson, 1827
Sclerurus mexicanus Sclater, 1857 - Vira-folha-de-peito-vermelho
Sclerurus rufigularis Pelzeln, 1868 - Vira-folha-de-bico-curto
Sclerurus caudacutus (Vieillot, 1816) - Vira-folha-pardo
Sclerurus albigularis Sclater & Salvin, 1869 - Vira-folha-de-garganta-cinza
Sclerurus scansor (Menetries, 1835) - Vira-folha
Geositta poeciloptera (Wied, 1830) - Andarilho
Geositta cunicularia (Vieillot, 1816) - Curriqueiro
Família Dendrocolaptidae Gray, 1840
Arapaçu-de-garganta-branca
Arapaçu-escamado-do-sul
Dendrocincla fuliginosa (Vieillot, 1818) - Arapaçu-pardo
Dendrocincla turdina (Lichtenstein, 1820) - Arapaçu-liso
Dendrocincla merula (Lichtenstein, 1829) - Arapaçu-da-taoca
Deconychura longicauda (Pelzeln, 1868) - Arapaçu-rabudo
Certhiasomus stictolaemus (Pelzeln, 1868) - Arapaçu-de-garganta-pintada
Sittasomus griseicapillus (Vieillot, 1818) - Arapaçu-verde
Glyphorynchus spirurus (Vieillot, 1819) - Arapaçu-de-bico-de-cunha
Drymornis bridgesii (Eyton, 1850) - Arapaçu-platino
Nasica longirostris (Vieillot, 1818) - Arapaçu-de-bico-comprido
Dendrexetastes rufigula (Lesson, 1844) - Arapaçu-galinha
Hylexetastes stresemanni Snethlage, 1825 - Arapaçu-de-barriga-pintada
Hylexetastes perrotii (Lafresnaye, 1844) - Arapaçu-de-bico-vermelho
Hylexetastes uniformis Hellmayr, 1909- Arapaçu-uniforme
Hylexetastes brigidai Silva, Novaes & Oren, 1996 - Arapaçu-de-loro-cinza E
Xiphocolaptes promeropirhynchus (Lesson, 1840) - Arapaçu-vermelho
Xiphocolaptes carajaensis Silva, Novaes & Oren, 2002 - Arapaçu-do-carajás E
Xiphocolaptes falcirostris (Spix, 1824) - Arapaçu-do-nordeste E
Xiphocolaptes albicollis (Vieillot, 1818) - Arapaçu-de-garganta-branca
Xiphocolaptes major (Vieillot, 1818) - Arapaçu-do-campo
Dendrocolaptes certhia (Boddaert, 1783) - Arapaçu-barrado
Dendrocolaptes picumnus Lichtenstein, 1820 - Arapaçu-meio-barrado
Dendrocolaptes hoffmannsi Hellmayr, 1909 - Arapaçu-marrom E
Dendrocolaptes platyrostris Spix, 1825 - Arapaçu-grande
Dendroplex picus (Gmelin, 1788) - Arapaçu-de-bico-branco
Dendroplex kienerii (Des Murs, 1855) - Arapaçu-ferrugem E
Xiphorhynchus atlanticus (Cory, 1916) - Arapaçu-rajado-do-nordeste E
Xiphorhynchus fuscus (Vieillot, 1818) - Arapaçu-rajado
Xiphorhynchus chunchotambo (Tschudi, 1844) - Arapaçu-de-tschudi
Xiphorhynchus ocellatus (Spix, 1824) - Arapaçu-ocelado
Xiphorhynchus pardalotus (Vieillot, 1818) - Arapaçu-assobiador
Xiphorhynchus elegans (Pelzeln, 1868) - Arapaçu-elegante
Xiphorhynchus spixii (Lesson, 1830) - Arapaçu-de-spix E
Xiphorhynchus obsoletus (Lichtenstein, 1820) - Arapaçu-riscado
Xiphorhynchus guttatus (Lichtenstein, 1820) - Arapaçu-de-garganta-amarela
Lepidocolaptes souleyetii (Des Murs, 1849) - Arapaçu-listrado
Lepidocolaptes angustirostris (Vieillot, 1818) - Arapaçu-de-cerrado
Lepidocolaptes squamatus (Lichtenstein, 1822) - Arapaçu-escamado E
Lepidocolaptes falcinellus (Cabanis & Heine, 1859) - Arapaçu-escamado-do-sul
Lepidocolaptes wagleri (Spix, 1824) - Arapaçu-de-wagler E
Lepidocolaptes albolineatus (Lafresnaye, 1845) - Arapaçu-de-listras-brancas
Campylorhamphus trochilirostris (Lichtenstein, 1820) - Arapaçu-beija-flor
Campylorhamphus falcularius (Vieillot, 1822) - Arapaçu-de-bico-torto
Campylorhamphus procurvoides (Lafresnaye, 1850) - Arapaçu-de-bico-curvo
Família Furnariidae Gray, 1840
Pedreiro-dos-andes
João-de-barro
Pichororé
Arredio-pálido
Cinclodes fuscus (Vieillot, 1818) - Pedreiro-dos-andes V
Cinclodes pabsti Sick, 1969 - João-pedreiro E
Furnarius figulus (Lichtenstein, 1823) - Casaca-de-couro-da-lama E
Furnarius leucopus Swainson, 1838 - Casaca-de-couro-amarelo
Furnarius torridus Sclater & Salvin, 1866 - João-de-bico-pálido
Furnarius minor Pelzeln, 1858 - Joãozinho
Furnarius rufus (Gmelin, 1788) - João-de-barro
Limnornis curvirostris Gould, 1839 - João-de-palha
Phleocryptes melanops (Vieillot, 1817) - Bate-bico
Leptasthenura platensis Reichenbach, 1853 - Rabudinho
Leptasthenura striolata (Pelzeln, 1856) - Grimpeirinho E
Leptasthenura setaria (Temminck, 1824) - Grimpeiro
Spartonoica maluroides (d'Orbigny e Lafresnaye, 1837) - Boininha
Schoeniophylax phryganophilus (Vieillot, 1817) - Bichoita E
Synallaxis ruficapilla Vieillot, 1819 - Pichororé
Synallaxis whitneyi Pacheco & Gonzaga, 1995 - João-baiano E
Synallaxis infuscata Pinto, 1950 - Tatac E
Synallaxis cinerascens Temminck, 1823 - Pi-puí
Synallaxis frontalis Pelzeln, 1859 - Petrim
Synallaxis albescens Temminck, 1823 - Uí-pi
Synallaxis albigularis Sclater, 1858 - João-de-peito-escuro
Synallaxis spixi Sclater, 1856 - João-teneném
Synallaxis hypospodia Sclater, 1874 - João-grilo
Synallaxis rutilans Temminck, 1823 - Joao-teneném-castanho
Synallaxis cherriei Gyldenstolpe, 1930 - Puruchém
Synallaxis propinqua Pelzeln, 1859 - João-de-barriga-branca
Synallaxis macconnelli Chubb, 1919 - João-escuro
Synallaxis cabanisi Berlepsch & Leverkuhn, 1890 - João-do-norte D
Synallaxis gujanensis (Gmelin, 1789) - João-teneném-becuá
Synallaxis albilora Pelzeln, 1856 - João-do-pantanal
Synallaxis simoni Hellmayr, 1907 - João-do-araguaia E'
Synallaxis scutata Sclater, 1859 - Estrelinha-preta
Synallaxis kollari Pelzeln, 1856 - João-de-barba-grisalha
Gyalophylax hellmayri (Reiser, 1905) - João-chique-chique E
Cranioleuca vulpina (Pelzeln, 1856) - Arredio-do-rio
Cranioleuca vulpecula (Sclater & Salvin, 1866) - Arredio-de-peito-branco
Cranioleuca sulphurifera (Burmeister, 1869) - Arredio-de-papo-manchado
Cranioleuca pyrrhophia (Vieillot, 1818) - João-arredio
Cranioleuca obsoleta (Reichenbach, 1853) - Arredio-oliváceo
Cranioleuca pallida (Wied, 1831) - Arredio-pálido E
Cranioleuca semicinerea (Reichenbach, 1853) - João-de-cabeça-cinza E
Cranioleuca demissa (Salvin & Godman, 1884) - João-do-tepui
Cranioleuca gutturata (d'Orbigny & Lafresnaye, 1838) - João-pintado
Cranioleuca muelleri (Hellmayr, 1911) - João-escamoso E
Limnoctites rectirostris (Gould, 1839) - Arredio-do-gravatá
Certhiaxis cinnamomeus (Gmelin, 1788) - Curutié
Certhiaxis mustelinus (Sclater, 1874) – João-da-canarana
Thripophaga macroura (Wied, 1821) - Rabo-amarelo E
Thripophaga fusciceps Sclater, 1889 - João-liso
Asthenes baeri (Berlepsch, 1906) - Lenheiro
Asthenes luizae Vielliard, 1990 - Lenheiro-da-serra-do-cipó E
Asthenes pyrrholeuca (Vieillot, 1817) - Lenheiro-de-rabo-comprido PO
Asthenes moreirae (Miranda-Ribeiro, 1906) - Garrincha-chorona
Asthenes hudsoni (Sclater, 1874) - João-platino D
Phacellodomus rufifrons (Wied, 1821) - João-de-pau
Phacellodomus striaticollis (d'Orbigny & Lafresnaye, 1838) - Tio-tio
Phacellodomus ruber (Vieillot, 1817) - Graveteiro
Phacellodomus erythrophthalmus (Wied, 1821) - João-botina-da-mata E
Phacellodomus ferrugineigula (Pelzeln, 1858) - João-botina-do-brejo
Clibanornis dendrocolaptoides (Pelzeln, 1859) - Cisqueiro
Anumbius annumbi (Vieillot, 1817) - Cochicho
Coryphistera alaudina Burmeister, 1860 - Corredor-crestudo
Metopothrix aurantiaca Sclater & Salvin, 1866 - João-folheiro
Acrobatornis fonsecai Pacheco, Whitney & Gonzaga, 1996 - Acrobata E
Roraimia adusta (Salvin & Godman, 1884) - João-de-roraima
Pseudoseisura cristata (Spix, 1824) - Casaca-de-couro E
Pseudoseisura unirufa (d'Orbigny & Lafresnaye, 1838) - Casaca-de-couro-da-caatinga
Pseudoseisura lophotes (Reichenbach, 1853) - Coperete
Anabacerthia amaurotis (Temminck, 1823) - Limpa-folha-miúdo
Syndactyla rufosuperciliata (Lafresnaye, 1832) - Trepador-quiete
Syndactyla dimidiata (Pelzeln, 1859) - Limpa-folha-do-brejo
Simoxenops ucayalae (Chapman, 1928) - Limpa-folha-de-bico-virado
Ancistrops strigilatus (Spix, 1825) - Limpa-folha-picanço
Hyloctistes subulatus (Spix, 1824) - Limpa-folha-riscado
Philydor ruficaudatum (d'Orbigny & Lafresnaye, 1838) - Limpa-folha-de-cauda-ruiva
Philydor erythrocercum (Pelzeln, 1859) - Limpa-folha-de-sobre-ruivo
Philydor erythropterum (Sclater, 1856) - Limpa-folha-de-asa-castanha
Philydor lichtensteini Cabanis & Heine, 1859 - Limpa-folha-ocráceo
Philydor novaesi Teixeira & Gonzaga, 1983 - Limpa-folha-do-nordeste E
Philydor atricapillus (Wied, 1821) - Limpa-folha-coroado
Philydor rufum (Vieillot, 1818) - Limpa-folha-de-testa-baia
Philydor pyrrhodes (Cabanis, 1848) - Limpa-folha-vermelho
Anabazenops dorsalis (Sclater & Salvin, 1880) - Barranqueiro-de-topete
Anabazenops fuscus (Vieillot, 1816) - Trepador-coleira E
Cichlocolaptes leucophrus (Jardine & Selby, 1830) - Trepador-sobrancelha E
Automolus ochrolaemus (Tschudi, 1844) - Barranqueiro-camurça
Automolus infuscatus (Sclater, 1856) - Barranqueiro-pardo
Automolus paraensis Hartert, 1902 - Barranqueiro-do-pará E
Automolus lammi Zimmer, 1947 - Barranqueiro-do-nordeste E
Automolus leucophthalmus (Wied, 1821) - Barranqueiro-de-olho-branco
Automolus melanopezus (Sclater, 1858) - Barranqueiro-escuro
Automolus rubiginosus (Sclater, 1857) - Barranqueiro-ferrugem
Automolus rufipileatus (Pelzeln, 1859) - Barranqueiro-de-coroa-castanha
Syndactyla roraimae Hellmayr, 1917 - Barranqueiro-de-roraima
Hylocryptus rectirostris (Wied, 1831) Fura-barreira
Lochmias nematura (Lichtenstein, 1823) - João-porca
Heliobletus contaminatus Berlepsch, 1885 - Trepadorzinho
Microxenops milleri Chapman, 1914 - Bico-virado-da-copa
Xenops tenuirostris Pelzeln, 1859 - Bico-virado-fino
Xenops minutus (Sparrman, 1788) - Bico-virado-miúdo
Xenops rutilans Temminck, 1821 - Bico-virado-carijó
Megaxenops parnaguae Reiser, 1905 - Bico-virado-da-caatinga E
Família Tyrannidae Vigors, 1825 Subfamília Pipromorphinae Bonaparte, 1853
Miudinho
Teque-teque
Mionectes amazonus (Todd, 1921) - Abre-asa-do-acre
Mionectes oleagineus (Lichtenstein, 1823) - Abre-asa-comum
Mionectes macconnelli (Chubb, 1919) - Abre-asa-da-mata
Mionectes rufiventris Cabanis, 1846 - Abre-asa-de-cabeça-cinza
Leptopogon amaurocephalus Tschudi, 1846 - Cabeçudo
Corythopis torquatus Tschudi, 1844 - Estalador-do-norte
Corythopis delalandi (Lesson, 1830) - Estalador
Lophotriccus vitiosus (Bangs & Penard, 1921) - Maria-fiteira
Lophotriccus eulophotes Todd, 1925 - Maria-topetuda
Lophotriccus galeatus (Boddaert, 1783) - Caga-sebinho-de-penacho
Atalotriccus pilaris (Cabanis, 1847) - Maria-de-olho-claro
Hemitriccus minor (Snethlage, 1907) - Maria-sebinha
Hemitriccus flammulatus Berlepsch, 1901 - Maria-de-peito-machetado
Hemitriccus diops (Temminck, 1822) - Olho-falso
Hemitriccus obsoletus (Miranda-Ribeiro, 1906) - Catraca
Hemitriccus josephinae (Chubb, 1914) - Maria-bicudinha
Hemitriccus zosterops (Pelzeln, 1868) - Maria-de-olho-branco
Hemitriccus griseipectus (Snethlage, 1907) - Maria-de-barriga-branca
Hemitriccus orbitatus (Wied, 1831) - Tiririzinho-do-mato
Hemitriccus iohannis (Snethlage, 1907) - Maria-peruviana
Hemitriccus striaticollis (Lafresnaye, 1853) - Sebinho-rajado-amarelo
Hemitriccus nidipendulus (Wied, 1831) - Tachuri-campainha E
Hemitriccus margaritaceiventer (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Sebinho-de-olho-de-ouro
Hemitriccus inornatus (Pelzeln, 1868) - Maria-da-campina E
Hemitriccus minimus (Todd, 1925) - Maria-mirim
Hemitriccus mirandae (Snethlage, 1925) - Maria-do-nordeste E
Hemitriccus kaempferi (Zimmer, 1953) - Maria-catarinense E
Hemitriccus furcatus (Lafresnaye, 1846) - Papa-moscas-estrela E
Myiornis auricularis (Vieillot, 1818) - Miudinho
Myiornis ecaudatus (d'Orbigny e Lafresnaye, 1837) - Caçula
Poecilotriccus albifacies (Blake, 1959)
Poecilotriccus capitalis (Sclater, 1857) - Maria-picaça
Poecilotriccus senex (Pelzeln, 1868) - Maria-do-madeira E
Poecilotriccus russatus (Salvin & Godman, 1884) - Ferreirinho-ferrugem
Poecilotriccus plumbeiceps (Lafresnaye, 1846) - Tororó
Poecilotriccus fumifrons (Hartlaub, 1853) - Ferreirinho-de-testa-parda
Poecilotriccus latirostris (Pelzeln, 1868) - Ferreirinho-de-cara-parda
Poecilotriccus sylvia (Desmarest, 1806) - Ferreirinho-da-capoeira
Taeniotriccus andrei (Berlepsch & Hartert, 1902) - Maria-bonita
Todirostrum maculatum (Desmarest, 1806) - Ferreirinho-estriado
Todirostrum poliocephalum (Wied, 1831) - Teque-teque E
Todirostrum cinereum (Linnaeus, 1766) - Ferreirinho-relógio
Todirostrum pictum Salvin, 1897 - Ferreirinho-pintado
Todirostrum chrysocrotaphum Strickland, 1850 - Ferreirinho-de-sobrancelhas
Subfamília Elaeniinae Cabanis & Heine, 1856
Piolhinho
Alegrinho-de-garganta-branca
João-pobre
Phyllomyias virescens (Temminck, 1824) - Piolhinho-verdoso
Phyllomyias reiseri Hellmayr, 1905 - Piolhinho-do-grotão
Phyllomyias fasciatus (Thunberg, 1822) - Piolhinho
Phyllomyias griseiceps (Sclater & Salvin, 1871) - Piolhinho-de-cabeça-cinza
Phyllomyias griseocapilla Sclater, 1862 - Piolhinho-serrano E
Tyrannulus elatus (Latham, 1790) - Maria-te-viu
Myiopagis gaimardii (d'Orbigny, 1839) - Maria-pechim
Myiopagis caniceps (Swainson, 1835) - Guaracava-cinzenta
Myiopagis flavivertex (Sclater, 1887) - Guaracava-de-penacho-amarelo
Myiopagis viridicata (Vieillot, 1817) - Guaracava-de-crista-alaranjada
Elaenia flavogaster (Thunberg, 1822) Guaracava-de-barriga-amarela
Elaenia spectabilis Pelzeln, 1868 - Guaracava-grande
Elaenia ridleyana Sharpe, 1888 - Cocoruta E
Elaenia chilensis Hellmayr, 1927 - Guaracava-de-crista-branca V
Elaenia parvirostris Pelzeln, 1868 - Guaracava-de-bico-curto
Elaenia mesoleuca (Deppe, 1830) - Tuque
Elaenia pelzelni Berlepsch, 1907 - Guaracava-do-rio
Elaenia cristata Pelzeln, 1868 - Guaracava-de-topete-uniforme
Elaenia chiriquensis Lawrence, 1865 - Chibum
Elaenia ruficeps Pelzeln, 1868 - Guaracava-de-topete-vermelho
Elaenia obscura (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Tucão
Elaenia olivina Salvin & Goldman, 1884 - Guaracava-serrana
Elaenia dayi Chapman, 1929 - Guaracava-dos-tepuis
Ornithion inerme Hartlaub, 1853 - Poiaeiro-de-sobrancelha
Camptostoma obsoletum (Temminck, 1824) Risadinha
Tyranniscus burmeisteri Cabanis & Heine, 1859 - Piolhinho-chiador
Suiriri suiriri (Vieillot, 1818) - Suiriri-cinzento
Suiriri islerorum Zimmer, Whittaker & Oren, 2001 - Suiriri-da-chapada
Mecocerculus leucophrys (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Alegrinho-de-garganta-branca
Sercophaga hypoleuca Sclater & Salvin, 1866 - Alegrinho-do-rio
Serpophaga nigricans (Vieillot, 1817) - João-pobre
Serpophaga subcristata (Vieillot, 1817) Alegrinho
Serpophaga griseicapilla Straneck, 2007 - Alegrinho-trinador V
Serpophaga munda Berlepsch, 1893 - Alegrinho-de-barriga-branca D
Phaeomyias murina (Spix, 1825) - Bagageiro
Capsiempis flaveola (Lichtenstein, 1823) - Marianinha-amarela
Polystictus pectoralis (Vieillot, 1817) - Papa-moscas-canela
Polystictus superciliaris (Wied, 1831) – Papa-moscas-de-costas-cinzentas E
Pseudocolopteryx sclateri (Oustalet, 1892) - Tricolino
Pseudocolopteryx acutipennis (Sclater & Salvin, 1873) - Tricolino-oliváceo VA
Pseudocolopteryx dinelliana Lillo, 1905 - Tricolino-pardo VA
Pseudocolopteryx flaviventris (d'Orbigny & Lafresnaye) - Amarelinho-do-junco
Euscarthmus meloryphus Wied, 1831 - Barulhento
Euscarthmus rufomarginatus (Pelzeln, 1868) - Maria-corruíra
Stigmatura napensis Chapman, 1926 - Papa-moscas-do-sertão
Stigmatura budytoides (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Alegrinho-balança-rabo
Zimmerius gracilipes (Sclater & Salvin, 1868) - Poiaeiro-de-pata-fina
Phylloscartes chapmani Gilliard, 1940 - Barbudinho-do-tepui
Phylloscartes eximius (Temminck, 1822) - Barbudinho
Phylloscartes ventralis (Temminck, 1824) - Borboletinha-do-mato
Phylloscartes ceciliae Teixeira, 1987 - Cara-pintada E
Phylloscartes kronei Willis e Oniki, 1992 - Maria-da-restinga E
Phylloscartes beckeri Gonzaga & Pacheco, 1995 - Borboletinha-baiana E
Phylloscartes virescens Todd, 1925 - Borboletinha-guianense
Phylloscartes nigrifrons (Salvin & Godman, 1884) - Maria-de-testa-preta
Phylloscartes roquettei Snethlage, 1928 - Cara-dourada E
Phylloscartes paulista Ihering & Ihering, 1907 - Não-pode-parar
Phylloscartes oustaleti (Sclater, 1887) - Papa-moscas-de-olheiras E
Phylloscartes difficilis (Ihering & Ihering, 1907) - Estalinho E
Phylloscartes sylviolus (Cabanis & Heine, 1859) - Maria-pequena
Sublegatus obscurior Todd, 1920 - Sertanejo-escuro
Sublegatus modestus (Wied, 1831) - Guaracava-modesta
Inezia inornata (Salvadori, 1897) - Alegrinho-do-chaco V
Inezia subflava (Sclater & Salvin, 1873) - Amarelinho
Inezia caudata (Salvin, 1897) - Amarelinho-da-amazônia
Tachuris rubrigastra (Vieillot, 1817) - Papa-piri
Culicivora caudacuta (Vieillot, 1818) - Papa-moscas-do-campo
Piprites chloris (Temminck, 1822) - Papinho-amarelo
Piprites pileata (Temminck, 1822) - Caneleirinho-de-chapéu-preto
Cnipodectes subbrunneus (Sclater, 1860) - Flautim-pardo
Cnipodectes superrufus Lane, Servat, Valqui & Lambert, 2007 - Flautim-rufo
Rhynchocyclus olivaceus (Temminck, 1820) - Bico-chato-grande
Tolmomyias sulphurescens (Spix, 1825) - Bico-chato-de-orelha-preta
Tolmomyias assimilis (Pelzeln, 1868) - Bico-chato-da-copa
Tolmomyias poliocephalus (Taczanowski, 1884) - Bico-chato-de-cabeça-cinza
Tolmomyias flaviventris (Wied, 1831) - Bico-chato-amarelo
Platyrinchus saturatus Salvin & Godman, 1882 - Patinho-escuro
Platyrinchus mystaceus Vieillot, 1818 - Patinho
Platyrinchus coronatus Sclater, 1858 - Patinho-de-coroa-dourada
Platyrinchus platyrhynchos (Gmelin, 1788) - Patinho-de-coroa-branca
Platyrinchus leucoryphus Wied, 1831 - Patinho-gigante
Subfamília Fluvicolinae Swainson, 1832
Maria-leque
Papa-moscas-cinzento
Príncipe
Noivinha
Lavadeira-mascarada
Myiophobus roraimae (Salvin & Godman, 1883) - Felipe-do-tepui
Myiophobus fasciatus (Statius Müller, 1776) - Filipe
Neopipo cinnamomea (Lawrence, 1869) - Enferrujadinho
Hirundinea ferruginea (Gmelin, 1788) - Gibão-de-couro
Lathrotriccus euleri (Cabanis, 1868) - Enferrujado
Cnemotriccus fuscatus (Wied, 1831) - Guaracavuçu
Empidonax traillii (Audubon, 1828) - Maria-fibiu D
Empidonax alnorum Brewster, 1895 - Papa-moscas-de-alder V
Contopus cooperi (Nuttall, 1831) - Piui-boreal V
Contopus fumigatus (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Piui-de-topete
Contopus virens (Linnaeus, 1766) - Piui-verdadeiro V
Contopus cinereus (Spix, 1825) - Papa-moscas-cinzento
Contopus albogularis (Berlioz, 1962) - Piui-queixado
Contopus nigrescens (Sclater & Salvin, 1880) - Piui-preto
Pyrocephalus rubinus (Boddaert, 1783) - Príncipe
Lessonia rufa (Gmelin, 1789) - Colegial V
Knipolegus striaticeps (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Maria-preta-acinzentada VA
Knipolegus hudsoni Sclater, 1872 - Maria-preta-do-sul VA
Knipolegus poecilocercus (Pelzeln, 1868) - Pretinho-do-igapó
Knipolegus cyanirostris (Vieillot, 1818) - Maria-preta-de-bico-azulado
Knipolegus poecilurus (Sclater, 1862) - Maria-preta-de-cauda-ruiva
Knipolegus orenocensis (Berlepsch, 1864) - Maria-preta-ribeirinha
Knipolegus aterrimus (Kaup, 1853) - Maria-preta-bate-rabo
Knipolegus franciscanus (Snethlage, 1928) - Maria-preta-do-nordeste E
Knipolegus lophotes Boie, 1828 - Maria-preta-de-penacho
Knipolegus nigerrimus (Vieillot, 1818) - Maria-preta-de-garganta-vermelha E
Hymenops perspicillatus (Gmelin, 1789) - Viuvinha-de-óculos
Ochthornis littoralis (Pelzeln, 1868) - Maria-da-praia
Satrapa icterophrys (Vieillot, 1818) - Suiriri-pequeno
Muscisaxicola fluviatilis Sclater & Salvin, 1866 - Gaúcha-d'água
Agriornis murinus (d’Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Gauchinho
Xolmis cinereus (Vieillot, 1816) - Primavera
Xolmis coronatus (Vieillot, 1823) - Noivinha-coroada V
Xolmis velatus (Lichtenstein, 1823) - Noivinha-branca
Xolmis irupero (Viellot, 1823) - Noivinha
Xolmis dominicanus (Viellot, 1823) - Noivinha-de-rabo-preto
Neoxolmis rufiventris (Vieillot, 1823) - Gaúcho-chocolate VA
Gubernetes yetapa (Vieillot, 1818) - Tesoura-do-brejo
Muscipipra vetula (Lichtenstein, 1823) - Tesoura-cinzenta
Fluvicola pica (Boddaert, 1783) - Lavadeira-do-norte
Fluvicola albiventer (Spix, 1825) - Lavadeira-de-cara-branca
Fluvicola nengeta (Linnaeus, 1766) - Lavadeira-mascarada
Arundinicola leucocephala (Linnaeus, 1764) - Freirinha
Alectrurus tricolor (Vieillot, 1816) - Galito
Alectrurus risora (Vieillot, 1824) - Tesoura-do-campo D
Colonia colonus (Vieillot, 1818) - Viuvinha
Machetornis rixosa (Vieillot, 1819) - Suiriri-cavaleiro
Subfamília Tyranninae Vigors, 1825
Bentevizinho-de-penacho-vermelho
Neinei
Suiriri-valente
Legatus leucophaius (Vieillot, 1818) - Bem-te-vi-pirata
Myiozetetes cayanensis (Linnaeus, 1766) - Bentevizinho-de-asa-ferrugínea
Myiozetetes similis (Spix, 1825) - Bentevizinho-de-penacho-vermelho
Myiozetetes granadensis Lawrence, 1862 - Bem-te-vi-de-cabeça-cinza
Myiozetetes luteiventris Sclater, 1858 - Bem-te-vi-de-barriga-sulfúrea VA
Myiodynastes luteiventris (Sclater, 1859) - Bem-te-vi-de-barriga-sulfúrea
Myiodynastes maculatus (Statius Müller, 1776) - Bem-te-vi-rajado
Pitangus sulphuratus (Linnaeus, 1766) - Bem-te-vi
Philohydor lictor (Lichtenstein, 1823) - Bentevizinho-do-brejo
Conopias trivirgatus (Wied, 1831) - Bem-te-vi-pequeno
Conopias parvus (Pelzeln, 1868) - Bem-te-vi-da-copa
Megarynchus pitangua (Linnaeus, 1766) - Neinei
Tyrannopsis sulphurea (Spix, 1825) - Suiriri-de-garganta-rajada
Empidonomus varius (Vieillot, 1818) - Peitica
Griseotyrannus aurantioatrocristatus (d'Orbigny e Lafresnaye, 1837) - Peitica-de-chapéu-preto
Tyrannus albogularis Burmeister, 1856 - Suiriri-de-garganta-branca
Tyrannus melancholicus Vieillot, 1819 - Suiriri
Tyrannus savana Vieillot, 1808 - Tesourinha-do-campo
Tyrannus tyrannus (Linnaeus, 1766) - Suiriri-valente V
Tyrannus dominicensis (Gmelin, 1788) - Suiriri-cinza PO
Rhytipterna simplex (Lichtenstein, 1823) - Vissiá
Rhytipterna immunda (Sclater & Salvin, 1873) - Vissiá-cantor
Sirystes sibilator (Vieillot, 1818) - Gritador
Casiornis rufus (Vieillot, 1816) - Maria-ferrugem
Casiornis fuscus (Sclater & Salvin, 1873) - Caneleiro-enxofre E
Myiarchus tuberculifer (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Maria-cavaleira-pequena
Myiarchus swainsoni (Cabanis & Heine, 1859) - Irré
Myiarchus ferox (Gmelin, 1789) - Maria-cavaleira
Myiarchus tyrannulus (Statius Müller, 1776) - Maria-cavaleira-de-rabo-enferrujado
Ramphotrigon megacephalum (Swainson, 1835) - Maria-cabeçuda
Ramphotrigon ruficauda (Spix, 1825) - Bico-chato-de-rabo-vermelho
Ramphotrigon fuscicauda Chapman, 1925 - Maria-de-cauca-escura
Attila phoenicurus Pelzeln, 1868 - Capitão-castanho
Attila cinnamomeus (Gmelin, 1789) - Tinguaçu-ferrugem
Attila citriniventris Sclater, 1859 - Tinguaçu-de-barriga-amarela
Attila bolivianus Lafresnaye, 1848 - Bate-pára
Attila rufus (Vieillot, 1819) - Capitão-de-saíra E
Attila spadiceus (Gmelin, 1789) - Capitão-de-saíra-amarelo
Família Cotingidae Bonaparte, 1849 Subfamília Phytotominae Swainson, 1837
Phytotoma rutila (Vieillot, 1818) - Corta-ramos VA
Subfamília Rupicolinae Bonaparte, 1849
Rupicola rupicola (Linnaeus, 1766) - Galo-da-serra
Phoenicircus carnifex (Linnaeus, 1758) - Saurá
Phoenicircus nigricollis Swainson, 1832 - Saurá-de-pescoço-preto
Subfamília Cotinginae Bonaparte, 1849
Anambé-azul
Phibalura flavirostris Vieillot, 1816 - Tesourinha-da-mata
Carpornis cucullata (Swainson, 1821) - Corocochó E
Carpornis melanocephala (Wied, 1820) - Sabiá-pimenta E
Pipreola whitelyi Salvin & Godman, 1884 - Anambé-de-whitely PO
Cotinga maynana (Linnaeus, 1766) - Cotinga-azul
Cotinga cotinga (Linnaeus, 1766) - Anambé-de-peito-roxo
Cotinga maculata (Statius Müller, 1776) - Crejoá E
Cotinga cayana (Linnaeus, 1766) - Anambé-azul
Procnias albus (Hermann, 1783) - Araponga-da-amazônia
Procnias averano (Hermann, 1783) - Araponga-do-nordeste
Procnias nudicollis (Vieillot, 1817) - Araponga-comum
Tijuca atra Ferrusac, 1829 - Saudade E
Tijuca condita Snow, 1980 - Saudade-de-asa-cinza E
Calyptura cristata (Vieillot, 1818) - Tietê-de-coroa E
Lipaugus vociferans (Wied, 1820) - Cricrió
Lipaugus lanioides (Lesson, 1844) - Tropeiro-da-serra E
Lipaugus streptophorus (Salvin & Godman, 1884) - Cricrió-de-cinta-vermelha
Conioptilon mcilhennyi (Lowery & O'Neill, 1966) - Anambé-de-cara-preta
Porphyrolaema porphyrolaema (Deville & Sclater, 1852) - Cotinga-de-garganta-encarnada
Xipholena punicea (Pallas, 1764) - Anambé-pompadora
Xipholena lamellipennis (Lafresnaye, 1839) - Anambé-de-rabo-branco E
Xipholena atropurpurea (Wied, 1820) - Anambé-de-asa-branca E
Gymnoderus foetidus (Linnaeus, 1758) - Anambé-pombo
Querula purpurata (Statius Müller, 1776) - Anambé-uma
Haematoderus militaris (Shaw, 1792) - Anambé-militar
Pyroderus scutatus (Shaw, 1792) - Pavó
Perissocephalus tricolor (Statius Müller, 1776) - Maú
Cephalopterus ornatus Geoffroy Saint-Hilaire, 1809 - Anambé-preto
Família Pipridae Rafinesque, 1815
Uirapuru-de-chapéu-azul
Rendeira
Cabeça-de-ouro
Neopelma pallescens (Lafresnaye, 1853) - Fruxu-do-cerradão
Neopelma chrysocephalum (Pelzeln, 1868) - Fruxu-do-carrasco
Neopelma aurifrons (Wied, 1831) - Fruxu-baiano E
Neopelma chrysolophum Pinto, 1944 - Fruxu E
Neopelma sulphureiventer (Hellmayr, 1903) - Fruxu-de-barriga-amarela
Tyranneutes virescens (Pelzeln, 1868) - Uirapuruzinho-do-norte
Tyranneutes stolzmanni (Hellmayr, 1906) - Uirapuruzinho
Ilicura militaris (Shaw & Nodder, 1809) - Tangarazinho E
Corapipo gutturalis (Linnaeus, 1766) - Dançarino-de-garganta-branca
Machaeropterus regulus (Hahn, 1819) - Tangará-rajado E
Machaeropterus striolatus (Bonaparte, 1838) - Tangará-riscado
Machaeropterus pyrocephalus (Sclater, 1852) - Uirapuru-cigarra
Lepidothrix coronata (Spix, 1825) - Uirapuru-de-chapéu-azul
Lepidothrix nattereri (Sclater, 1865) - Uirapuru-de-chapéu-branco E
Lepidothrix vilasboasi (Sick, 1959) - Dançador-de-coroa-dourada E
Lepidothrix iris (Schinz, 1851) - Cabeça-de-prata E
Lepidothrix serena (Linnaeus, 1766) - Uirapuru-estrela
Lepidothrix suavissima (Salvin & Godman, 1882) - Dançador-do-tepui
Manacus manacus (Linnaeus, 1766) - Rendeira
Antilophia bokermanni (Coelho & Silva, 1998) - Soldadinho-do-araripe E
Antilophia galeata (Lichtenstein, 1823) - Soldadinho
Chiroxiphia pareola (Linnaeus, 1766) - Tangará-falso
Chiroxiphia caudata (Shaw & Nodder, 1793) - Tangará
Xenopipo uniformis (Salvin & Godman, 1884) - Dançarino-oliváceo
Xenopipo atronitens Cabanis, 1847 - Pretinho
Heterocercus aurantiivertex Sclater & Salvin, 1880 - Dançarino-de-crista-laranja PO
Heterocercus flavivertex Pelzeln, 1868 - Dançarino-de-crista-amarela
Heterocercus linteatus (Strickland, 1850) - Coroa-de-fogo
Dixiphia pipra (Linnaeus, 1758) - Cabeça-branca
Pipra aureola (Linnaeus, 1758) - Uirapuru-vermelho
Pipra filicauda Spix, 1825 - Rabo-de-arame
Pipra fasciicauda Hellmayr, 1906 - Uirapuru-laranja
Pipra cornuta Spix, 1825 - Dançador-de-crista
Pipra erythrocephala (Linnaeus, 1758) - Cabeça-de-ouro
Pipra rubrocapilla Temminck, 1821 - Cabeça-encarnada
Pipra chloromeros Tschudi, 1844 - Dançador-de-cauda-graduada
Família Tityridae Gray, 1840
Chibante
Anambé-branco-de-máscara-negra
Oxyruncus cristatus Swainson, 1821 - Araponga-do-horto
Onychorhynchus coronatus (Statius Müller, 1776) - Maria-leque
Onychorhynchus swainsoni (Pelzeln, 1858) - Maria-leque-do-sudeste E
Terenotriccus erythrurus (Cabanis, 1847) - Papa-moscas-uirapuru
Myiobius barbatus (Gmelin, 1789) - Assanhadinho
Myiobius atricaudus Lawrence, 1863 - Assadinho-de-cauda-preta
Schiffornis major Des Murs, 1856 - Flautim-ruivo
Schiffornis virescens (Lafresnaye, 1838) - Flautim
Schiffornis turdina (Wied, 1831) - Flautim-marrom E
Schiffornis olivacea (Ridgway, 1906) - Flautim-oliváceo
Schiffornis amazona (Sclater, 1860) - Flautim-da-amazônia
Laniocera hypopyrra (Vieillot, 1817) - Chorona-cinza
Laniisoma elegans (Thunberg, 1823) - Chibante E
Iodopleura isabellae Parzudaki, 1847 - Anambé-de-coroa
Iodopleura fusca (Vieillot, 1817) - Anambé-fusco
Iodopleura pipra (Lesson, 1831) - Anambezinho E
Tityra inquisitor (Lichtenstein, 1823) - Anambé-branco-de-bochecha-parda
Tityra cayana (Linnaeus, 1766) - Anambé-branco-de-rabo-preto
Tityra semifasciata (Spix, 1825) - Anambé-branco-de-máscara-negra
Pachyramphus viridis (Vieillot, 1816) - Caneleiro-verde
Pachyramphus xanthogenys Salvadori & Festa, 1898 - Caneleito-de-cara-amarela
Pachyramphus rufus (Boddaert, 1783) - Caneleiro-cinzento
Pachyramphus castaneus (Jardine & Selby, 1827) - Caneleiro
Pachyramphus polychopterus (Vieillot, 1818) - Caneleiro-preto
Pachyramphus marginatus (Lichtenstein, 1823) - Caneleiro-bordado
Pachyramphus surinamus (Linnaeus, 1766) - Caneleiro-da-guiana
Pachyramphus minor (Lesson, 1830) - Caneleiro-pequeno
Pachyramphus validus (Lichtenstein, 1823) - Caneleiro-de-chapéu-preto
Xenopsaris albinucha (Burmeister, 1869) - Tijerila
Família Vireonidae Swainson, 1837
Pitiguari
Cyclarhis gujanensis (Gmelin, 1789) - Pitiguari
Vireolanius leucotis (Swainson, 1838) - Assobiador-do-castanhal
Vireo olivaceus (Linnaeus, 1766) - Juruviara
Vireo gracilirostris Sharpe, 1890 - Juruviara-de-noronha E
Vireo flavoviridis (Cassin, 1851) - Juruviara-verde-amarelada V
Vireo altiloquus (Vieillot, 1808) - Juruviara-barbuda V
Hylophilus poicilotis Temminck, 1822 - Verdinho-coroado
Hylophilus amaurocephalus (Nordmann, 1835) - Vite-vite-de-olho-cinza E
Hylophilus thoracicus Temminck, 1822 - Vite-vite
Hylophilus semicinereus Sclater & Salvin, 1867 - Verdinho-da-várzea
Hylophilus pectoralis Sclater, 1866 - Vite-vite-de-cabeça-cinza
Hylophilus sclateri Salvin & Godman, 1883 - Vite-vite-do-tepui
Hylophilus brunneiceps Sclater, 1866 - Vite-vite-de-cabeça-marrom
Hylophilus hypoxanthus Pelzeln, 1868 - Vite-vite-de-barriga-amarela
Hylophilus muscicapinus Sclater & Salvin, 1873 - Vite-vite-camurça
Hylophilus ochraceiceps Sclater, 1859 - Vite-vite-uirapuru
Família Corvidae Leach, 1820
Gralha-picaça
Cyanocorax violaceus Du Bus, 1847 - Gralha-violácea
Cyanocorax cyanomelas (Vieillot, 1818) - Gralha-do-pantanal
Cyanocorax caeruleus (Vieillot, 1818) - Gralha-azul
Cyanocorax cristatellus (Temminck, 1823) - Gralha-do-campo
Cyanocorax cayanus (Linnaeus, 1766) - Gralha-da-guiana
Cyanocorax heilprini Gentry, 1885 - Gralha-de-nuca-azul
Cyanocorax chrysops (Vieillot, 1818) - Gralha-picaça
Cyanocorax cyanopogon (Wied, 1821) - Gralha-cancã E
Família Hirundinidae Rafinesque, 1815
Andorinha-do-sul
Andorinha-de-dorso-acanelado
Pygochelidon cyanoleuca (Vieillot, 1817) - Andorinha-pequena-de-casa
Pygochelidon melanoleuca (Wied, 1820) - Andorinha-de-coleira
Alopochelidon fucata (Temminck, 1822) - Andorinha-morena
Atticora fasciata (Gmelin, 1789) - Peitoril
Atticora tibialis (Cassin, 1853) - Calcinha-branca
Stelgidopteryx ruficollis (Vieillot, 1817) - Andorinha-serradora
Progne tapera (Vieillot, 1817) - Andorinha-do-campo
Progne subis (Linnaeus, 1758) - Andorinha-azul V
Progne chalybea (Gmelin, 1789) - Andorinha-doméstica-grande
Progne elegans Baird, 1865 - Andorinha-do-sul V
Tachycineta albiventer (Boddaert, 1783) - Andorinha-do-rio
Tachycineta leucorrhoa (Vieillot, 1817) - Andorinha-de-sobre-branco
Tachycineta leucopyga (Meyen, 1834) - Andorinha-chilena V
Riparia riparia (Linnaeus, 1758) - Andorinha-do-barranco V
Hirundo rustica Linnaeus, 1758 - Andorinha-de-bando V
Petrochelidon pyrrhonota (Vieillot, 1817) - Andorinha-de-dorso-acanelado V
Família Troglodytidae Swainson, 1831
Garrincha-dos-lhanos
Microcerculus marginatus (Sclater, 1855) - Uirapuru-veado
Microcerculus ustulatus Salvin & Godman, 1883 - Flautista-do-tepui
Microcerculus bambla (Boddaert, 1783) - Uirapuru-de-asa-branca
Odontorchilus cinereus (Pelzeln, 1868) - Cambaxirra-cinzenta
Troglodytes musculus Naumann, 1823 - Corruíra
Troglodytes rufulus Cabanis, 1849 - Corruíra-do-tepui
Cistothorus platensis (Latham, 1790) - Corruíra-do-campo
Campylorhynchus griseus (Swainson, 1838) - Garrincha-dos-lhanos
Campylorhynchus turdinus (Wied, 1831) - Catatau
Pheugopedius genibarbis (Swainson, 1838) - Garrinchão-pai-avô
Pheugopedius coraya (Gmelin, 1789) - Garrinchão-coraia
Cantorchilus leucotis (Lafresnaye, 1845) - Garrinchão-de-barriga-vermelha
Cantorchilus guarayanus (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Garrincha-do-oeste
Cantorchilus longirostris (Vieillot, 1819) - Garrinchão-de-bico-grande E
Cantorchilus griseus (Todd, 1925) - Garrincha-cinza E
Henicorhina leucosticta (Cabanis, 1847) - Uirapuru-de-peito-branco
Cyphorhinus arada (Hermann, 1783) - Uirapuru-verdadeiro
Família Donacobidae Aleixo & Pacheco, 2006
Donacobius atricapilla (Linnaeus, 1766) - Japacanim
Família Polioptilidae Baird, 1858
Microbates collaris (Pelzeln, 1868) - Bico-assovelado-de-coleira
Ramphocaenus melanurus Vieillot, 1819 - Bico-assovelado
Polioptila plumbea (Gmelin, 1788) - Balança-rabo-de-chapéu-preto
Polioptila lactea Sharpe, 1885 - Balança-rabo-leitoso
Polioptila guianensis Todd, 1920 - Balança-rabo-da-copa
Polioptila paraensis Todd, 1937 - Balança-rabo-paraense E
Polioptila facilis Zimmer, 1942 - Balança-rado-do-rio-negro
Polioptila dumicola (Vieillot, 1817) Balança-rabo-de-máscara
Família Turdidae Rafinesque, 1815
Caraxué
Sabiá-laranjeira
Catharus fuscescens (Stephens, 1817) - Sabiá-norte-americano V
Catharus minimus (Lafresnaye, 1848) - Sabiá-de-cara-cinza V
Catharus swainsoni (Tschudi, 1845) - Sabiá-de-óculos V
Cichlopsis leucogenys Cabanis, 1851 - Sabiá-castanho
Turdus leucops (Taczanowski, 1877) - Sabiá-preto
Turdus flavipes (Vieillot, 1818) - Sabiá-una
Turdus rufiventris Vieillot, 1818 - Sabiá-laranjeira
Turdus nudigenis Lafresnaye, 1848 - Caraxué
Turdus leucomelas Vieillot, 1818 - Sabiá-barranco
Turdus hauxwelli Lawrence, 1869 - Sabiá-bicolor
Turdus fumigatus Lichtenstein, 1823 - Sabiá-da-mata
Turdus lawrencii Coues, 1880 - Caraxué-de-bico-amarelo
Turdus ignobilis Sclater, 1858 - Caraxué-de-bico-preto
Turdus amaurochalinus Cabanis, 1850 - Sabiá-poca
Turdus olivater (Lafresnaye, 1848) - Sabiá-de-cabeça-preta
Turdus subalaris (Seebohm, 1887) - Sabiá-ferreiro
Turdus albicollis Vieillot, 1818 - Sabiá-coleira
Família Mimidae Bonaparte, 1853
Sabiá-do-campo
Mimus gilvus (Vieillot, 1807) - Sabiá-da-praia
Mimus saturninus (Lichtenstein, 1823) - Sabiá-do-campo
Mimus triurus (Vieillot, 1818) - Calhandra-de-três-rabos V
Família Motacillidae Horsfield, 1821
Anthus lutescens Pucheran, 1855 - Caminheiro-zumbidor
Anthus furcatus d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 - Caminheiro-de-unha-curta
Anthus correndera Vieillot, 1818 - Caminheiro-de-espora
Anthus nattereri Sclater, 1878 - Caminheiro-grande
Anthus hellmayri Hartert, 1909 - Caminheiro-de-barriga-acanelada
Família Coerebidae d'Orbigny e Lafresnaye, 1838
Cambacica
Coereba flaveola (Linnaeus, 1758) - Cambacica
Família Thraupidae Cabanis, 1847
Tempera-viola
Tiê-sangue
Sanhaçu-cinzento
Saí-azul
Saí-de-perna-amarela
Saltator grossus (Linnaeus, 1766) - Bico-encarnado
Saltator fuliginosus (Daudin, 1800) - Pimentão
Saltator maximus (Statius Müller, 1776) - Tempera-viola
Saltator coerulescens Vieillot, 1817 - Sabiá-congá
Saltator similis d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 - Trinca-ferro-verdadeiro
Saltator maxillosus Cabanis, 1851 - Bico-grosso
Saltator aurantiirostris Vieillot, 1817 - Bico-duro
Saltatricula atricollis Vieillot, 1817 - Bico-de-pimenta
Parkerthraustes humeralis (Lawrence, 1867) - Furriel-de-encontro
Orchesticus abeillei (Lesson, 1839) - Sanhaçu-pardo E
Conothraupis speculigera (Gould, 1855) - Tiê-preto-e-branco V
Conothraupis mesoleuca (Berlioz, 1939) - Tiê-bicudo E
Lamprospiza melanoleuca (Vieillot, 1817) - Pipira-de-bico-vermelho
Compsothraupis loricata (Lichtenstein, 1819) - Tiê-caburé E
Nemosia pileata (Boddaert, 1783) - Saíra-de-chapéu-preto
Nemosia rourei (Cabanis, 1870) - Saíra-apunhalada E
Mitrospingus oleagineus (Salvin, 1886) - Pipira-olivácea
Orthogonys chloricterus (Vieillot, 1819) - Catirumbava E
Thlypopsis sordida (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Saí-canário
Pyrrhocoma ruficeps (Strickland, 1844) - Cabecinha-castanha
Cypsnagra hirundinacea (Lesson, 1831) - Bandoleta
Tachyphonus phoenicius (Swainson, 1838) - Tem-tem-de-dragona-vermelha
Tachyphonus rufus (Boddaert, 1783) - Pipira-preta
Tachyphonus coronatus (Vieillot, 1822) - Tiê-preto
Ramphocelus nigrogularis (Spix, 1825) - Pipira-de-máscara
Ramphocelus bresilius (Linnaeus, 1766) - Tiê-sangue E
Ramphocelus carbo (Pallas, 1764) - Pipira-vermelha
Lanio luctuosus (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Tem-tem-de-dragona-branca
Lanio cristatus (Linnaeus, 1766) - Tiê-galo
Lanio nattereri (Pelzeln, 1870) - Pipira-de-natterer E
Lanio rufiventer (Spix, 1825) - Tem-tem-de-crista-amarela
Lanio pileatus (Wied, 1821) - Tico-tico-rei-cinza
Lanio cucullatus (Statius Müller, 1776) - Tico-tico-rei
Lanio versicolor (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Pipira-de-asa-branca
Lanio fulvus (Boddaert, 1783) - Pipira-parda
Lanio surinamus (Linnaeus, 1766) - Tem-tem-de-topete-ferrugíneo
Lanio penicillata (Spix, 1825) - Pipira-da-taoca
Lanio melanops (Vieillot, 1818) - Tiê-de-topete
Tangara gyrola (Linnaeus, 1758) - Saíra-de-cabeça-castanha
Tangara schrankii (Spix, 1825) - Saíra-ouro
Tangara mexicana (Linnaeus, 1766) - Saíra-de-bando
Tangara brasiliensis (Linnaeus, 1766) - Cambada-de-chaves E
Tangara chilensis (Vigors, 1832) - Sete-cores-da-amazônia
Tangara velia (Linnaeus, 1758) - Saíra-diamante
Tangara cyanomelaena (Wied, 1830) - Saíra-pérola E
Tangara callophrys (Cabanis, 1849) - Saíra-opala
Tangara seledon (Statius Müller, 1776) - Saíra-sete-cores
Tangara fastuosa (Lesson, 1831) - Pintor-verdadeiro E
Tangara cyanocephala (Statius Müller, 1776) - Saíra-militar
Tangara cyanoventris (Vieillot, 1819) - Saíra-douradinha E
Tangara desmaresti (Vieillot, 1819) - Saíra-lagarta E
Tangara varia (Statius Müller, 1776) - Saíra-carijó
Tangara punctata (Linnaeus, 1766) - Saíra-negaça
Tangara guttata (Cabanis, 1850) - Saíra-pintada
Tangara xanthogastra (Sclater, 1851) - Saíra-de-barriga-amarela
Thraupis episcopus (Linnaeus, 1766) - Sanhaçu-da-amazônia
Thraupis sayaca (Linnaeus, 1766) - Sanhaçu-cinzento
Thraupis cyanoptera (Vieillot, 1817) - Sanhaçu-de-encontro-azul E
Thraupis palmarum (Wied, 1821) - Sanhaçu-do-coqueiro
Thraupis ornata (Sparrman, 1789) - Sanhaçu-de-encontro-amarelo E
Tangara nigrocincta (Bonaparte, 1838) - Saíra-mascarada
Tangara cyanicollis (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Saíra-de-cabeça-azul
Tangara argentea Lafresnaye, 1843 - Saíra-de-cabeça-preta
Tangara peruviana (Desmarest, 1806) - Saíra-sapucaia E
Tangara preciosa (Cabanis, 1850) - Saíra-preciosa
Tangara cayana (Linnaeus, 1766) - Saíra-amarela
Stephanophorus diadematus (Temminck, 1823) - Sanhaçu-frade
Diuca diuca (Molina, 1782) – Diuca VA
Neothraupis fasciata (Lichtenstein, 1823) - Cigarra-do-campo
Cissopis leverianus (Gmelin, 1788) - Tietinga
Schistochlamys melanopis (Latham, 1790) - Sanhaçu-de-coleira
Schistochlamys ruficapillus (Vieillot, 1817) - Bico-de-veludo
Paroaria coronata (Miller, 1776) - Cardeal
Paroaria dominicana (Linnaeus, 1758) - Cardeal-do-nordeste E
Paroaria gularis (Linnaeus, 1766) - Cardeal-da-amazônia
Paroaria cervicalis Sclater, 1862 - Cardeal-da-bolívia
Paroaria baeri Hellmayr, 1907 - Cardeal-de-goiás E
Paroaria capitata (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Cavalaria
Pipraeidea melanonota (Vieillot, 1819) - Saíra-viúva
Pipraeidea bonariensis (Gmelin, 1789) - Sanhaçu-papa-laranja
Cyanicterus cyanicterus (Vieillot, 1819) - Pipira-azul
Tersina viridis (Illiger, 1811) - Saí-andorinha
Dacnis albiventris (Sclater, 1852) - Saí-de-barriga-branca
Dacnis lineata (Gmelin, 1789) - Saí-de-máscara-preta
Dacnis flaviventer d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 - Saí-amarela
Dacnis nigripes Pelzeln, 1856 - Saí-de-pernas-pretas E
Dacnis cayana (Linnaeus, 1766) - Saí-azul
Cyanerpes nitidus (Hartlaub, 1847) - Saí-de-bico-curto
Cyanerpes caeruleus (Linnaeus, 1758) - Saí-de-perna-amarela
Cyanerpes cyaneus (Linnaeus, 1766) - Saíra-beija-flor
Chlorophanes spiza (Linnaeus, 1758) - Saí-verde
Hemithraupis guira (Linnaeus, 1766) - Saíra-de-papo-preto
Hemithraupis ruficapilla (Vieillot, 1818) - Saíra-ferrugem E
Hemithraupis flavicollis (Vieillot, 1818) - Saíra-galega
Conirostrum speciosum (Temminck, 1824) - Figuinha-de-rabo-castanho
Conirostrum bicolor (Vieillot, 1809) - Figuinha-do-mangue
Conirostrum margaritae (Holt, 1931) - Figuinha-amazônica
Diglossa duidae Chapman, 1929 - Fura-flor-escamado
Diglossa major Cabanis, 1849 - Fura-flor-escamado
Família Emberizidae Vigors, 1825
Canário-da-terra-verdadeiro
Canário-do-brejo
Tiziu
Coleirinho
Cardeal
Zonotrichia capensis (Statius Müler, 1776) - Tico-tico
Ammodramus humeralis (Bosc, 1792) - Tico-tico-do-campo
Ammodramus aurifrons (Spix, 1825) - Cigarrinha-do-campo
Porphyrospiza caerulescens (Wied, 1830) - Campainha-azul
Phrygilus fruticeti (Kittlitz, 1833) - Canário-andino-negro VA
Haplospiza unicolor (Cabanis, 1851) Cigarra-bambu
Donacospiza albifrons (Vieillot, 1817) - Tico-tico-do-banhado
Poospiza thoracica (Nordmann, 1835) - Peito-pinhão E
Poospiza nigrorufa (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Quem-te-vestiu
Poospiza lateralis (Nordmann, 1835) - Quete E
Poospiza cabanisi Bonaparte, 1850 - Tico-tico-da-taquara
Poospiza melanoleuca (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Capacetinho
Poospiza cinerea Bonaparte, 1850 - Capacetinho-do-oco-do-pau E
Sicalis citrina Pelzeln, 1870 - Canário-rasteiro
Sicalis columbiana Cabanis, 1851 - Canário-do-amazonas
Sicalis flaveola (Linnaeus, 1766) - Canário-da-terra-verdadeiro
Sicalis luteola (Sparrman, 1789) - Tipio
Emberizoides herbicola (Vieillot, 1817) - Canário-do-campo
Emberizoides ypiranganus Ihering & Ihering, 1907 - Canário-do-brejo
Embernagra platensis (Gmelin, 1789) - Sabiá-do-banhado
Embernagra longicauda Strickland, 1844 - Rabo-mole-da-serra E
Volatinia jacarina (Linnaeus, 1766) - Tiziu
Sporophila frontalis (Verreaux, 1869) - Pixoxó
Sporophila falcirostris (Temminck, 1820) - Cigarra-verdadeira
Sporophila schistacea (Lawrence, 1862) - Cigarrinha-do-norte
Sporophila intermedia Cabanis, 1851 - Papa-capim-cinza
Sporophila plumbea (Wied, 1830) - Patativa
Sporophila americana (Gmelin, 1789) - Coleiro-do-norte
Sporophila murallae Chapman, 1915 - Papa-capim-de-caquetá
Sporophila collaris (Boddaert, 1783) - Coleiro-do-brejo
Sporophila bouvronides (Lesson, 1831) - Estrela-do-norte V
Sporophila lineola (Linnaeus, 1758) - Bigodinho
Sporophila luctuosa (Lafresnaye, 1843) - Papa-capim-preto-e-branco V
Sporophila nigricollis (Vieillot, 1823) - Baiano
Sporophila ardesiaca (Dubois, 1894) - Papa-capim-de-costas-cinzas E
Sporophila melanops (Pelzeln, 1870) - Papa-capim-do-bananal E
Sporophila caerulescens (Vieillot, 1823) - Coleirinho
Sporophila albogularis (Spix, 1825) - Golinho E
Sporophila leucoptera (Vieillot, 1817) - Chorão
Sporophila nigrorufa (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Caboclinho-do-sertão
Sporophila bouvreuil (Statius Müller, 1776) - Caboclinho
Sporophila minuta (Linnaeus, 1758) - Caboclinho-lindo
Sporophila hypoxantha Cabanis, 1851 - Caboclinho-de-barriga-vermelha
Sporophila ruficollis Cabanis, 1851 - Caboclinho-de-papo-escuro V
Sporophila palustris (Barrows, 1883) - Caboclinho-de-papo-branco
Sporophila castaneiventris Cabanis, 1849 - Caboclinho-de-peito-castanho
Sporophila hypochroma Todd, 1915 - Caboclinho-de-sobre-ferrugem V
Sporophila cinnamomea (Lafresnaye, 1839) - Caboclinho-de-chapéu-cinzento
Sporophila melanogaster (Pelzeln, 1870) - Caboclinho-de-barriga-preta E
Sporophila angolensis (Linnaeus, 1766) - Curió
Sporophila crassirostris (Gmelin, 1789) - Bicudinho
Sporophila maximiliani (Cabanis, 1851) - Bicudo
Dolospingus fringilloides (Pelzeln, 1870) - Papa-capim-de-coleira
Catamenia homochroa Sclater, 1859 - Patativa-da-amazônia
Tiaris obscurus (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Cigarra-parda V
Tiaris fuliginosus (Wied, 1830) - Cigarra-do-coqueiro
Arremonops conirostris (Bonaparte, 1850) - Tico-tico-cantor
Arremon taciturnus (Hermann, 1783) - Tico-tico-de-bico-preto
Arremon semitorquatus Swainson, 1838 - Tico-tico-do-mato E
Arremon franciscanus Raposo, 1997 - Tico-tico-do-são-francisco E
Arremon flavirostris Swainson, 1838 - Tico-tico-de-bico-amarelo
Atlapetes personatus (Cabanis, 1848) - Tico-tico-do-tepui
Charitospiza eucosma Oberholser, 1905 - Mineirinho
Coryphaspiza melanotis (Temminck, 1822) - Tico-tico-de-máscara-negra
Gubernatrix cristata (Vieillot, 1817) - Cardeal-amarelo
Família Cardinalidae Ridgway, 1901
Papa-capim-americano
Piranga flava (Vieillot, 1822) Tiê-do-mato-grosso
Piranga lutea (Lesson, 1834) - Sanhaçu-montano
Piranga rubra (Linnaeus, 1758) - Sanhaçu-de-fogo
Piranga olivacea (Gmelin, 1789) - Sanhaçu-vermelho V
Piranga leucoptera Trudeau, 1839 - Sanhaçu-escarlate V
Habia rubica (Vieillot, 1817) - Sanhaçu-de-asa-branca
Pheucticus aureoventris (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Rei-do-bosque VA
Granatellus pelzelni Sclater, 1865 - Polícia-do-mato
Caryothraustes canadensis (Linnaeus, 1766) - Furriel
Periporphyrus erythromelas (Gmelin, 1789) - Bicudo-encarnado
Cyanoloxia moesta (Hartlaub, 1853) - Negrinho-do-mato
Cyanoloxia cyanoides (Lafresnaye, 1847) - Azulão-da-amazônia
Cyanoloxia brissonii (Lichtenstein, 1823) - Azulão
Cyanoloxia glaucocaerulea (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Azulinho
Spiza americana (Gmelin, 1789) - Papa-capim-americano VA
Família Parulidae Wetmore, Friedman, Licoln, Miller, Peters, van Rossem, Van Tyne & Zimmer, 1947
Mariquita-amarela
Parula pitiayumi (Vieillot, 1817) - Mariquita
Dendroica petechia (Linnaeus, 1766) - Mariquita-amarela V
Dendroica striata (Forster, 1772) - Mariquita-de-perna-clara V
Dendroica fusca (Statius Müller, 1776) - Mariquita-papo-de-fogo V
Dendroica cerulea (Wilson, 1810) - Mariquita-azul PO
Dendroica virens (Gmelin, 1789) - Mariquita-de-garganta-preta PO
Setophaga ruticilla (Linnaeus, 1758) - Mariquita-de-rabo-vermelho VA
Protonotaria citrea (Boddaert, 1783) - Mariquita-protonotária PO
Parkesia noveboracensis (Gmelin, 1789) - Mariquita-boreal VA
Geothlypis agilis (Wilson, 1812) - Mariquita-de-connecticut VA
Geothlypis aequinoctialis (Gmelin, 1789) - Pia-cobra
Wilsonia canadensis (Linnaeus, 1766) - Mariquita-do-canadá PO
Myioborus miniatus (Swainson, 1827) - Mariquita-cinza
Myioborus castaneocapillus (Cabanis, 1849) - Mariquita-de-cabeça-parda
Basileuterus bivittatus (d'Orbigny & Lafresnaye, 1837) - Pula-pula-de-duas-fitas
Basileuterus culicivorus (Deppe, 1830) - Pula-pula
Basileuterus hypoleucus Bonaparte, 1830 - Pula-pula-de-barriga-branca
Basileuterus flaveolus (Baird, 1865) - Canário-do-mato
Basileuterus leucoblepharus (Vieillot, 1817) - Pula-pula-assobiador
Basileuterus leucophrys Pelzeln, 1868 - Pula-pula-de-sobrancelha E
Phaeothlypis fulvicauda (Spix, 1825) - Pula-pula-de-cauda-avermelhada
Phaeothlypis mesoleuca (Sclater, 1866) - Pula-pula-da-guiana
Phaeothlypis rivularis (Wied, 1821) - Pula-pula-ribeirinho
Família Icteridae Vigors, 1825
Japu
Polícia-inglesa-do-norte
Vira-bosta
Psarocolius angustifrons (Spix, 1824) - Japu-pardo
Psarocolius viridis (Statius Müller, 1776) - Japu-verde
Psarocolius decumanus (Pallas, 1769) - Japu
Psarocolius bifasciatus (Spix, 1824) - Japuaçu
Procacicus solitarius (Vieillot, 1816) - Iraúna-de-bico-branco
Cacicus chrysopterus (Vigors, 1825) - Tecelão
Cacicus haemorrhous (Linnaeus, 1766) - Guaxe
Cacicus latirostris (Swainson, 1838) - Japu-de-rabo-verde
Cacicus cela (Linnaeus, 1758) - Xexéu
Clypicterus oseryi (Deville, 1849) - Japu-de-capacete
Icterus cayanensis (Linnaeus, 1766) - Inhapim
Icterus pyrrhopterus (Vieillot, 1819) - Encontro
Icterus chrysocephalus (Linnaeus, 1766) - Rouxinol-do-rio-negro
Icterus galbula (Linnaeus, 1758) - Corrupião-de-baltimore VA
Icterus nigrogularis (Hahn, 1819) - João-pinto-amarelo
Icterus jamacaii (Gmelin, 1788) - Corrupião E
Icterus croconotus (Wagler, 1829) - João-pinto
Macroagelaius imthurni (Sclater, 1881) - Iraúna-da-guiana
Gymnomystax mexicanus (Linnaeus, 1766) - Iratauá-grande
Lampropsar tanagrinus (Spix, 1824) - Iraúna-velada
Gnorimopsar chopi (Vieillot, 1819) - Graúna
Curaeus forbesi (Sclater, 1886) - Anumará E
Amblyramphus holosericeus (Scopoli, 1786) - Cardeal-do-banhado
Agelasticus cyanopus (Vieillot, 1819) - Carretão
Agelasticus thilius (Molina, 1782) - Sargento
Chrysomus ruficapillus (Vieillot, 1819) - Garibaldi
Chrysomus icterocephalus (Linnaeus, 1766) - Iratauá-pequeno
Xanthopsar flavus (Gmelin, 1788) - Veste-amarela
Pseudoleistes guirahuro (Vieillot, 1819) - Chopim-do-brejo
Pseudoleistes virescens (Vieillot, 1819) - Dragão
Agelaioides badius (Vieillot, 1819) - Asa-de-telha
Agelaioides fringillarius (Spix 1824) - Asa-de-telha-pálido E
Molothrus rufoaxillaris (Cassin, 1866) - Vira-bosta-picumã
Molothrus oryzivorus (Gmelin, 1788) - Iraúna-grande
Molothrus bonariensis (Gmelin, 1789) - Vira-bosta
Quiscalus lugubris (Swainson, 1838) - Iraúna-do-norte
Sturnella militaris (Linnaeus, 1758) - Polícia-inglesa-do-norte
Sturnella superciliaris (Bonaparte, 1850) - Polícia-inglesa-do-sul
Sturnella defilippii (Bonaparte, 1850) - Peito-vermelho-grande D
Sturnella magna (Linnaeus, 1758) - Pedro-ceroulo
Dolichonyx oryzivorus (Linnaeus, 1758) - Triste-pia V
Família Fringillidae Leach, 1820
Pintassilgo-europeu
Gaturamo-verdadeiro
Chloris chloris (Linnaeus, 1758) - Verdelhão PO
Carduelis carduelis (Linnaeus, 1758) - Pintassilgo-europeu I
Sporagra yarrellii (Audubon, 1839) - Pintassilgo-do-nordeste
Sporagra magellanica (Vieillot, 1805) - Pintassilgo
Euphonia plumbea Du Bus, 1855 - Gaturamo-anão
Euphonia chlorotica (Linnaeus, 1766) - Fim-fim
Euphonia finschi Sclater & Salvin, 1877 - Gaturamo-capim
Euphonia violacea (Linnaeus, 1758) - Gaturamo-verdadeiro
Euphonia laniirostris d'Orbigny & Lafresnaye, 1837 - Gaturamo-de-bico-grosso
Euphonia chalybea (Mikan, 1825) - Cais-cais
Euphonia cyanocephala (Vieillot, 1818) - Gaturamo-rei
Euphonia chrysopasta Sclater & Salvin, 1869 - Gaturamo-verde
Euphonia minuta Cabanis, 1849 - Gaturamo-de-barriga-branca
Euphonia xanthogaster Sundevall, 1834 - Fim-fim-grande
Euphonia rufiventris (Vieillot, 1819) - Gaturamo-do-norte
Euphonia cayennensis (Gmelin, 1789) - Gaturamo-preto
Euphonia pectoralis (Latham, 1801) - Ferro-velho
Chlorophonia cyanea (Thunberg, 1822) - Gaturamo-bandeira
Família Estrildidae Bonaparte, 1850
Bico-de-lacre
Estrilda astrild (Linnaeus, 1758) - Bico-de-lacre I
Família Passeridae Rafinesque, 1815
Passer domesticus (Linnaeus, 1758) - Pardal-doméstico I
Marcadores:
Biologia,
Trabalho Escolar,
Trabalhos Escolares,
ZOOLOGIA
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